sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Canção da Primeira Comunhão
Canção da Primeira Comunhão (1961) - Alonso Galvão e André Luís - Intérprete: Carequinha
LP Carequinha - Os Grandes Sucesso Do Carequinha / Título da música: Canção da Primeira Comunhão / Alonso Galvão (Compositor) / André Luís (Compositor) / Carequinha (Intérprete) / Gravadora: Copacabana / Nº Álbum: CLP 11221 / Ano: 1961 / Lado B / Faixa 3 / Gravação original: Disco EP 45 rpm / Gravadora: Copacabana / Nº Álbum: CEP-4615 / Ano: 1961 / Lado B / Faixa 2.
Hoje é dia de grande alegria
parabéns nós queremos te dar
O Menino Jesus na Eucaristia
Em teu peito foi morar.
Parabéns...
Parabéns...
Deus conserve
Teu bom coração
E receba as graças divinas
Da Primeira Comunhão.
A carrocinha pegou
A Carrocinha Pegou - Tradicional - Intérprete: Carequinha
LP Carequinha - Cantigas de Roda Nº 2 / Título da música: A Carrocinha Pegou / Tradicional (Compositor) / Carequinha (Intérprete) / Gravadora: Copacabana / Ano: 1960 / Nº Álbum: CLP 11160 / Lado B / Faixa 3 / Artistas relacionados: Altamiro Carrilho / Nota: A gravação é cantada por Carequinha, porém, sendo remodelada para uma marcha de carnaval de 1965 por Valdir Machado e Rutinaldo Silva.
E B7 E
A carrocinha pegou três cachorros de uma vez
E B7 E
A carrocinha pegou três cachorros de uma vez
E B7
Trá-la-lá que gente é essa
E
Trá-la-lá que gente má
B7
Trá-lá-lá que gente é essa
E
Trá-lá-lá que gente má
(repete tudo)
Alma de Palhaço
Alma de Palhaço (modinha, 1958) - Carequinha e Fred Vilar - Intérprete: Carequinha
LP Carequinha - Os Grandes Sucesso Do Carequinha / Título da música: Alma De Palhaço / Carequinha (Compositor) / Fred (Compositor) / Carequinha (Intérprete) / Gravadora: Copacabana / Nº Álbum: CLP 11221 / Ano: 1961 / Lado B / Faixa 5 / Gênero musical: Modinha / Gravação original: Disco 78 rpm / Gravadora: Copacabana / Nº Álbum: 5.897-a / Ano: 1958 / Lado B.
De um circo eu sou palhaço
No rosto levo este traço
para alegrar a multidão
Mas é tudo fantasia
É falsa a minha alegria
É tudo,tudo, ilusão
Ninguém sabe que no meu rosto
A tinta encobre um desgosto
Que vive a me atormentar
E como a luz da ribalta
Meu coração sente a falta
De quem não me soube amar
Enquanto a platéia acha graça
Dentro do peito a desgraça
Vem logo me torturar
O riso sempre constante
Faz-me esquecer um instante
Mas volto logo a chorar
Se todos pudessem ver
A razão do meu sofrer
Não pensavam em gargalhar
E ao terminar a cena
dariam lenços por pena
para o meu pranto enxugar.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Rosa de Ouro
| Paulinho da Viola e Araci Cortes no espetáculo "Rosa de Ouro". |
Quando as luzes se apagavam, entravam em cena Os Cinco Crioulos: Nelson Sargento, Anescarzinho, Jair do Cavaquinho, Elton Medeiros e Paulinho da Viola. Era o início do show Rosa de Ouro, dirigido por Hermínio Bello de Carvalho.
Paulinho abria o espetáculo com Recado. Depois, cada músico cantava uma composição de sua autoria. Quando todos estavam aquecidos, era hora da entrada triunfal de Araci Cortes. Tão majestosa quanto na época em que era a grande estrela do teatro musicado do país.
Na segunda parte do espetáculo, ao som dos atabaques de Paulinho e Elton, brilhava, a então estreante, Clementina de Jesus. No palco do samba, já não cabia tanta emoção. Era o ano de 1965 e, no Teatro Jovem do Rio, Rosa de Ouro tornava-se um divisor de águas, uma espécie de ritual de passagem de uma época em que o samba estava esquecido para um retorno triunfal aos meios de comunicação e às gravadoras.
Momento de reafirmação do ritmo, num período em que a bossa nova e a música estrangeira dominavam quase totalmente o cenário da música popular brasileira. Um grande início de carreira para o jovem Paulinho. Um marco na carreira de Elton Medeiros e de Clementina de Jesus, a despedida para Araci Cortes.
Programado para apenas algumas semanas, o espetáculo ficaria em cartaz no Rio por quase dois anos. O sucesso se repetiria em outras cidades do Brasil. Em São Paulo, Rosa de Ouro teria espaço no palco do Teatro Oficina.
Fonte: MPB Compositores - Editora Globo.
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