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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Afinal
Afinal(bolero, 1951) - Ismael Neto e Luiz Bittencourt - Intérprete: Heleninha Costa
Disco 78 rpm / Título da música: Afinal / Ismael Neto (Compositor) / Luiz Bittencourt (Compositor) / Heleninha Costa (Intérprete) / Orquestra de Lírio Panicali / Gravadora: Sinter / Gravação: 1951 / Lançamento: 1951 / Nº do álbum: 00-00048 / Nº da matriz: S-97 / Gênero musical: Bolero
Afinal
Tu sofres o que eu sofri
Pagas hoje o que fizeste de mal
Sentes a dor que eu senti
Quando eu quis
Só para mim teu amor
Tu zombaste
Eu me julguei infeliz
Me vendo sem teu calor
Sou feliz, bem longe de ti
E nem sequer lamento o que sofri
Aaquele meu tormento já teve fim
surgiu nova ilusão sim
Para o meu coração
Afinal
Tu sofres o que eu sofri
Pagas hoje o que fizeste de mal
Sentes a dor que eu senti
Sou feliz, bem longe de ti
E nem se quer lamento o que sofri
Aquele meu tormento já teve fim
Surgiu nova ilusão sim
Para o meu coração.
Afinal
Tu sofres o que eu sofri
Pagas hoje o que fizeste de mal
Sentes a dor que eu senti
Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Esmagando rosas
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| Francisco Alves |
Disco 78 rpm / Título da música: Esmagando rosas / Alcyr Pires Vermelho, 1906-1994 (Compositor) / David Nasser, 1917-1980 (Compositor) / Francisco Alves (Intérprete) / Fon-Fon, 1908-1951 (Acomp.) / Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Gravação: 08/08/1941 / Lançamento: 09/1941 / Nº do Álbum: 12041 / Nº da Matriz: 6735 / Gênero musical: Bolero
Tu tens
No sol dos teus cabelos
A luz do velho sol nascente
Vem brincar
No azul de teu olhar
O azul-verde do mar
O fascínio dos teus lábios
Lembra a cor
Do sol lá no poente
E tens, também
Em teu porte divino
Toda nobreza romana
Mas, se tu passas por mim
Cheia de orgulho e de graça
Teus pés no chão
Parecem rosas pisar.
Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Manuel Álvarez
Manuel Álvarez (Manuel Álvarez Rentería), conhecido pelo apelido de “Maciste", nasceu em Tequila, Jalisco, México, em oito de agosto de 1892 e faleceu na Cidade do México em 13 de outubro de 1960. Desde pequeno mostrou um extraordinário apego ao violão e por fim teve domínio sobre o difícil instrumento, mediante estudos que realizou na cidade de Mérida, Yucatán.
Suas atividades profissionais como violinista e cantor se iniciaram na Cidade do México, se especializando em cantar tangos.
Logo depois começou a compor e sua primeira canção foi Ojos Rojos, a que se seguiu muitas outras, algumas que mencionaremos como La Golfa, Paris, Fíjate cómo hablas e Manos blancas. Mas as mais conhecidas e famosas do seu repertório são: Angelitos negros, Virgencita de Talpa e Me sobra corazón.
Logo depois começou a compor e sua primeira canção foi Ojos Rojos, a que se seguiu muitas outras, algumas que mencionaremos como La Golfa, Paris, Fíjate cómo hablas e Manos blancas. Mas as mais conhecidas e famosas do seu repertório são: Angelitos negros, Virgencita de Talpa e Me sobra corazón.
Atuou, também, em vários filmes americanos produzidos em Hollywood, entre eles, La luciérnaga, Sólo los ángeles tienen alas, Viva Villa, e La Audacia de Pablo Bragaza.
Quando regressou ao México se incorporou ao cinema nacional, estréiando com o filme La hora de la verdad, onde cantou sua composição Adiós de un Torero, dedicada à Pepe Ortiz.
Na rádio trabalhou longos anos, e em seus programas lançou muitas de suas composições, e por mais de três anos consecutivos, cantando noite após noite, manteve seu programa "Una guitarra en la noche", que era transmitido através do sinal da XEW.
Acesse aqui a relação de compositores e intérpretes de bolero
Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fontes: Fonografo; Alvarez_Renteria_Manuel. Tradução: Everaldo J Santos.
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Claudio Estrada
Claudio Estrada (Claudio Estrada Baez) nasceu em Veracruz, em 31 de julho de 1910, e três dias após, seus pais, Tirso Estrada Quezada e Teresa Baez Camacho, o levaram para Cidade do México e o registraram.
Claudio viveu, na capital, seus primeiros dezoito anos. Depois em Jalapa durante vinte anos. Regressou para a Cidade do México, onde residiu até seu falecimento em 1984. Fez estudos de solfejo na Escola de Música da Secretaria da Educação Pública.
