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quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Sem Seu

Motivos de candomblé de Ilhéus, recolhido pelo maestro paraense Waldemar Henrique.

Sem Seu (motivos de candomblé, 1952) - Waldemar Henrique - Intérprete: Jorge Fernandes

LP 10' Música De Waldemar Henrique Na Interpretação De Jorge Fernandes / Título da música: No Jardim de Oeira / Waldemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gravadora: Sinter / Ano: 1956 / Nº Álbum: SLP 1064 / Lado B / Faixa 7 / Gênero musical: Ponto ritual / Folclore / Obs.: Jorge Fernandes é acompanhado ao piano pelo próprio Waldemar Henrique.



Sem Seu
É de Congoricó, miriti tome lá
É de Congoricó, miriti tome lá
Não posso te amar

Sem Seu
É de Congoricó, miriti tome lá
É de Congoricó, miriti tome lá
Não posso te amar

Sem Seu sou de Maionghê
Sem Seu não posso te amar
Neto de Aruanda
Filho de Yemanjá
Lá no meu sertão, ó bujanjo
Sou Ogã de Ori
Lá no meu sertão, ó bujanjo
Sou Ogã de Ori

No Jardim de Oeira


No Jardim de Oeira (ponto ritual, 1948) - Waldemar Henrique - Intérprete: Jorge Fernandes

LP 10' Música De Waldemar Henrique Na Interpretação De Jorge Fernandes / Título da música: No Jardim de Oeira / Waldemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gravadora: Sinter / Ano: 1956 / Nº Álbum: SLP 1064 / Lado B / Faixa 7 / Gênero musical: Ponto ritual / Folclore / Obs.: Jorge Fernandes é acompanhado ao piano pelo próprio Waldemar Henrique.



No Jardim de Oeira
Onde eu me criei
Lá tinha uma rosa
Nela eu me encantei
Aruê de minha São Benedito
Na coroa de anjo
Tem congá
Auê, auê, auá
Na coroa de anjo
Tem congá

Coco peneruê


Coco Peneruê (1934) - Waldemar Henrique - Intérprete: Jorge Fernandes

LP 10' Música De Waldemar Henrique Na Interpretação De Jorge Fernandes / Título da música: Coco Peneruê / Waldemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gravadora: Sinter / Ano: 1956 / Nº Álbum: SLP 1064 / Lado A / Faixa 7 / Gênero musical: Coco / Folclore / Obs.: Jorge Fernandes é acompanhado ao piano pelo próprio Waldemar Henrique.



Olha'o coco peneruê
Olha'o coco peneruá

'Sta nega é o coco de stambiro biro biro
Sta nega é o coco do stambiro biro á

Olha'o coco peneruê
Olha'o coco peneruá
Olha'o coco peneruê
Sacode o coco e olha o coco peneruá

Roda volante puxa avante manivela
Meu mano carrega nela e bota o azeite
No mancá
Tenho uma faca, uma pistola, uma riuna
Quando o cabra se arripuna
Bole em baixo o tiro pá!!!

Olha'o coco peneruê
Olha'o coco peneruá
Olha'o coco peneruê
Sacode o coco e olha o coco peneruá

Coco peneruê
Coco penuruá

Abaluaiê

Abaluaiê (ponto ritual, 1947) - Waldemar Henrique - Intérprete: Jorge Fernandes

Disco 78 rpm / Título da música: Abaluaiê / Waldemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Orquestra (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 30/12/1949 / Nº Álbum: 12988 / Data de lançamento: Março/1950 / Lado A / Gênero musical: Ponto ritual / Folclore.



