segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Poeira do chão

Dalva de Oliveira
Poeira do chão (samba-canção, 1952) - Klecius Caldas e Armando Cavalcanti - Interpretação: Dalva de Oliveira


O que te dei em carinho
Tu devolveste em traição
O que era um claro caminho
Tornaste desolação
Hoje, tu voltas chorando
Para implorar meu perdão

O meu perdão nada custa
Falando a palavra justa
Há muito eu te perdoei
E por amar de verdade
Vendo tanta falsidade
No fundo eu te lastimei
Se é baixo e vil o interesse
O amor bem cedo fenece
É flor que morre em botão

Não
Não pode alcançar os astros
Quem leva a vida de rastros
Quem é poeira do chão...

Meu rouxinol

Dalva de Oliveira
Meu rouxinol (marcha-rancho, 1952) - Pereira Matos e Mário Rossi - Intérprete: Dalva de Oliveira


Meu rouxinol emudeceu
Perdeu a voz ao por do sol
Meu rouxinol adormeceu
Dorme com Deus
Descansa em paz, meu rouxinol

Meu rouxinol está na história
Meu rouxinol é imortal
Em homenagem à sua glória
Há violões, e corações
Em funeral

Meu rouxinol emudeceu
Perdeu a voz ao por do sol
Meu rouxinol adormeceu
Dorme com Deus
Descansa em paz, meu rouxinol