Compôs sua primeira canção em 1929 e em 1930 conheceu Mario del Valle e com ele formou um dueto atuando numa feira vestidos como gaúchos. Cláudio tocava violão e Mario cantava. Um ano mais tarde conheceu, nesse local, Mario Moreno, também conhecido como Cantinflas, surgindo uma grande amizade.
Com a construção do Teatro Follies, onde atuaria Cantinflas, foi contratado para compor para algumas revistas. Em 1949 sua canção Contigo, interpretada pelo Trio Los Panchos, se tornou famosa. O México inteiro a cantava.
Posteriormente vieram outros sucessos, como: Una traición, Albricias, Todavía no me muero, Compasión, Yo te quise, e muitas outras, que foram interpretadas por cantores famosos da época.
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Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: Sociedad de Autores y Compositores de Música (SACM) - México. Tradução: Everaldo J Santos.
sexta-feira, 29 de setembro de 2006
Pepe Sánchez
Pepe Sánchez, compositor e violonista, nasceu em Santiago de Cuba, Cuba, em 19 de março de 1856 e faleceu em 3 de janeiro de 1918. José "Pepe" Sánchez é considerado o criador do bolero cubano, expressão da canção trovadoresca da Ilha.
Foi maestro dos cantores dessa cidade oriental, em especial de Sindo Garay, a quem conheceu desde menino e pôs em suas mãos um violão pela primeira vez. Não teve estudos regulares de música, mas era autodidata e tinha grande intuição e sensibilidade para com a mesma.
Muitas de suas canções eram conhecidas na Santiago de Cuba do final do século XIX e começo do século XX, e algumas delas, que não estavam escritas, foram resgatadas por seus alunos e admiradores. Sua voz de barítono se escutava em muitas serenatas da cidade cubana, acompanhado por seu violão, que manejava com habilidade, a mesma com que cortava e costurava trajes para sua clientela como alfaiate.
Era frequentador de todas as óperas e zarzuelas que se apresentavam em Santiago. Integrou o Quinteto de Trovadores no começo do século XX. Entre suas obras se destacam Me entristeces, mujer (Tristezas), Pobre artista, Rosa I, Rosa II, Rosa III, De profundis, Elvira, Cuando la expresión de tu canto, Cuba, mi patria querida, Caridad, Adán y Eva, Esperanza, Redondilla, Angeles e Naturaleza, assim como Himno a Maceo.
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Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: SonCubano. Tradução: Everaldo J Santos.
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Elena Burke
Elena Burke (Romana Burgues), cantora, nasceu em Havana, Cuba, em 28 de fevereiro de 1928 e faleceu em junho de 2002. Em 1941 estreou em programa de calouros na CMQ Rádio.
Profissionalizou-se como cantora em 1942 com atuações nas emissoras Mil Diez, Cadena Roja, COCO e Rádio Progreso, assim como nos cabarés Sans Souci e Zombie.
Em 1945 se apresentou nos teatros Encanto, Alcázar, América, Riviera y Fausto, todos de Havana. Viajou ao México e a Jamaica, como cantora da produção de "Las Mulatas de Fuego". Quando regressou a Cuba integrou os cuartetos Facundo Rivero, Orlando de la Rosa y D'Aida. Com eles fez turnês pelos EUA, Canadá, Venezuela e México.
Esteve por vários anos e se destacou no Quarteto D'Aida, que deixou em 1958 para fazer carreira de solista. Foi acompanhada pelo violinista Froilán Amézaga e também por notáveis pianistas como Frank Domínguez, Meme Solís e Enriqueta Almanza.
Foi uma intérprete singular das canções do “feeling”. Viajou praticamente por toda a Europa e América. Em 1964 participou por Cuba no Festival de Cannes. A partir de 1962 manteve, por muitos anos, um programa na rádio chamado "A solas contigo". Gravou numerosos LPs. Participou de dois filmes cubanos: "Llanto de luna" e "Nosotros la música". Deu recitais por todo o país, e atuou constantemente em rádio, televisão e teatro.
Foi uma das cantoras mais regulares e mais populares da música cubana. Ao final de sua vida, com AIDS, continuou se apresentando em alguns programas.
Profissionalizou-se como cantora em 1942 com atuações nas emissoras Mil Diez, Cadena Roja, COCO e Rádio Progreso, assim como nos cabarés Sans Souci e Zombie.
Em 1945 se apresentou nos teatros Encanto, Alcázar, América, Riviera y Fausto, todos de Havana. Viajou ao México e a Jamaica, como cantora da produção de "Las Mulatas de Fuego". Quando regressou a Cuba integrou os cuartetos Facundo Rivero, Orlando de la Rosa y D'Aida. Com eles fez turnês pelos EUA, Canadá, Venezuela e México.
Esteve por vários anos e se destacou no Quarteto D'Aida, que deixou em 1958 para fazer carreira de solista. Foi acompanhada pelo violinista Froilán Amézaga e também por notáveis pianistas como Frank Domínguez, Meme Solís e Enriqueta Almanza.
