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domingo, 19 de setembro de 2010

A vida é um jardim onde as mulheres são as flores

Vicente Celestino
A vida é um jardim onde as mulheres são as flores (fado-tango, 1924) - Zeca Ivo e Freitinhas (José Francisco de Freitas) - Intérprete: Vicente Celestino

Disco selo: Odeon R / Título da música: A vida é um jardim onde as mulheres são as flores / José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / Zeca Ivo (Compositor) / Vicente Celestino (Intérprete) / Orquestra (Acomp.) / Nº do Álbum: 122793 / Lançamento: 1925 / Gênero musical: Tango / Coleção: IMS


Ao ver o céu estrelas sem sapato
Ouvindo o mar tão belo tão profundo
Suponho ver num astro debruçado
Deus me apotento jóias deste mundo
Além a ponte triste romoreica
Cortando os ares cruzam passarinhos
Porém minh’alma que também dardeja
Enveredou feliz noutros caminhos

Deus por certo bem conhece
Uma jóia que floresce
Sem a luz do sol sequer
Sim eu juro com firmeza
Que o tesouro com certeza
Só no peito da mulher

Minh’alma segue triste na jornada
Pois necessita como quê sonhando
Gotas de luz que ficam pela estrada
Parecem flores pelo chão brotando
Precisa que a gente chama a vida
Sou jardineiro certo trovadores
Por onde o peito a jarra preferida
Onde as mulheres são mimosas flores




Vênus

Zezé Leone (Santos - SP), a primeira Miss Brasil - Abril/1923

Vênus (fox-trot, 1923) - Freitinhas (José Francisco de Freitas) - Intérprete: Carlos Lima

Por volta de 1920, o compositor e pianista José Francisco de Freitas, (1897 - 13/2/1956 Rio de Janeiro, RJ), também conhecido como Freitinhas, teve suas primeiras composições gravadas - os tangos "A vida é um sonho" e "Suspiram que sangram" - pelo cantor Brandão na Odeon.

Em 1923, conheceu seu primeiro grande sucesso, o fox-trot "Vênus", gravado por Carlos Lima na Odeon. Desse fox-trot a casa Wehrs editou um número recorde de 50 mil partituras em todo o Brasil e foi dedicada pelo autor a santista Zezé Leone, vencedora do primeiro concurso de beleza no Brasil.

Disco selo: Odeon R / Título da música: Venus / José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / Carlos Lima (Intérprete) / Nº do Álbum: 122474 / Lançamento 1923 / Gênero musical: Fox-Trot / Coleção: IMS



Oh! Movei sem ânsia palpitar
E no sonho divinal em flor
Risonha vida
Feliz beijar
O teu jardim, amor

O azul etéreo e precioso
Qual o éter suave e cristalino
Veio no astro o sorriso
E dolorosa divina
Caiu ao chão
Total solidão

Em atenção
A soluçar
Um triste pranto
Pois afinal já vi chorar uma só flor
Prega o excelente
O vinho tinto
Por encanto
És carinhosa suave rosa, meiga flor

Pálida lua pôs-se a rir
Raio orvalhado
Seus verdes olhos derramavam com ternura
A tua luz a implorar
Em beijos ternos prolongar
E orvalhava-se a teus pés a formosura

Com a luz serena do luar
Foi que comecei comprender
A salsa pena, salsa de apanhar
Agora seu sofrer
Na ilusão celeste do mistério
Qual um éter suave e cristalino
Foi no abandono etéreo
E com fito divino
Para a flor descer do andor

Vem aceitando a soluçar
Um triste pranto
Em lacrimosa decorar uma só flor
E mais além tinha sofrido
Por engano
E carinhosa suavizou a meiga flor

Pálida lua pôs-se a rir
Raio orvalhado
Seus verdes olhos derramavam com ternura
A tua luz a implorar
Em beijos ternos prolongar
E orvalhava-se a teus pés a formosura



Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Dondoca

Zaíra de Oliveira
Dondoca (marcha/carnaval, 1927) - José Francisco de Freitas (Freitinhas) - Intérpretes: Zaíra de Oliveira e J. Gomes Júnior

Disco selo: Odeon R / Título da música: Dondóca / José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / J. Gomes Júnior (Intérprete) / Zaíra de Oliveira (Intérprete) / Orquestra (Acomp.) / Nº do Álbum: 123250 / Nº da Matriz: 1095 / Lançamento: 1927 / Gênero: Marcha carnavalesca / Coleções: IMS, Nirez


Meu Deus! Meu Deus!
Que triste vida
Todos me chamam de comida
Porque eu ando só!

