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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Louvação


Louvação (canção, 1966) - Gilberto Gil e Torquato Neto - Interpretação: Elis Regina e Jair Rodrigues

LP/CD Dois Na Bossa Número 2 - Elis Regina e Jair Rodrigues / Título da música: Louvação / Gilberto Gil (Compositor) / Torquato Neto (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Jair Rodrigues (Intérprete) / Luis Loy Quinteto (Acomp.) / Bossa Jazz Trio (Acomp.) / Gravadora: Philips / Ano: 1966 / Álbum: P-632.792-L / Faixa 6 / Gênero musical: Canção.


Tom:G

Intro A  D  G  A  D  G  A  D  G  A 

                       D    G         A 
Vou fazer a louvação, louvação, louvação 
                          A      D                E 
Do que deve ser louvado, ser louvado, ser  louvado 
                          D    G        A 
Meu povo, preste atenção, atenção, atenção 
                  E7 
Repare se estou errado 
   A6          C#7/G#   F#m7          B7/13              F#m7 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que é ruim de lado 
  B7/13         E7/9    A6     B7/13     F#m7  B7/13  Em7/9  A7/13  D7M 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que é ruim de lado 
  Em7/9      A7/13   D6/9    Am7                D7/9-   G7M 
E louvo pra começar,      da vida o que é bem maior 
          E7        C#m7  F#m7   Bm7//11          E7       A 
Louvo a esperança da gente,   na vida pra ser melhor 
       G7    C7/9    F#m7   B7/13-                   E7/9     A7   D6 
Quem espera sempre alcança,    três vezes salve a esperança 
       G7    C7/9    F#m7   B7/13-                   E7/9     A7   D6 
Quem espera sempre alcança,    três vezes  salve a esperança 
 Am7         D7/9   G7M   Bm7        E7                  A7M 
Louvo quem espera sabendo que pra melhor esperar 
  Cm7/11   F7        A#       A#m7/11        D#7/9     G#6 
Procede bem quem não pára de sempre  mais   trabalhar 
   G#m7  C#7/9   F#6          A7/13      D7/9   G   E   A 
Que só espera sentado quem se acha  conformaaaaaaaaado 
                        D     G        A 
Vou fazendo a louvação, louvação, louvação 
                          A      D                 E 
Do que deve ser louvado, ser louvado, ser  louvado 
                         D    G        A 
Quem tiver me escutando, atenção, atenção 
                     E7 
Que me escute com cuidado 
   A6          C#7/G#   F#m7          B7/13               F#m7 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que  é ruim de lado 
  B7/13         E7/9    A6     B7/13     F#m7  B7/13  Em7/9  A7/13  D7M 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que é ruim de lado 
      Em7/9    A7/13  D6/9        Am7              D7/9-   G7M 
Louvo agora e louvo sempre, o que grande  sempre é 
     E7/9       C#m7  F#m7   Bm7/11   E7           A 
Louvo a força do homem e  a  beleza   da mulher 
        G7    C7/9       F#m7   B7/13-          E7/9        A7       D6 
Louvo a paz pra haver na terra, louvo o amor que espanta a guerra 
        G7    C7/9       F#m7   B7/13-          E7/9        A7       D6 
Louvo a paz pra haver na terra, louvo o  amor que espanta a guerra 
  Am7      D7/9     G7M   Bm7    E7/9                  A7M 
Louvo a amizade do amigo, que comigo há de morrer 
 Cm7/11  F7       A#      A#m7/11   D#7/9          A#6 
Louvo a vida merecida, de quem morre pra  viver 
  G#m7    CE#7/9   F#6     A7/13    D7/9   G E  A 
Louvo a luta repetida, da vida pra não    
                         D    G         A 
Vou fazendo a louvação, louvação, louvação 
                          A      D                      E 
Do que deve ser louvado, ser louvado, ser louvado 
                       D    G        A                          E7 
De todos peço atenção, atenção, atenção falo de peito lavado 
   A6          C#7/G#   F#m7          B7/13                  F#m7 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que  é ruim de lado 
 B7/13         E7/9    A6    B7/13    F#m7  B7/13  Em7/9  A7/13  D7M 
Louvando o que  bem   merece,  deixo o que é ruim de lado 
        Em7/9  A7/13  D6/9      Am7            D7/9-   G7M 
Louvo a casa onde se mora,  de junto da companheira 
         E7/9         C#m7  F#m7                  Bm7/11    E7    A 
Louvo o jardim que se planta, pra ver  crescer a roseira 
          G7   C7/9     F#m7  B7/13-  E7/9            A7   D6 
Louvo a canção que se canta,   pra chamar a primavera 
          G7   C7/9     F#m7  B7/13-  E7/9            A7   D6 
Louvo a canção que se canta,   pra chamar a primavera 
Am7        D7/9        G7M    Bm7                     E7/9     A7M 
Louvo quem canta e não canta, porque não sabe cantar 
 Cm7/11     F7      A#    A#m7/11    D#7/9          G#6 
Mas que cantará na certa, quando enfim se apresentar 
 G#m7  C#7/9      F#6     A7/13  D7/9       G    E    A 
O dia certo e preciso, de toda a gente cantaaaaaaaaaaar 
                         D    G         A 
E assim fiz a louvação, louvação, louvação 
                            A      D                       E 
Do que vi pra ser louvado, ser louvado, ser louvado 
                           D    G        A 
Se me ouviram com atenção, atenção, atenção 
                    E7 
Saberão se estive errado 
   A6          C#7/G#   F#m7       B7/13                 F#m7 
Louvando o que  bem   merece,  deixando  ruim de lado 
  B7/13         E7/9    A6        G                    A   G   A 
Louvando o que  bem   merece,  deixando o ruim de lado 
    G             A    G   A      G                       A   G 
Deixando o ruim de lado,      deixando o  ruim de lado