Foi uma intérprete singular das canções do “feeling”. Viajou praticamente por toda a Europa e América. Em 1964 participou por Cuba no Festival de Cannes. A partir de 1962 manteve, por muitos anos, um programa na rádio chamado "A solas contigo". Gravou numerosos LPs. Participou de dois filmes cubanos: "Llanto de luna" e "Nosotros la música". Deu recitais por todo o país, e atuou constantemente em rádio, televisão e teatro.
Foi uma das cantoras mais regulares e mais populares da música cubana. Ao final de sua vida, com AIDS, continuou se apresentando em alguns programas.
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Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: SonCubano. Tradução: Everaldo J Santos.
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Arsenio Rodríguez
Arsenio Rodríguez (Arsenio Travieso Scull), compositor, nasceu em Güira de Macurijes, Matanzas, Cuba, em 30 de agosto de 1911, e faleceu em Los Angeles, EUA, em 1972. Desde muito cedo começou a se dedicar à música. Perdeu a visão aos treze anos de idade, e por esta condição, quando já músico muito popular, ganhou o apelido de "O cego maravilhoso".
Em 1930, aproximadamente, mudou-se para Havana onde conheceu os artistas (soneros) da capital cubana. Iniciou, nessa época como "tresero" no Sexteto Boston, e posteriormente formou parte da Bellamar.
Em 1940 fundou seu conjunto de sons, que obteve uma extraordinária popularidade. Durante a década de 40 obteve fama entre os dançarinos que visitavam cada domingo os jardins de fábrica de cerveja "La Tropical".
Nos anos 50 viajou para Nova York onde formou um grupo, já que em Havana havia ficado seu conjunto, que passou a ser dirigido pelo trompetista Félix Chapottín. Autor dos conhecidos "sones" El Guayo de Catalina, Bruca Manigüá, Güira de Macurijes, Fuego en el 23, Laborí, Vacuno, Lo dicen todas; e dos boleros, entre outros, En su partir, Camagüey, Nos estamos alejando, Acerca el oído e La vida es un sueño.
Acesse aqui a relação de compositores e intérpretes de bolero
Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: SonCubano. Tradução: Everaldo J Santos.
domingo, 24 de setembro de 2006
Pedro Junco
Pedro Junco, compositor e pianista, nasceu no povoado de Pinar del Río, Cuba, em 22 de fevereiro de 1920 e faleceu em Havana, em 24 de abril de 1943. Iniciou muito jovem seus estudos e atividades musicais em seu povoado natal. Morreu jovem vítima da tuberculose.
Compôs mais de trinta obras musicais entre as quais se destacam Ya te lo dije, Soy como soy, assim como seu famoso bolero Nosotros, lançado por seu autor no Festival de Canción Cubana de 1942, e que foi um sucesso internacional.
Acesse aqui a relação de compositores e intérpretes de bolero
Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: SonCubano. Tradução: Everaldo J Santos.
César Portillo de la Luz
César Portillo De La Luz, compositor, cantor e violonista nasceu em Havana, Cuba, em 31 de outubro de 1922. Começou como cantor amador aos 19 anos de idade. Mais tarde foi também pintor de paredes.
Em 1946 iniciou profissionalmente suas atividades artísticas com apresentações na Rádio Lavín e na emissora Mil Diez, onde por um tempo, tinha um programa próprio de canções.
Em 1956 passou a trabalhar no cabaré Sans Souci a frente de um pequeno grupo integrado pelo pianista Frank Domínguez, Alfredo León (no contrabaixo), Gastón Laserie (na bateria), e o trompetista Luis Ortellado. Posteriormente atuou nos cabarés Karachi, Chateau Piscina, Gato Tuerto e St. John. No "Pico Blanco" se apresentou por alguns anos junto com José Antonio Méndez.
Algumas de suas canções foram utilizadas em trilhas sonoras de filmes. Realizou recitais e conferências em diferentes centros culturais cubanos e estrangeiros sobre o surgimento e desenvolvimento da canção cubana, em especial temas relacionados com o movimento feeling, de que foi um dos fundadores.
Manteve na Rádio Progreso, por alguns anos, um programa chamado "Cita a las Cinco", onde interpretava obras suas e de outros autores. Sua música foi gravada por orquestras e cantores de diferentes países. Entre os seus primeiros intérpretes esteve o Conjunto Casino, no final da década de 40, e posteriormente os mais importantes conjuntos e cantores do continente.
Entre suas obras encontramos títulos como Ave de paso, Contigo en la distancia, Noche cubana, Nuestra canción, Delirio, Canto a Rita Montaner, Perdido amor, Sabrosón, Realidad y fantasía, Canción de un festival, La hora de todos, Al hombre nuevo, Amor es eso, Canción de los Juanés, Son al son e outras composições que revelam sua genialidade.