Perdão Abaluaiê, perdão
Perdão a orixalá, perdão
Perdão a meu Deus do céu, perdão
Abaluaiê perdão


Ó rei do mundo
Perdão Abaluaiê
Ele veio do mar
Abaluaiê
Ele é forte, ele veio,
Abaluaiê
Salvar...(ritornelo)


A tô tô lu Abaluaiê
Cambône sala na muxila gôlô-ê
Cambône sala na muxila gôlô-ê

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Abá-Logum


Abá-Logum (1948) - Waldemar Henrique - Intérprete: Jorge Fernandes

LP 10' Música De Waldemar Henrique Na Interpretação De Jorge Fernandes / Título da música: Abá-Logum / Waldemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gravadora: Sinter / Ano: 1956 / Nº Álbum: SLP 1064 / Lado B / Faixa 4 / Gênero musical: Folclore / Obs.: Jorge Fernandes é acompanhado ao piano pelo próprio Waldemar Henrique.



Amanquê ojarê Abá-Logum ia coroa onirê
Abá-Logum ia coroa onirê
Abá-Logum ia coroa onirê

Abá-Logum ia coroa aiô
Ia manquera, ia manquerea
Ia manquera, undá
Abá-Logum ia coroa aiô

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Jorge Fernandes


Jorge Fernandes (Jorge de Oliveira Fernandes), cantor, nasceu no Rio de Janeiro/RJ em 5/6/1907 e faleceu em 19/3/1989. De família tradicional, cresceu em ambiente artístico e desde pequeno cantava musicas francesas, aprendendo piano e violão com os pais.


Quando começou a cantar músicas brasileiras, caracterizou seu estilo pela dicção cuidadosa, especializando-se em canções de inspiração folclórica. Apresentou-se pela primeira vez em público em 1929, cantando e acompanhando-se ao violão, no salão do Hotel Silva, em Cambuquira/MG, interpretando canções de Eduardo Souto, Denza e Tosti.

Em fevereiro do ano seguinte, começou a atuar na Rádio Sociedade, do Rio de Janeiro, onde também se apresentavam Inácio Guimarães, Ana de Albuquerque Melo, Gastão Formenti, Sílvio Salema e Paulo Rodrigues.

Em fins de 1929 gravou seu primeiro disco, na Odeon, A cabocla do arraiá (Pachequinho) e Amô de caboclo (Edite Lacerda e Celeste Gomes Filho), acompanhado ao violão por Tute e Luperce Miranda.

Formado em arquitetura em 1930, trabalhou como funcionário público até montar escritório com um amigo. Sem abandonar a carreira, em janeiro do ano seguinte deu seu primeiro recital, com Sônia Barreto e Homero Dornellas, acompanhado ao piano por Arnaldo Estrela.

Em 1932 lançou com sucesso e gravou na Columbia a canção Pierrot (Joubert de Carvalho e Pascoal Carlos Magno). A música foi apresentada como prólogo da peça de mesmo nome, de Pascoal Carlos Magno, estreada no Teatro João Caetano, do Rio de Janeiro. Nesse ano gravou várias músicas na Columbia, entre as quais os foxes-canção O dia em que te conheci (Aluísio da Silva Araújo) e Querer bem (Silvan Castelo Neto), as canções Dor (Joubert de Carvalho) e Pestinha (Silvan Castelo Neto), a valsa-canção Eu tinha um beijo para sua boca (Joubert de Carvalho e Cleomenes Campos).

Ainda nesse ano transferiu-se para a Victor, onde gravou, entre outras, a canção Caboclinho (Joubert de Carvalho e Olegário Mariano). No mesmo ano foi convidado a participar, como destaque, do Broadway Cocktail, no Cine Broadway, ao lado de Ary Barroso e Marília Batista. Apresentava-se também nas rádios Philips e Clube do Brasil.

Em 1933 casou e foi para São Paulo, gravando novamente na Odeon, onde ficou cinco anos, O que eu queria dizer ao teu ouvido (Hekel Tavares e Mendonça Júnior) e Minha terra (Valdemar Henrique).