Letra:

Vou fazer a louvação - louvação, louvação
Do que deve ser louvado - ser louvado, ser louvado
Meu povo, preste atenção - atenção, atenção
Repare se estou errado
Louvando o que bem merece
Deixo o que é ruim de lado

E louvo, pra começar
Da vida o que é bem maior
Louvo a esperança da gente
Na vida, pra ser melhor
Quem espera sempre alcança
Três vezes salve a esperança!

Louvo quem espera sabendo
Que pra melhor esperar
Procede bem quem não pára
De sempre mais trabalhar
Que só espera sentado
Quem se acha conformado

Vou fazendo a louvação - louvação, louvação
Do que deve ser louvado - ser louvado, ser louvado
Quem 'tiver me escutando - atenção, atenção
Que me escute com cuidado
Louvando o que bem merece
Deixo o que é ruim de lado

Louvo agora e louvo sempre
O que grande sempre é
Louvo a força do homem
E a beleza da mulher
Louvo a paz pra haver na terra
Louvo o amor que espanta a guerra

Louvo a amizade do amigo
Que comigo há de morrer
Louvo a vida merecida
De quem morre pra viver
Louvo a luta repetida
Da vida pra não morrer

Vou fazendo a louvação - louvação, louvação
Do que deve ser louvado - ser louvado, ser louvado
De todos peço atenção - atenção, atenção
Falo de peito lavado
Louvando o que bem merece
Deixo o que é ruim de lado

Louvo a casa onde se mora
De junto da companheira
Louvo o jardim que se planta
Pra ver crescer a roseira
Louvo a canção que se canta
Pra chamar a primavera

Louvo quem canta e não canta
Porque não sabe cantar
Mas que cantará na certa
Quando enfim se apresentar
O dia certo e preciso
De toda a gente cantar

E assim fiz a louvação - louvação, louvação
Do que vi pra ser louvado - ser louvado, ser louvado
Se me ouviram com atenção - atenção, atenção
Saberão se estive errado
Louvando o que bem merece
Deixando o ruim de lado

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Torquato Neto

Torquato Neto nasceu em Teresina, Piauí, em 1944. Mudou-se para Salvador, Bahia, aos 16 anos, onde conheceu Gilberto Gil , Caetano Veloso e foi assistente no filme Barravento, de Glauber Rocha.

Mudou-se mais tarde para o Rio de Janeiro. Conheceu os poetas Décio Pignatari e Augusto de Campos, o artista visual Hélio Oiticica e o cineasta Ivan Cardoso, com os quais colaboraria e manteria um diálogo crítico.

Torquato foi parte do grupo de artistas envolvidos com a Tropicália, assim como defendeu em seus artigos polêmicos outros movimentos atuantes na década de 60, como a Poesia Concreta e o Cinema Marginal, em especial o de Rogério Sganzerla, Júlio Bressane e Ivan Cardoso.

Um poeta desconhecido-muito-conhecido, através das letras de muitas canções famosas, os poemas de Torquato Neto seriam reunidos por Wally Salomão no volume "Os Últimos Dias de Paupéria", na década de 80. Em 2005, a Editora Rocco lançou os dois volumes de sua "Torquatália".

Torquato Neto cometeu suicídio aos 28 anos, no Rio de Janeiro, em 1972.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Geleia geral

A canção “Geleia Geral” representa uma síntese dos cânones do próprio movimento tropicalista, além de ser modelo de seu contorno poético. Seus versos contêm arremedos de ufanismo patriótico (“Formiplac e céu de anil / (...) / salve o lindo pendão dos seus olhos”) e citações, as mais diversas, explícitas ou implícitas, distribuídas por suas estrofes e o trecho declamado entre elas.