Com o ressurgimento do bolero na década de 80 do século XX, suas obras voltaram a ser gravadas por importantes figuras internacionais como Plácido Domingo, Luis Miguel, Caetano Veloso e a Orquestra Sinfônica de Londres.
Em 1946 iniciou profissionalmente suas atividades artísticas com apresentações na Rádio Lavín e na emissora Mil Diez, onde por um tempo, tinha um programa próprio de canções.
Em 1956 passou a trabalhar no cabaré Sans Souci a frente de um pequeno grupo integrado pelo pianista Frank Domínguez, Alfredo León (no contrabaixo), Gastón Laserie (na bateria), e o trompetista Luis Ortellado. Posteriormente atuou nos cabarés Karachi, Chateau Piscina, Gato Tuerto e St. John. No "Pico Blanco" se apresentou por alguns anos junto com José Antonio Méndez.
Algumas de suas canções foram utilizadas em trilhas sonoras de filmes. Realizou recitais e conferências em diferentes centros culturais cubanos e estrangeiros sobre o surgimento e desenvolvimento da canção cubana, em especial temas relacionados com o movimento feeling, de que foi um dos fundadores.
Manteve na Rádio Progreso, por alguns anos, um programa chamado "Cita a las Cinco", onde interpretava obras suas e de outros autores. Sua música foi gravada por orquestras e cantores de diferentes países. Entre os seus primeiros intérpretes esteve o Conjunto Casino, no final da década de 40, e posteriormente os mais importantes conjuntos e cantores do continente.
Entre suas obras encontramos títulos como Ave de paso, Contigo en la distancia, Noche cubana, Nuestra canción, Delirio, Canto a Rita Montaner, Perdido amor, Sabrosón, Realidad y fantasía, Canción de un festival, La hora de todos, Al hombre nuevo, Amor es eso, Canción de los Juanés, Son al son e outras composições que revelam sua genialidade.
Com o ressurgimento do bolero na década de 80 do século XX, suas obras voltaram a ser gravadas por importantes figuras internacionais como Plácido Domingo, Luis Miguel, Caetano Veloso e a Orquestra Sinfônica de Londres.
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Bolero: Letras, Cifras e Músicas
Saiba sobre as origens do bolero
Fonte: SonCubano. Tradução: Everaldo J Santos.
segunda-feira, 10 de julho de 2006
Amanecer
Amanecer (1977) - Armando Manzanero - Boleros inesquecíveis - Canta: Armando Manzanero
Tom: D
D
Amanecer
Bm
y ver tu rostro sonreir,
Em A7
es un placer, un privilegio para mí.
D
Buscar la luz
Bm
en el fulgor de tu mirar,
Em A7
es despertar con el amor.
G
Mirar que el sol
Gm
en tu cabello se anidó,
F#m
y la alborada
B7
en tu sonrisa se escondió,
Em A7
ver que mi verso tiene un ritmo y un color
D Bm Em A7
es un placer.
Madrid
Madrid (chotis, 1948) - Agustín Lara - Canções latinas - Interpretação: Bobby Capó.
INTRO: DO SOL7 DO DO7 FA DO SOL7 DO SOL7 DO
DO LA7 REm
Cuando llegues a Madrid chulona mía,
SOL7 DO
voy a hacerte emperatriz de Lavapiés,
MIm
y adornarte con claveles la Gran Vía,
SI7 MIm
y a bañarte con vinillo de Jerez.
DO LA7 REm
En Chicote un agasajo postinero,
SOL7 DO
con la crema de la intelectualidad,
SOLm DO7 FA
y la gracia de un piropo retrechero,
SOL DO SOL7/DO
más castizo que la calle de Alcalá.
MUSICA SOL7 DO (x 3)
FA
Madrid, Madrid, Madrid,
MIbd SOLm
pedazo de la España en que nací,
DO7 SOLm
por algo te hizo Dios,
DO7 FA
la cuna del requiebro y del chotis.
DO7 FA
Madrid, Madrid, Madrid,
REm FA7 SIb
en Méjico se piensa mucho en ti,
FAd FA
por el sabor que tienen tus verbenas,
RE7 SOLm DO7 FA
por tantas cosas buenas que soñamos desde aquí,
SIb FAd FA
y vas a ver lo que es canela fina,
RE7 SOLm DO7 FA DO/FA
y armar la tremolina cuando llegues a Madrid.
MUSICA FA Mlbd solm DO7 solm DO7 FA
Madrid, Madrid, Madrid,…
RE7 SOLm DO7 FA DO7 FA
…y armar la tremolina cuando llegues a Madrid. Que si.
Estoy pensando en tí
Estoy pensando en tí (Raul Sampaio e Benil Santos - Versão: Agustín Lara) - Intérprete: Agustín Lara - Canções latinas
C B
Estoy pensando en ti
C
Llorando
C Dm Em D#m
En un lamento, el dulce viento
Dm A
Llora conmigo
Dm Dm7
Estoy pensando en ti
G7
Llorando
En el camino, que mi destino
C Em Dm G
Modificó
C B
Estoy pensando en ti
C
Llorando
C7
La noche es bella
Llena de estrellas
F
Mas ¿qué me importa?