Não treme tanto a gelatina
Que o caldo entorna da terrina
Eu viro pão-de-ló

Dondoca, Dondoca
Anda depressa
Que eu belisco essa pernoca

Minha Dondoca, Dondoquinha
Tu és de fato, és da pontinha
Tem pena do tatu

Eu ando sempre envergonhada
A toda hora beliscada
Que praga de urubu

Vou dar o fora, vou pra casa
Estou nervosa, estou em brasa
Ó céus, que maldição

Eu vou a pé a Cascadura
Vou espiar na fechadura
O teu velho babão

Eu vi Lili

Eu vi Lili (fox/carnaval, 1926) - Freitinhas (José Francisco de Freitas) - Intérprete: Pedro Celestino

Disco selo: Odeon R / Título da música: Eu vi Lili.../ José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / Pedro Celestino (Intérprete) / Jazz Band Sul-Americano Romeu Silva (Acomp.) / Nº do Álbum: 122977 / Lançamento: 1926 / Gênero musical: Marcha Canção / Coleções: IMS, Nirez


Em teus olhinhos vejo
Que tu tens o desejo
Quando desinquieto ele estava
Junto a uma zinha
Toda gente assim cantava: (x2)

Eu vi / Eu vi
Você bolinar
Lili / Lili
Quando beliscava assim
Ela nervosa, enfim
Ficou ao ver-me ali (x2)

Quando ele pisca, pisca
A zinha pega a isca
Quando no escuro escutava
Sua risadinha
A gente assim cantava: (x2)

Eu vi / Eu vi
Você bolinar
Lili / Lili
Quando beliscava assim
Ela nervosa, enfim
Ficou ao ver-me ali

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Miserê

Em Miserê, o compositor e pianista José Francisco de Freitas, mais conhecido como Freitinhas faz um jogo com a palavra miséria e a frase "Miserere nobis" (tende piedade de nós), entoada pelo padre na missa. Dá a entender que, ao pobre, resta crer em Deus e esperar Dele a piedade. Além disso, a canção faz menção a religiosidade plural do brasileiro que crê nas entidades de religiões diversas.

O sincretismo pode ser interpretado como uma consequência da miséria – embora, como é sabido, tenha origem muito antes, na mistura das culturas jesuíticas, indígenas e africanas. O carioca, ao se ver miserável, apela para todas as religiões.

Miserê (samba, 1924) - Freitinhas

O padre diz miserê
Meserere nobis
Miserê

Fui na igreja
E rezei com muita fé
No espiritismo
Eu acredito em Pai André

Na lei da Bíblia
Eu cantei com muita fé
Fui na macumba
Mas adotei o candomblé



Fonte: Fernando Satt - Crônicas Musicadas de Uma Cidade - Representações do Rio de Janeiro

domingo, 16 de abril de 2006

Dorinha, meu amor

Depois de obter vários sucessos em tempo de marcha - todos com nomes femininos: "Zizinha", "Dondoca", "Lili" -, José Francisco de Freitas resolveu mudar de gênero, apresentando em ritmo de samba "Dorinha, Meu Amor", sua heroína para o carnaval de 29.

E tal como as antecessoras, "Dorinha" foi grande sucesso, com um detalhe a mais: ressuscitou vinte e oito anos depois, numa reedição da gravação original, entrando por algumas semanas na relação das mais tocadas nas rádios.

Além de usar o teatro de revista, Freitinhas tinha um método muito eficaz para divulgar suas composições: percorria o corso e as batalhas de confete da cidade, com uma bandinha executando as músicas e distribuindo as letras aos foliões.

Dorinha, meu amor (samba/carnaval, 1929) - José Francisco de Freitas (Freitinhas) - Intérprete: Mário Reis

Disco 78 rpm / Título da música: Dorinha!... meu amor / José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / Mário Reis (Intérprete) / Orquestra Pan American (Acomp.) / Gravadora: Odeon / Nº do Álbum: 10299-a / Nº da Matriz: 2126 / Gravação: Outubro/1928 / Lançamento: Dezembro/1928 / Gênero musical: Samba apaixonado / Coleções: IMS, Nirez


------C
Dorinha meu amor
---------------C/E---Ebº-- Dm
Porque me fazes cho...rar?

