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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Tudo é nostalgia

Tudo é nostalgia (samba, 1944) - Pereira Matos - Intérprete: Nelson Gonçalves

Disco 78 rpm / Título da música: Tudo é nostalgia / Pereira Matos (Compositor) / Nelson Gonçalves (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Nº Álbum: 800174-a / Nº Matriz: S-052930-1 / Gravação: 17/02/1944 / Lançamento: Abril/1944 / Gênero musical: Samba



Eu não posso viver sem você / Perfumada flor
Volte querida ao meu lar / Para remir minha dor
Já é demais a saudade / Que no meu coração
Não suporto viver / Nesta triste solidão
O meu suplício só terá fim / Quando você
Meu grande amor / Voltar pra mim

Quando você partiu / Os meus olhos choraram
Meu violão ficou mudo / E as flores murcharam
Até o meu sabiá / Que era a minha alegria
Deixou de cantar / Tudo é nostalgia
E nada mais...

Eu não posso viver sem você / Perfumada flor
Volte querida ao meu lar / Para remir minha dor
Já é demais a saudade / Que no meu coração
Não suporto viver / Nesta triste solidão
O meu suplício só terá fim / Quando você
Meu grande amor / Voltar pra mim

Até o meu sabiá / Que era a minha alegria
Deixou de cantar / Tudo é nostalgia
E nada mais...

Tanto bate até que fura

Tanto bate até que fura (samba, 1950) - Geraldo Gomes e Pereira Matos - Intérprete: Nelson Gonçalves

Disco 78 rpm / Título da música: Tanto bate até que fura / Geraldo Gomes (Compositor) / Pereira Matos (Compositor) / Nelson Gonçalves (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Nº Álbum: 800630-B / Nº Matriz: S-078946 / Gravação: 09/10/1949 / Lançamento: Janeiro/1950 / Gênero musical: Samba / Carnaval



Eu sei que ela não me tem amor
Mas eu sou louco por aquela criatura
Não desanimo e vou cumprir o ditado
Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura

Eu sei que ela não me tem amor
Mas eu sou louco por aquela criatura
Não desanimo e vou cumprir o ditado
Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura

Hei de vencer a tua resistência
Com insistência, sem desanimar
O pingo d'água
Quando pinga sem parar
Demora um pouco
Mas no fim tem que furar
(eu sei...)

Hei de vencer a tua resistência
Com insistência, sem desanimar
O pingo d'água
Quando pinga sem parar
Demora um pouco
Mas no fim tem que furar
(eu sei...)

Eu sei que ela não me tem amor
Mas eu sou louco por aquela criatura
Não desanimo e vou cumprir o ditado
Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura

Eu sei que ela não me tem amor
Mas eu sou louco por aquela criatura
Não desanimo e vou cumprir o ditado
Água mole em pedra dura
Tanto bate até que fura

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Meu rouxinol

Dalva de Oliveira
Meu rouxinol (marcha-rancho, 1952) - Pereira Matos e Mário Rossi - Intérprete: Dalva de Oliveira

Disco 78 rpm / Título da música: Meu rouxinol / Rossi, Mário, 1911-1981 (Compositor) / Matos, Pereira (Compositor) / Oliveira, Dalva de (Intérprete) / Coro (Acompanhante) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 03/10/1952 / Nº Álbum 13350 / Gênero musical: Marcha rancho.



Meu rouxinol emudeceu
Perdeu a voz ao por do sol
Meu rouxinol adormeceu
Dorme com Deus
Descansa em paz, meu rouxinol

Meu rouxinol está na história
Meu rouxinol é imortal
Em homenagem à sua glória
Há violões, e corações
Em funeral

Meu rouxinol emudeceu
Perdeu a voz ao por do sol
Meu rouxinol adormeceu
Dorme com Deus
Descansa em paz, meu rouxinol

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Máscara negra

Zé Kéti
Ainda prestigiado pelo sucesso do show “Opinião”, Zé Kéti ganhou o carnaval de 67 com a marcha-rancho “Máscara Negra”. Reproduzindo o lirismo suave que caracteriza o gênero, a composição trata do reencontro de um Pierrô com uma Colombina que conhecera no carnaval anterior.

E, ao contrário de outras canções inspiradas na commedia dell’arte, aqui é o Arlequim quem chora pelo amor de colombina: “Tanto riso / oh, quanta alegria / mais de mil palhaços no salão / arlequim está chorando pelo amor da Colombina / no meio da multidão.” Tendo acontecido numa época em que a música carnavalesca tradicional saía de moda, o sucesso de “Máscara Negra” pode ser considerado uma façanha.

A propósito, este sucesso chegou a gerar uma polêmica sobre a co-autoria da composição, que seria de Deusdedith Pereira Matos e não de seu irmão Hildebrando, conforme consta na edição. Mas, como os dois já haviam morrido na ocasião, a questão não teve maiores consequências, entrando “Máscara Negra” para o repertório de Dalva de Oliveira como um de seus últimos sucessos (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Máscara Negra (marcha / carnaval, 1967) - Zé Keti e Pereira Matos - Interpretação: Dalva de Oliveira

Compacto simples / Título da música: Máscara Negra / Zé Keti (Compositor) / Pereira Matos (Compositor) / Dalva de Oliveira (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Ano: 1966 / Nº Álbum: 7B-197 / Lado A / Gênero musical: Marcha-rancho / Carnaval.

Tom: G  

         G       C#dim     G
Tanto riso, oh quanta alegria
              G#dim       Am
Mais de mil palhaços no salão
   C              D7           G           E7  
Arlequim está chorando pelo amor da Colombina 
       Am    D7  G  ( D7 )
No meio da multidão

G          G#dim    Am                  D7
Foi bom te ver outra vez está fazendo um ano
                     G
Foi no carnaval que passou
      Bbº     Am               D7  
Eu sou aquele Pierrot que te abraçou 
          G        D7
   que te beijou, meu amor

G        G#dim       Am                  D7  
A mesma máscara negra que esconde o teu rosto 
                    Dm6 G E7
    eu quero matar a saudade
 Am     D7      G      E            Am     D7     E7
Vou beijar-te agora não me leve a mal hoje é carnaval
Am     D7       G      E           Am     D7         G
Vou beijar-te agora não me leve a mal hoje é carnaval