Fm
Estoy pensando en ti
C Em7 Am
Llorando tanto
Dm
Que a donde vayas
G7
Te ha de seguir
C
Lo amargo de mi llanto
C B
Estoy pensando en ti
C
Llorando
C7
La noche es bella
Llena de estrellas
F
Mas ¿qué me importa?
Fm
Estoy pensando en ti
C Em7 Am
Llorando tanto
Dm
Que a donde vayas
G7
Te ha de seguir
C
Lo amargo de mi llanto
Amor de mis amores
Amor de Mis Amores - Agustín Lara - Canções latinas - Interpretação: Agustín Lara y Pedro Vargas
LP Agustín Lara, Toña La Negra, Pedro Vargas – La Hora Íntima (Vinyl) / Título da música: Amor de Mis Amores / Agustín Lara (Compositor) / Agustín Lara (Intérprete) / Pedro Vargas (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Álbum: LPVC-171 / País: Colômbia / Ano: 1960 / Gênero musical: Bolero / Música latina
LP Agustín Lara, Toña La Negra, Pedro Vargas – La Hora Íntima (Vinyl) / Título da música: Amor de Mis Amores / Agustín Lara (Compositor) / Agustín Lara (Intérprete) / Pedro Vargas (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Álbum: LPVC-171 / País: Colômbia / Ano: 1960 / Gênero musical: Bolero / Música latina
Em A/G A7 DM7 Poniendo la mano sobre el corazón B7b5 B7(2) Em A7 A/G DM7 quisie - ra de - cirte al compás de un son B7 F#dim B7(3) que tú eres mi vi - da Em que no quiero a nadie E7 E/G# que respiro el aire, que respiro el aire A7 A/G A que respiras tú. (bis) DM7 Ddim DM7 Amor _ de mis amores B7b5 B7(2) Em Em EmM7 Em7 C#m7b5 alma de mi alma, A7 A/G regálame las flores A7 Bbdim C#dim DM7 D7 D7(2) de la espe - ranza GM7 GmM7 permite que ponga en tus labios D/F# F+5 B7b5 F#dim Em toda dulce verdad que tienen mis dolores Gm Gm7(2) 20 10 12 13 12 13 15 16 DM7 A7 G/B DM7 para decirte que tú_eres el amor de mis amores.GM7 GmM7 permite que ponga en tus labios D/F# F+5 B7b5 F#dim Em toda dulce verdad que tienen mis dolores Gm Gm7(2) 20 10 12 13 12 13 15 16 DM7 A7 G/B DM7 para decirte que tú_eres el amor de mis amores. G7sus4 B7(2) 35 34 35 23 25 23 25 26 DM7(2)
domingo, 9 de julho de 2006
Cifras e letras de bolero
Relação de letras, cifras e músicas do gênero bolero
Boleros - Letra C
Boleros - Letra D
Boleros - Letra E
Boleros - Letra FJ
Boleros - Letra L
Boleros - Letra M
Boleros - Letra N
Boleros - Letra OP
Boleros - Letra QR
Boleros - Letra S
Boleros - Letra T
Boleros - Letra UZ
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Compositores e intérpretes do bolero
As origens do Bolero
O bolero é o ritmo musical adaptado da clássica balada às raízes afro-espanholas, que se desenvolveu em Cuba, Porto Rico, República Dominicana e México. O nascimento do gênero foi na cidade de Santiago de Cuba, em Cuba, provavelmente em 1885 com o aparecimento de Tristezas, de autoria de José Pepe Sánchez:
Tristezas me dan tus quejas, mujer / Profundo dolor que dudes de mí / No hay pena de amor que deje entrever / Cuánto sufro y padezco por ti. / La vida es adversa conmigo / No deja ensanchar mi pasión / Un beso me diste un día / Lo guardo en mi corazón.(...). Por este motivo motivo diz-se que Cuba é a "Mãe" do bolero.
Tristezas me dan tus quejas, mujer / Profundo dolor que dudes de mí / No hay pena de amor que deje entrever / Cuánto sufro y padezco por ti. / La vida es adversa conmigo / No deja ensanchar mi pasión / Un beso me diste un día / Lo guardo en mi corazón.(...). Por este motivo motivo diz-se que Cuba é a "Mãe" do bolero.
Surgiram dezenas de grandes compositores e intérpretes latino-americanos como, por exemplo, Oswaldo Farrés e Gonzalo Roig (Cuba), Rafael Hernández e Pedro Flores (Porto Rico), Agustín Lara, María Grever e Consuelo Velasquez (México), Lucho Gatica (Chile), Mario Clavell e Gregorio Barrios (Argentina) e tantos outros.
Alguns desses mestres da música romântica já foram inseridos na seção "protagonistas". A seguir um resumo dos compositores, intérpretes e das obras-primas românticas de Cuba, México e Porto Rico.