Há também alusões sarcásticas a passagens da literatura brasileira como o Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade (“Pindorama, país do futuro / (...) / com o roteiro do sexto sentido”), a “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias (“Minha terra é onde o sol é mais limpo”), ou a Memórias sentimentais de João Miramar, também de Oswald, conforme salienta o brasilianista Charles Perrone (em Masters of contemporary brazilian song).

Torquato e Gil
No refrão são abordados, no mesmo estilo destrambelhado, do folclore brasileiro ao rock and roll: “Ê, bumba-yê-yê-boi / ano que vem, mês que foi / É, bumba-yê-yê-yê / é a mesma dança meu boi.”

No aspecto musical, vale mencionar que este refrão é construído sobre a repetição de seis compassos, divididos em ternários e binários, fazendo o arranjo de Rogério Duprat citações de O Guarany, de Carlos Gomes (sob o verso declamado sobre as “relíquias do Brasil”) e da canção “All the Way”, após o verso “um elepê de Sinatra”. Essas considerações mostram a relevância da extensa e discutida letra que Torquato Neto, o teórico do tropicalismo, fez para “Geléia Geral”, composição gravada por Gilberto Gil em Panis et circensis, o disco básico da relativamente escassa discografia do movimento.

A expressão “Geleia Geral”, que também seria título de uma coluna de Torquato no jornal carioca Última Hora, em 71/72, tem sua origem anterior à canção: Décio Pignatari havia escrito para revista de literatura Invenção um artigo sobre os princípios da linguagem concretista, que terminava afirmando que “na geleia geral brasileira alguém tem que fazer o papel de medula e de osso”, referindo-se à postura do grupo concretista.

A ligação de Décio e dos irmãos Augusto e Haroldo de Campos com Caetano Veloso ensejou o aproveitamento da expressão (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Geleia Geral (1968) - Gilberto Gil e Torquato Neto - Intérprete: Gilberto Gil

LP Tropicália Ou Panis Et Circenses / Título da música: Geleia Geral / Torquato Neto (Compositor) / Gilberto Gil (Compositor) / Gilberto Gil (Intérprete) / Gravadora: Philips / Nº Álbum: R 765.040 L / Ano: 1968 / Lado A / Faixa 6 / Gênero musical: Tropicalismo / MPB.

Tom: E
[Intro] D  A  E

 E
Um poeta desfolha a bandeira
     A7
E a manhã tropical se inicia
     C7
Resplandente, cadente, fagueira
       D
Num calor girassol com alegria
      B7           E
Na geléia geral brasileira
         A                E
Que o jornal do Brasil anuncia

               A
Ê bumba iê iê boi
         C#m          F#m
Ano que vem, mês que foi
         A
Ê bumba iê iê iê
           F#m7   B7  E
É a mesma dança, meu boi  


"A alegria é a prova dos nove"
         A7
E a tristeza, teu Porto Seguro
       C7
Minha terra, onde o Sol é mais limpo
      D
Em Mangueira, onde o Samba é mais puro
   B7              E
Tumbadora na selva-selvagem
      A                E
Pindorama, país do futuro

                    A
É a mesma dança na sala
    F#m         E  B7
No Canecão, na TV

E quem não dança não fala

Assiste a tudo e se cala

Não vê no meio da sala
    A        B7    E
As relíquias do Brasil:
             C#m
Doce mulata malvada
     F#m      A  E  B7
Um elepê de Sinatra

Maracujá, mês de abril
               A
Santo barroco baiano
       B7
Super poder de paisano
     E                 A
Formiplac e céu de anil
         E  B7
Três destaques da Portela

Carne seca na janela

Alguém que chora por mim

Um carnaval de verdade

Hospitaleira amizade
   A         E  B7
Brutalidade, jardim


Plurialva, contente e brejeira
     A7
Miss linda Brasil diz: "bom dia"
        C7
E outra moça também, Carolina
   D
Da janela examina a folia
        B7                  E
Salve o lindo pendão dos seus olhos
       A         E
E a saúde que o olhar irradia


Um poeta desfolha a bandeira
        A7
E eu me sinto melhor colorido
     C7
Pego um jato, viajo, arrebento
        D
Com o roteiro do sexto sentido
    B7                   E
Voz do morro, pilão de concreto
   A                    E
Tropicália, bananas ao vento

Letra:

Um poeta desfolha a bandeira e a manhã tropical se inicia
Resplandente, cadente, fagueira num calor girassol com alegria
Na geléia geral brasileira que o Jornal do Brasil anuncia
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