Fez varias apresentações no Norte do país e em 1935 viajou para a Argentina, atuando na Rádio Stentor e em recitais em Buenos Aires. Retornou ao Rio de Janeiro para estrear na Rádio Tupi, gravando no ano seguinte, ainda na Odeon, as canções Querer bem não é pecado e Pingo d’água (ambas de Osvaldo de Sousa) e Pregões cariocas (João de Barro).

Em 1938 deixou a Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, para trabalhar na emissora do mesmo nome, de São Paulo, transferindo-se depois para a Rádio Cultura. Por essa época resolveu mudar seu nome artístico para George Fernandes e no ano seguinte, 1939, gravou na Columbia um de seus maiores êxitos, Meu limão, meu limoeiro (do folclore), em arranjo de Gaó.

Em 1942 gravou para a Columbia outro êxito, a canção Rolete de cana (Osvaldo Santiago e Dilu Melo). Deixou a Rádio Cultura dois anos depois e foi para a Rádio Globo, do Rio de Janeiro, transferindo-se mais tarde para a Rádio Nacional.

Em 1954 excursionou, a convite do Itamarati, por alguns países da América Latina, ao lado de Valdemar Henrique. No mesmo ano gravou para a Sinter o LP Essa nega fulô (sobre texto de Jorge de Lima e em parceria com Valdemar Henrique).

Quatro anos mais tarde lançou na Columbia outro LP Momentos românticos, no qual interpretava composições de seu irmão Armando Fernandes. Em 1959 percorreu vários paises da Europa, apresentando-se na televisão em Portugal e U.R.S.S., gravando canções brasileiras.


Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.

domingo, 28 de maio de 2006

Leilão


Leilão (cenas coloniais, 1933) - Hekel Tavares e Joracy Camargo - Intérprete: Jorge Fernandes

Disco 78 rpm / Título da música: Leilão / Tavares, Hekel, 1896-1969 (Compositor) / Camargo, Joracy, 1898-1973 (Compositor) / Fernandes, Jorge (Intérprete) / Orquestra Odeon de Salão (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: Odeon, 15/04/1933 / Nº Álbum: 11032 / Gênero musical: Cenas coloniais / Lado B.



---------------C -----------Am------------- Dm
De manhã cedo / Num lugar todo enfeitado
-----------E7 ---------Am----------- D7----------- G7
Nós ficava amontoado / Pra esperá os compradô
---------------Dm -------G7------------- C
Depois passava pela frente do palanque
---------Am------------- G------------ D7 ----------G7
Afincado ao pé do tanque / Que chamava “bebedô”
------------Dm -------G7 ------------C
E nesse dia minha véia foi comprada
-----------Am ------Dm----------- E7------------- Am----- C7
Numa leva separada / Pra um sinhô mocinho ainda
-------------F-------------- Fm-------- C
Minha veínha que era a frô dos cativeiro
--------Am ------------Dm7 -------G7 ----------C-------- G7
Foi inté mãe do terreiro / Da família dos Cambinho

---------------C-------------- Am---------- Dm
No mesmo dia em que levaram minha preta
----------E7------------- Am--------------- D7
Me botaram nas grilheta / Que é pra mode
---------------G7 --------------Dm7
De eu não fugi / E desde então
--------------G7 -------C ----------Am--------- G
O preto velho procurô // Ficou feio como eu tô
------------------D7 ------------G7
Mas como é grande esse Brasil
--------------Dm -------G7 ---------C
E quando veio de Isabel as alforria
---------Am -------------Dm --------E7 -------Am--------- C7
Procurei mais quinze dia / Mas a vista me faltou
---------------F------------ Fm-------- C
Só peço agora / Que me leve siá Isabel
-----------Am---------- Dm--------- G7 --------C
Quero vê se está no céu / Minha véia meu amô

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Minha Terra

Waldemar Henrique
Composta em 1923, "Minha Terra" antecipa a temática dos sambas exaltação que proliferaram na época do Estado Novo. Em sua letra estão "Este sol, este luar, estes rios e cachoeiras, estas flores e este mar", de presença assídua nas composições ufanistas. A diferença é que "Minha Terra", ao contrário das sucessoras, não é samba. Contava o autor, o paraense Waldemar Henrique, que a canção já era muito conhecida em Belém, antes de ser gravada pela primeira vez, em 1935, por Jorge Fernandes. O sucesso nacional, porém, só chegaria com a gravação de Francisco Alves, em 1946.