Bolero em Cuba
O primeiro bolero de fama internacional foi Aquellos ojos verdes (1929), composto pelo cubano Nilo Menéndez, enamorado de Conchita Utrera, uma linda cubana de olhos claros. Conta o compositor que na noite em que a conheceu, compôs a melodia e pediu ao poeta Adolfo Utrera, irmão de Conchita, que colocasse a letra, sugerindo-lhe o tema. Da mesma época é o bolero Quiéreme mucho, de Gonzalo Roig, que reflete nos versos o amor romântico que jura permanecer por toda a eternidade: Quiéreme mucho, dulce amor mío / que amante siempre te adoraré, / yo con tus besos y tus caricias / mis sufrimientos acallaré... / Cuando se quiere de veras / como te quiero yo a ti, / es imposible mi cielo / tan separado vivir...
Na década de 40 o bolero já havia se imposto em Cuba e nesta época destacaram vários compositores como Oswaldo Farrés, Bobby Collazo e Isolina Carrillo. Farrés fez fama com Toda una vida no qual repete-se o tema da promessa do amor eterno (Toda una vida estaría contigo / no me importa en qué forma ni cuándo, ni cómo, pero junto a ti....) além dos boleros Acércate más, Quizás, quizás, quizás e Tres palabras .
Bobby Collazo compõe La última noche cantada por Pedro Vargas em 1946. De Isolina Carrillo é o bolero Dos gardenias em que estréia o cantor porto-riquenho Daniel Santos. Outros compositores cubanos são José Antonio Méndez (La gloria eres tú), César Portillo de la Luz (Contigo en la distancia) e Frank Domínguez cujo bolero Tú me acostumbraste marcou época na carreira de Lucho Gatica.
Bolero no México
No final do século XIX, através da península de Yacatán, chegou ao México um ritmo de dança chamado habanera e com ele a canção La paloma muito popular durante o império de Maximiliano I e Carlota. A partir desta canção desenvolveria-se a dança mexicana de cadência inconfundível e dela foi fácil passar ao ritmo de bolero.
Na década de 20 aparece em cena o compositor mexicano Agustín Lara, cujas composições levará o bolero ao auge. Compõe cerca de 500 canções das quais se estima 162 foram boleros. Com eles estabeleceu a norma clássica do bolero, a qual consiste em 32 compassos divididos em duas partes, os primeiros 16 em tom menor e os outros 16 em tom maior. A mulher foi uma fonte de inspiração importantíssima em sua obra.
Com uma sensualidade exacerbada Lara fragmenta o corpo feminino em olhos, boca, pele, voz, modo de andar, em uma tentativa de apropriar-se desse corpo imaginado, objeto do desejo. Este se vê claramente nos boleros Palmeras e Tus pupilas. Seguindo a tradição do amor cortês, Lara representa a paixão amorosa como uma força insuperável e inexplicável, ou como um destino fatal mais forte que a própria morte. E essa idéia do amor continua viva entre os latino-americanos daí a popularidade dos boleros de Agustín Lara. São de sua autoria os boleros famosos como Solamente una vez, Oración Caribe e Pecadora.
Outras figuras que se destacam na produção de boleros mexicanos são: María Grever (Júrame e Cuando vuelva a tu lado), Gonzalo Curiel (Vereda tropical), Gabriel Ruiz (Usted) e Consuelo Velázquez que fez Bésame mucho, conhecidíssimo bolero cantado no mundo inteiro.
O desenvolvimento do bolero no México também foi impulsionado por influências estrangeiras, como o compositor porto-riquenho Rafael Hernández, que permaneceu neste país durante 16 anos em que compôs uma boa parte de sua obra musical, e também da visita do Trío los Panchos, no final dos anos 40, criadores de um estilo brilhante imitado por milhares de trios no mundo inteiro.
Não se pode concluir uma visão panorâmica do bolero no México sem mencionar Armando Manzanero, a quem devemos um rico repertório entre os mais famosos Contigo aprendí, Adoro e Esta tarde vi llover.
Bolero em Porto Rico
Se o bolero está centrado tradicionalmente em um sentimento relacionado com o amor - ódio, incerteza, desespero, felicidade ou êxtase - o bolero porto-riquenho se diferencia por ser fundamentalmente descritivo/narrativo. A maior parte dos boleros que manifestam estas características foram produzidos em Nova York nos anos 30 para um público de imigrantes recém-assentados nesta cidade.
A música era uma história que se recordava, era um ritual de saudade da terra longínqua. Talvez Rafael Hernández e Pedro Flores, grandes compositores de Porto Rico, foram influenciados pelo estilo do aquinaldo, villancico e plena, três gêneros musicais porto-riquenhos que usavam freqüentemente a narração e a descrição.
