sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Manuel Esperón

Manuel Esperón, músico, argumentista e ator, nasceu na Cidade do México, México, em três de agosto de 1911. Realizou estudos de desenho, pintura e escultura na Academia de San Carlos, e de música na Escola Superior de Música do Instituto Nacional de Belas Artes. 

Começou sua vida profissional acompanhando cantores como Juan Arvizu e como pianista de cinema mudo (musicando os filmes do Cine Mina). Foi diretor artístico de várias estações de rádio, e assim conheceu cantores famosos como Pedro Infante e Jorge Negrete.

Com a colaboração de Ernesto Cortázar como letrista, Esperón compôs uma grande quantidade de canções famosas, entre elas Ay Jalisco no te rajes, Amor con amor se paga, Cocula, Traigo un amor; e com Pedro de Urdimalas, Amorcito corazón, canções que foram ouvidas em uma infinidade de filmes mexicanos.

Seu trabalho no cinema começou com as canções La mujer del puerto de Arcady Boytler (1933). Desde então, seu nome tem estado ligado a mais de 500 filmes em que participou como músico; além do que, foi também um ator esporádico.

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Ernesto Cortázar

Ernesto Cortázar, compositor, nasceu em 10 de dezembro de 1897, em Tampico, Tamaulipas, México e faleceu em 1953. Desde sua infância foi atraído pela arte e jovem ainda teve a oportunidade de dar forma as suas inquietudes ao integrar-se no grupo Los Trovadores Tamaulipecos com Lorenzo Barcelata, José Agustín Ramírez e Carlos Peña, percorrendo grande parte do país e EUA.

Pouco depois se separou do grupo para buscar novos horizontes. Conheceu Manuel Esperón e com ele formou uma inesquecível dupla de compositores, já que ambos trabalharam incansavelmente, Esperón como músico e Cortázar como letrista, surgindo numerosas canções de essência regional e nacionalista que encontraram em Jorge Negrete o seu melhor intérprete.

A maioria de suas canções foi utilizada no cinema, desenvolvendo-se nesta área como argumentista. A ele se devem as letras de canções famosas como A la orilla del mar, El corrido villista, Cuando tú me quieras, La palomita, Espejito, Ay Jalisco no te rajes, No volveré, Cocula, Esos altos de Jalisco, El queretano, Que lindo es Michoacán, Tampico, El toro coquito, Arandas, Así se quiere en Jalisco, Que te cuesta, para mencionar algumas.

Quando presidente da Sociedade de Autores e Compositores do México, morreu em um acidente automobilístico em 30 de novembro de 1953, em Lagos de Moreno, Jalisco, ao viajar a Guadalajara para presidir um congresso.

Adrian Flores Albán

Voz inconfundible de Rómulo Varillas
Adrian Flores Albán, compositor, nasceu em Bellavista, Sullana, Peru, em 08 de setembro de 1926. Filho de dom José Eusebio Flores e de dona Felicita Albán, desde muito moço gostava de cantar e tocar violão.

Compôs a famosa valsa Alma, corazón y vida. Conta-nos: “Nessa época tive um amor impossível, uma garota muito linda, da alta classe, a que dediquei e cantei uma melodia na qual, dada minha humildade franciscana, não poderia ser outra senão minha Alma, Corazón y Vida”.

Flores Albán tem muitos temas “criollos” como "Que viva Sullana", "Como una visión", "Recordando Sullana". Alguns destes temas tem sido sucesso em outros países.


Luis Kalaff

Luis Kalaff, compositor e violonista, nasceu em Pimentel, província de Duarte, República Dominicana, em 10/11/1916. É o compositor dominicano mais produtivo de todos os tempos, com mais mil composições.

Primeiro foi carpinteiro em sua terra natal, depois trabalhou como peão na construção do Hotel Jaraguá ganhando 60 centavos diários por uma jornada de 12 horas. Atualmente vive itinerante metade do ano em seu país e a outra metade em Nova York aos seus 89 anos.

Seus boleros mais conhecidos são Amor sin esperanzas, Mi gloria, Acuérdate de mí, Olvídate de mi, Cuando vuelvas conmigo, Demasiado corazón, Aunque me cueste la vida, Corazón de Acero, El que robó tu amor, Porque no tengo dinero.

Pepe Sánchez

Pepe Sánchez, compositor e violonista, nasceu em Santiago de Cuba, Cuba, em 19 de março de 1856 e faleceu em 3 de janeiro de 1918. José "Pepe" Sánchez é considerado o criador do bolero cubano, expressão da canção trovadoresca da Ilha.

Foi maestro dos cantores dessa cidade oriental, em especial de Sindo Garay, a quem conheceu desde menino e pôs em suas mãos um violão pela primeira vez. Não teve estudos regulares de música, mas era autodidata e tinha grande intuição e sensibilidade para com a mesma.

Muitas de suas canções eram conhecidas na Santiago de Cuba do final do século XIX e começo do século XX, e algumas delas, que não estavam escritas, foram resgatadas por seus alunos e admiradores. Sua voz de barítono se escutava em muitas serenatas da cidade cubana, acompanhado por seu violão, que manejava com habilidade, a mesma com que cortava e costurava trajes para sua clientela como alfaiate.

Era freqüentador de todas as óperas e zarzuelas que se apresentavam em Santiago. Integrou o Quinteto de Trovadores no começo do século XX. Entre suas obras se destacam Me entristeces, mujer (Tristezas), Pobre artista, Rosa I, Rosa II, Rosa III, De profundis, Elvira, Cuando la expresión de tu canto, Cuba, mi patria querida, Caridad, Adán y Eva, Esperanza, Redondilla, Angeles e Naturaleza, assim como Himno a Maceo.


Fonte: SonCubano

Ricardo López Méndez

Ricardo López Méndez, compositor e poeta, nasceu em Izamal, Yucatán, México, em sete de fevereiro de 1903 e faleceu em 28 de dezembro de 1989. Filho de Don Juan López e Dona Francisca Méndez. Residiu até os 23 anos de idade em Mérida, Yucatán, e depois na Cidade do México.

Sua carreira como compositor se iniciou em Mérida, Yucatán. Sua primeira obra foi Languidece una Estrellita. Foi também publicitário, locutor, radialista e escritor. Suas obras musicais mais importantes foram Amor, amor, amor, Mar e Nunca.

Compôs em co-autoria letras para os maestros Gabriel Ruíz, Gonzalo Curiel, Guty Cárdenas, Ricardo Palmerín e Esparza Oteo.


Fonte: Sociedad de Autores y Compositores de Música (SACM) - México.