A alegria é a prova dos nove e a tristeza é teu porto seguro
Minha terra é onde o sol é mais limpo e Mangueira é onde o samba é mais puro
Tumbadora na selva-selvagem, Pindorama, país do futuro
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

É a mesma dança na sala, no Canecão, na TV
E quem não dança não fala, assiste a tudo e se cala
Não vê no meio da sala as relíquias do Brasil:
Doce mulata malvada, um LP de Sinatra, maracujá, mês de abril
Santo barroco baiano, superpoder de paisano, formiplac e céu de anil
Três destaques da Portela, carne-seca na janela, alguém que chora por mim
Um carnaval de verdade, hospitaleira amizade, brutalidade jardim
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

Plurialva, contente e brejeira miss linda Brasil diz "bom dia"
E outra moça também, Carolina, da janela examina a folia
Salve o lindo pendão dos seus olhos e a saúde que o olhar irradia
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

Um poeta desfolha a bandeira e eu me sinto melhor colorido
Pego um jato, viajo, arrebento com o roteiro do sexto sentido
Voz do morro, pilão de concreto tropicália, bananas ao vento
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

sexta-feira, 21 de julho de 2006

Veleiro

Veleiro (1966) - Torquato Neto e Edu Lobo - Interpretação: Elis Regina

LP Elis / Título da música: Veleiro / Edu Lobo (Compositor) / Torquato Neto (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1966 / Nº Álbum: P 765.001 L / Lado A / Faixa 5 / Gênero musical: MPB.


Tom: E7+

E7+   C7+               E7+    C7+
Hei, ô! tá na hora e no tempo
                 Am7
Vamo lá que esse vento
D7/9-  G7+  C7/9  F#m7
Traz recado de partir
F7+      E7+    C7+
Beira de praia
                   E7+   C7+
Não faz mal que se veje
                Am7
Se o caminho da gente
F7+   F7    Em7/9    A7/9
Vai     pro mar
Em7   A7/9             Em7    A7/9
Hei, ô! tanta praia deixando
              Em
Sem saber até quando eu vou
Em/D
Quando eu vou
C7/9             B7(9/4) F7+
Quando eu vou voltar
E7+   C7+                E7+    C7+
Hei, ô! vou pra terra distante
                     Am7
Não tem mar que me espante
F7+   F7    Em7/9   A7/9
Não     tem não
B7+    D#m/A#
Anda
                 G#m7   C#7(9/4)
Vem comigo que é tempo
      C#7/9-        F#m7
Vem depressa que eu tenho
      B7/9-
Braço forte
         E7+    C7+
E o rumo certo
                 F#/E    E   C7+
Ah! que o dia tá per.....to
Que é preciso ir embora
Cm7   F7/9      Bb7+
Ah!       vem comigo
D#7/9   D7+    Bb7+
Nesse veleiro
                    D7+     Bb7+
: Tá na hora e no tempo
               D7+     Bb7+
Vamo embora no vento :

terça-feira, 18 de julho de 2006

Pra dizer adeus

Elis Regina e Zimbo Trio - 1966.
Pra dizer adeus (canção, 1966) - Edu Lobo e Torquato Neto - Interpretação: Elis Regina e Zimbo Trio.

CD Elis Regina No Fino da Bossa - Ao vivo, Volume 1 - Título da música: Pra dizer adeus / Edu Lobo (Compositor) / Torquato Neto (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Zimbo Trio (Intérprete) / Gravadora: Velas / Ano: 1994 / Álbum: 11-V030.V1 / Faixa 4 / Gênero musical: Canção.


Intro: A6/7 A5+/7 D7/9 D7/9- Gm7+
       C7/9 D#/F F5-/7 A#7+ D5+/7

  Gm6
Adeus
 D/F#         Fm6
Vou pra não voltar
 C/E               D#5-/6 C/D
E onde quer que eu vá
 D7/9-         Gm7+ D7/9+
Sei que vou sozinho
      Gm7+   D/F#
Tão sozinho amor
            Fm6
Nem é bom pensar
C/E               D#5-/6 C/D
Que eu não volto mais
D7/9-       Gm7+ C7/9
Desse meu caminho
F4   F5-/7       A#7+ G4
Ah, pena eu não saber
 G5-/7    Cm7  Cm7
Como te contar
                  A6/7 A5+/7
Que o amor foi tanto
       Am7        D7/9-  Gm6
E no entanto eu queria dizer
D/F#
Vem
            Fm6
Eu só sei dizer
C/E
Vem
         D#5-/6 C/D
Nem que seja só
D7/9-       Gm7+ D7/9+
Pra dizer adeus