Finalmente o bolero havia procurado usar uma linguagem culta para merecer a atenção da classe alta. De modo que era freqüente encontrar compositores que se esforçavam por usar uma linguagem depurada, solicitando, às vezes, ajuda de amigos poetas. Não é de estranhar então que o bolero também se aproprie de certos rasgos do estilo modernista. Isso se demonstra com um grupo de talentosos compositores porto-riquenhos que abriram essa tendência, enriquecendo o bolero com a técnica narrativo-descritiva. Entre eles, destacam-se Rafael Hernández, Pedro Flores, Bobby Capo, Johnny Rodríguez, Tito Hernández e Noel Estrada.
Não teria sido fácil desenvolver o bolero como canção e como ritmo sem a intervenção de Rafael Hernández, cuja produção musical e poética pode ter ultrapassado 2.000 canções. Compôs, em 1927, em Nova York, uma das canções mais lindas de seu repertório: Lamento borincano. É uma espécie de canto lírico que descreve a inconformidade que sente o autor diante da pobreza em que vive o camponês de seu país.
Como se vê na letra da música, o autor mistura a narração, a descrição e o monólogo interior (o pensamento do personagem), conseguindo que nos identifiquemos com o alegre jíbaro (índio, camponês): Sale loco de contento / con su cargamento / para la ciudad, sí, para la ciudad (...) / Y alegre, el jibarito, va, / pensando así, diciendo así, / cantando así por el camino: / "Si yo vendo la carga mi Dios querido / un traje a mi viejita / voy a comprar / Y alegre, también su yegua va (....). Uma vez dados os personagens (o camponês, sua velhinha e a sua égua), a situação concreta que se busca apresentar (a venda de sua carga) e um tom de alegria, passa a representar, na segunda parte da canção, um forte sentimento de tristeza, de quase desespero: Pasa la manaña entera / sin que nadie pueda / su carga comprar, su carga comprar / Todo, todo esta desierto / Y el pueblo está muerto / de necesidad, de necesidad (...).
A conseqüência natural desta triste história é o lamento que se segue, com o qual o autor busca comover o público com a injustiça social que sofre o camponês de seu país: Y triste el jibarito va /pensando así, diciendo así, / llorando así por el camino / Que será de Borinquen mi Dios querido!
Outro exemplo da técnica narrativa/descritiva no bolero de Porto Rico é Bajo un palmar de Pedro Flores. Essa técnica é empregada em muitos boleros porto-riquenhos. Experimente dar uma olhada, por exemplo, em En mi viejo San Juan de Noel Estrada e Desvelo de amor de Rafael Hernández.
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Compositores e intérpretes do bolero
Fonte: El Bolero - Denison University - Granville - OHIO - USA
Vereda tropical
Vereda Tropical (bolero, 1936) - Gonzalo Curiel (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Leo Marini (Argentina)
CD Leo Marini – Clasicos Latinos / Título da música: Vereda Tropical / Gonzalo Curiel (Compositor) / Leo Marini (Intérprete) / Valentín Trujillo Y Su Orquesta (acomp.) / Gravadora: EMI Odeon Chilena S.A. / Álbum: 8 29651 2 / País: Chile / Ano: 1994 / Tracklist: 1 / Gênero musical: Bolero / Música latina
A Bm
Voy por la vereda tropical
Dm
La noche plena de quietud
A
Con su perfume de humedad
Bm
En la brisa que viene del mar
Dm
Si oye el rumor de una canción
A
Canción de amor y de piedad
Bm E7 A
Con ella fue noche por noche hasta el mar
Bm D Gb7
Para besar su boca fresca de amor
B7
Y me juró quererme más y más
Sin olvidar jamás aquellas noches
E7
Junto al mar
A Bm
Hoy solo me queda recordar
Dm
Mis ojos mueren de llorar
A Bm
Y el alma muere de esperar
E7 D E7 Dbm Gb7 Bm
Por que se fue / Tú le dejaste ir
E7 Em7 E7 D Ab7 Dbm
Vereda tropical / Hazle a volver a mi
Gb7 Bm E7
Quiero besar su boca otra vez
A Bm E7 A
Junto al mar / Vereda tropical
E7 A
Vereda tropical ....