Minha Terra (canção, 1946) - Waldemar Henrique - Intérpretes: Jorge Fernandes (1935) e Francisco Alves (1946)

Disco 78 rpm / Título da música: Minha terra / Valdemar Henrique (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Gravação: 08/05/1935 / Lançamento: 06/1935 / Nº do Álbum: 11231 / Nº da Matriz: 5036 / Gênero musical: Canção / Coleções de origem: IMS, Nirez



Disco 78 rpm / Título da música: Minha terra / Valdemar Henrique (Compositor) / Francisco Alves (Intérprete) / Eduardo Patané (Acomp.) / Lírio Panicali (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Gravação: 08/01/1946 / Lançamento: 03/1946 / Nº do Álbum: 12680 / Nº da Matriz: 7980-1 / Gênero musical: Canção / Coleções de origem: Nirez, José Ramos Tinhorão, Humberto Franceschi, IMS D



Este Brasil tão grande amado
É meu país idolatrado
Terra do amor e promissão
Toda verde, toda nova
De carinho e coração

Na noite quente enluarada,
O sertanejo está sozinho
E vai cantar pra namorada
No lamento do seu pinho
E o sol nasce atrás da serra
A tarde em festa rumoreja
Cantando a paz da minha terra
Na toada sertaneja

Este sol, este luar
Estes rios e cachoeiras
Estas selvas, este mar
Este mundo de palmeiras
Tudo isto é teu, ó meu Brasil
Deus foi quem te deu
Ele por certo é brasileiro
Brasileiro como eu.


Fontes: Instituto Moreira Salles - Acervo musical; A Canção no Tempo - Volume 1 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Meu limão, meu limoeiro

Jorge Fernandes
Não se sabe com segurança a origem deste tema folclórico, que o pernambucano José Carlos Burle aproveitou. O fato, porém, é que ele seria gravado várias vezes com sucesso, destacando-se as interpretações de Jorge Fernandes e da dupla Sílvio Caldas-Gidinho (em 1937) e, vinte anos depois, a de Inezita Barroso.

Apesar de existir no selo do disco de Fernandes (Columbia n° 8335) a indicação "folclore recolhido na Bahia por O. Cardoso de Menezes e Francisco Pereira", há indícios de que sua origem seja européia, sendo o tema conhecido na Alemanha e na Holanda (teria sido trazido para o Nordeste pelos holandeses?).

Com o título de "Lemon Tree" e acentuações rítmicas adequadas ao gênero country, foi ainda gravado nos Estados Unidos. Existem duas letras para a segunda parte de "Meu Limão, Meu Limoeiro", a primeira provavelmente de Burle e a segunda, de acordo com Inezita Barroso, retirada de quadrinhas populares nordestinas.

Mas a trajetória da composição não pára por aí, prosseguindo vitoriosamente em 1966, quando Wilson Simonal, instigado pelo jornalista Sérgio Porto, regravou-a numa versão adaptada ao estilo "pilantragem", que o consagrara. Essa versão, em síntese, juntava uma roupagem dançante criada pelo cantor Chris Montez para os clássicos americanos, muito em voga na ocasião, a alterações melódicas que incluíam especialmente blue notes. Tal versão conquistou o público jovem, que sequer conhecia a melodia e a divisão originais.

