sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Casa de páia

Alvarenga e Ranchinho

Ó que saudade que eu tenho,
Que doce recordação
Da minha casa de páia
Que eu deixei lá no sertão

Neste tempo eu fui amado
Por um anjo divinar
Minha casinha de páia
Era meu doce idear.

Parecia uma frô de taipa,

sonhando no matagar
Parecia uma frô de taipa,
sonhando no matagar

Ó que saudade que eu tenho,
Que doce recordação
Da minha casa de páia
Que eu deixei lá no sertão

Na casinha pequenina
Não houve nunca lamento
Suportou a chuva forte,
Suportou os pé de vento.

Era pequenina por fora mas muito
maior por dentro
Era pequenina por fora

mas muito maior por dentro

Ó que saudade que eu tenho,
Que doce recordação
Da minha casa de páia
Que eu deixei lá no sertão

Lá dentro dessa casinha
Viveu meu amor profundo
Lá viveu a minha bela,
Fia do Chico Raimundo

A casa menor da terra, o amor maior do mundo
A casa menor da terra o amor maior do mundo

Ó que saudade que eu tenho,
Que doce recordação
Da minha casa de páia
Que eu deixei lá no sertão

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