Vaya con Dios (versão)
Vaya Con Dios (bolero, 1953) - Larry Russel, Inez James e Buddy Pepper - Versão: Joubert de Carvalho - Boleros inesquecíveis - Interpretação: Altemar Dutra
C Dm
Nesse instante desce o negro véu da noite
G7 C C7
A cidade aos poucos vai ficar sem vida
F G7 C A7
Vaya con Dios querida
Dm G7 C G7
Vaya con Dios mi amor
C Dm
Em segredo levarás contigo a sorte
G7 C C7
Deste amor que não morreu que tens sofrido
refrão
C7 F
E seja onde for irei contente
C F
Porque o meu destino é o teu também
D7 G
A tua espera está o meu desejo
Dm G7
Que vive enquanto viverá
C G7
O amor que a gente tem
C Dm
Nesse instante aquela luz que está brilhando
G7 C
Anuncia o meu amor que vem chegando
refrão
Vaya con Dios
Vaya Con Dios (valsa, 1953) - Larry Russell, Inez James y Buddy Pepper - Boleros inesquecíveis - Intérprete: Nat King Cole
C G7
Si llegó el momento ya de separarnos
C C7
En silencio el corazón dice y suspira
F G7 C
Vaya con Dios mi vida
G7 C G7
Vaya con Dios mi amor
C G7
Las campanas de la iglesia suenan tristes
C C7
Y parece que al sonar también te dicen
F G7 C
Vaya con Dios mi vida
G7 C
Vaya con Dios mi amor
C7 F
Adonde vayas tú yo voy contigo
C7 F
Y en sueños junto a ti yo viviré
D7 G
Mi voz escucharás dulce amor mío
D7 G7
Diciendo lo que sufre por tu amor mi corazón
C G7
La alborada al despertar feliz te espera
C
Si en tú corazón yo voy adonde quieras
F G7 C
Vaya con Dios mi vida
G7 C
Vaya con Dios mi amor
Una mujer
Una Mujer (bolero, 1945) - Paul Misraki, Pondal Ríos y Carlos Olivari - Boleros inesquecíveis - Gregorio Barrios
LP Gregorio Barrios - Os Antigos Sucessos De Gregório Barrios Em Hi-Fi (Vinyl) / Título da música: Una Mujer / Paul Misraki (Compositor) / Pondal Ríos (Compositor) / Carlos Olivari (Compositor) / Ben Molar (Versão) / Gregorio Barrios (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Álbum: MOFB 3.142 / País: Brasil / Ano: 1960 / Tracklist: B4 / Gênero musical: Bolero / Música latina
LP Gregorio Barrios - Os Antigos Sucessos De Gregório Barrios Em Hi-Fi (Vinyl) / Título da música: Una Mujer / Paul Misraki (Compositor) / Pondal Ríos (Compositor) / Carlos Olivari (Compositor) / Ben Molar (Versão) / Gregorio Barrios (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Álbum: MOFB 3.142 / País: Brasil / Ano: 1960 / Tracklist: B4 / Gênero musical: Bolero / Música latina
Em7 A7/13
La mujer que al amor no se asoma
D7+
No merece llamarse mujer
Em7 A7/13
Es cual flor que no esparce su aroma
D7+ B7/5+
Como un leño que no sabe arder
Em7 A7/13
La pasión tiene un mágico idioma
D7+ B7
Que con besos se debe aprender
Em7 Gm7 D7+ B7
Puesto que una mujer que no sabe querer
E7 A7 A7/5+
No merece llamarse mujer
D7+ Em7 Gbm7 B7/5+
Una mujer debe ser / Soñadora, coqueta y ardiente
Em7 Gm7 D7+ B7
Debe darse al amor / Con frenético ardor
Em7 A7/13 D7+ B7
Para ser una mujer
Em7 A7/13
Ahora que se afierra a la vida
D7+ B7
Ahora su alma comienza a nacer
Em7 Gm7 D7+ B7
Puesto que una mujer que no sabe querer
E7 A7 A7/5+
No merece llamarse mujer
D7+ Em7 Gbm7 B7/5+
Una mujer debe ser soñadora, coqueta y ardiente
Em7 Gm7 D7+ B7
Debe ser cual amor que se deja querer
Em7 A7/13 D7+ Gm7 D7+
Para ser una mujer
Una aventura más
Una Aventura Más (bolero, 1951) - Oscar Kinleiner (Argentina) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Trío Los Panchos
LP Trio Los Panchos – 14 Grandes Sucessos Do Trio Los Panchos / Título da música: Una Aventura Más / Oscar Kinleiner (Compositor) / Trío Los Panchos (Intérprete) / Gravadora: CBS Entré / Álbum: 26892 / País: Brasil / Ano: 1975 / Tracklist: A6 / Gênero musical: Bolero / Música latina
LP Trio Los Panchos – 14 Grandes Sucessos Do Trio Los Panchos / Título da música: Una Aventura Más / Oscar Kinleiner (Compositor) / Trío Los Panchos (Intérprete) / Gravadora: CBS Entré / Álbum: 26892 / País: Brasil / Ano: 1975 / Tracklist: A6 / Gênero musical: Bolero / Música latina
D Bm Em
Yo sé que soy
A7 D Bm Em
una aventura más para ti
A7 D Bm
que después de esta noche
Em A7 D Bm Em A7
te olvidarás de mi
D Bm Em
Yo sé que soy
A7 D Bm Em
una ilusión fugaz, nada más
A7 D Bm
un capricho del alma
Em A7 D D7
que hoy te acerca a mi
G B7
aunque me beses con loca pasión
Em
y yo te bese feliz
A7 D
con la aurora que llega
E7 Em A7
muere un corazón por ti
yo sé que soy....
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