Meu limão, meu limoeiro (samba-sertanejo, 1937) - Tema popular

Disco 78 rpm / Título da música: Meu limão meu limoeiro / Tema popular / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gaó e Sua Orquestra (Acomp.) / Gravadora: Columbia / Gravação: 1937 / Lançamento: 12/1937 / Nº do Álbum: 8335-B / Nº da Matriz: 3605-1 / Gênero musical: Toada / Coleções de origem: Nirez, Humberto Franceschi



Disco 78 rpm / Título: Meu limão, meu limoeiro / Tema popular / José Carlos Burle (Arranjo) / Gidinho (Intérprete) / Sílvio Caldas (Intérprete) / Orquestra Copacabana sob Direção de Simon Bountman, ca1900-1977 (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Gravação: 01/06/1937 / Lançamento: 07/1937 / Nº do Álbum: 11487 / Nº da Matriz: 5587 / Gênero musical: Samba sertanejo / Coleções de origem: IMS, Nirez


---------D7+-----A7----D7+--A7---D7+ ---D#º--Em7/9
Meu limão meu limoeiro, / Meu pé de jacarandá,

A7/13--- Em7/9 --A7/13-- Em7/9 ---A7/13 --Em7/9 --A7/13-- D7+ A7
Uma-- vez,--- tindo--- lelê, /--- --- Outra--- vez,--- tindo------ lalá.

Morena, minha morena / Corpo de linha torcida
Queira Deus você não seja / A perdição da minha vida.

Quem tem amores não dorme / Nem de noite nem de dia,
Dá tantas voltas na cama, / Como peixe n'agua fria.

A folhinha do Alecrim, / Cheira mais quando pisada,
Há muita gente que é assim, / Quer mais bem, se desprezada
.


Fontes: Instituto Moreira Salles - Acervo musical; A Canção no Tempo - Vol. 1 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34.

quinta-feira, 20 de abril de 2006

Pierrot

O teatrólogo Pascoal Carlos Magno procurava uma canção inédita para a abertura de sua peça "Pierrô", prestes a estrear. Além de romântica, a canção deveria explorar o timbre agudo de Jorge Fernandes, o cantor escolhido para interpretá-la. Todos esses requisitos seriam preenchidos por Joubert de Carvalho, que compôs a tempo, sobre uma letra de Pascoal, a dramática canção "Pierrô" ( "Arranca a máscara da face, Pierrô / para sorrir do amor / que passou..."), sucesso no palco e no disco.

Pierrot (valsa-canção, 1932) - Joubert de Carvalho e Paschoal Carlos Magno

Disco 78 rpm / Título da música: Pierrot [Pierrô] / Joubert de Carvalho (Compositor) / Pascoal Carlos Magno (Compositor) / Jorge Fernandes (Intérprete) / Gravadora: Columbia / Gravação: 1931 / Lançamento: 03/1932 / Nº do Álbum: 22080-b / Nº da Matriz: 381154-2 / Gênero musical: Canção / Coleções de origem: Nirez, Humberto Franceschi


(Em)-------------------------- Am
Há sempre um vulto de mulher
------Em-------------------- B7------- E
Sorrindo / Em desprezo à nossa mágoa
-------------------- Gbm---- B7
Que nos enche os olhos d’água

---(E)-------- E------------------------ B7
Pierrot, Pierrot ! ... / Teu destino tão lindo
-----------------------------Gbm
É sofrer, é chorar toda a vida
----------------B7------------ B7/5--------- B
Por amor, do amor, de alguém ... de alguém
--------E7----------------- A------- Db°
Arranca a máscara da face, Pierrot,
------------E -------B7---- E----- Em
Para sorrir do amor / Que passou

----------------------------Am------- Em----------- B7----- E
Deixar de amar não deixarei / Porque o amor feito saudade
--------------- Gbm---B7----- (E)------- E
É a maior felicidade /------- Pierrot, Pierrot ! ....



Fontes: Discografia Brasileira - IMS; Instituto Moreira Salles.