E sou um pecador
------------G7---------C
E sofro só por te amar
--------- E7
Não sei qual a razão
----------------- Am
Que eu sofro tanto assim
--------- E7-----------Am
Castigo sim, castigo sim
--------E7
Imploro a Deus
------------------ Am
Para vencer o teu amor
-----------E7------ Am
O teu amor, amor


------- E7
Dorinha juro que
------------Am
Só pensarei em ti
------- E7
Somente em ti
-----Am
Somente em ti
-------E7
Só tu que podes dar
-------- Am
Alívio a esta dor
-----------E7----------Am
Ao teu cantor, cantor


Fonte: A Canção no Tempo - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Vol. 1 - Editora 34

segunda-feira, 3 de abril de 2006

Zizinha

Carmen Lobato na
revista Ai! Zizinha
A melodia simples, o ritmo alegre, saltitante, a letra satírica, bem humorada, com pitadas de malícia ( "Zizinha / Zizinha / Zizinha / Zizinha / Ô vem comigo / Vem minha santinha / Também quero / Tirar uma casquinha...."), enfim, as principais características da marcha carnavalesca já estão presentes em "Zizinha" e outras peças do gênero lançadas na década de 1920.

De diferente mesmo das marchas que vieram nas décadas seguintes, pode-se notar somente uma certa analogia rítmica com o fox-trote e o charleston. Zizinha tem entre seus autores José Francisco de Freitas, um dos principais responsáveis pela fixação da marchinha.

Zizinha (marcha / carnaval, 1926) - José Francisco de Freitas - Intérprete: Fernando

Disco selo: Odeon R / Título da música: Zizinha / José Francisco de Freitas "Freitinhas" (Compositor) / Fernando (Intérprete) / Coro do Jazz Band Sul Americano Romeu Silva (Acomp.) / Nº do Álbum: 122942 / Lançamento: 1926 / Gênero musical: Marcha da Folia / Coleções: IMS, Nirez



Por ser deveras conhecida / palavra, eu ando aborrecida
em qualquer lugar / quando passear
sou muito perseguida / o meu tormento não tem fim
nunca pensei sofrer assim / velhos e mocinhos
pedem-me beijinhos / dizendo, enfim , prá mim

Zizinha, Zizinha / Zizinha, Zizinha
ó, vem comigo, vem / minha santinha
também quero tirar uma casquinha

Noutro dia num bondinho / um coronel muito velhinho
deu-me um beliscão / pegou-me na mão
tais coisas fez enfim / que quando olhei admirada
até parece caçoada / ainda suspirou
os olhos revirou / dizendo assim prá mim

Zizinha, Zizinha...



Fontes: A Canção no Tempo - 85 anos de Música Brasileira Vol. 1: 1901-1957, 1a edição, 1997, editora 34; Instituto Moreira Salles; Discografia Brasileira - IMS.

sexta-feira, 31 de março de 2006

Freitinhas

Freitinhas

José Francisco de Freitas, o Freitinhas, foi compositor e instrumentista. Nasceu no Rio de Janeiro no ano de 1897 e faleceu em 13 de fevereiro de 1956. Estudou piano e teve aulas iniciais de composição com Francisco Braga, compondo sua primeira música aos oito anos, a valsa Treze de Setembro. Em 1912 publicou a valsa Tarde e, dois anos depois, Amor que engana, despertando atenção como autor.


A partir de 1918 começou a escrever partituras para revistas e burletas do teatro musicado, compondo para a revista Zé dos Pacotes, de Miguel Santos, que marcou sua estréia no gênero. Aos 21 anos começou a atuar também como pianista, na Casa Carlos Wehrs.

Em 1923 já havia editado nessa casa 64 composições. No mesmo ano obteve seu primeiro grande sucesso, com o fox-trot Vênus, dedicado a Zezé Leone, vencedora de concurso nacional de beleza. Três anos depois, lançou-se como compositor de músicas para o Carnaval, com a marcha Zizinha (com Carlos Bittencourt e Cardoso de Meneses), lançada na burleta de Freire Júnior Ai, Zizinha. Obteve sucesso também com outras músicas, grandemente influenciadas pelo charleston, entre as quais Eu vi Lili. Por essa época, animava bailes, regendo uma pequena orquestra, no estilo jazz band, com um repertório que incluía suas composições carnavalescas. Para divulgá-las, mandava imprimir folhetos com a letra e a partitura, que distribuía gratuitamente.

Em 1927, sua marcha Dondoca obteve sucesso tão grande que seus editores, a Casa Carlos Wehrs, lhe deram uma medalha de ouro. A marcha foi lançada pela atriz Margarida Max na revista Sol nascente, de Carlos Bittencourt, Cardoso de Meneses e Alfredo Pujol. Dois anos depois, apesar do sucesso de Dorinha, meu amor, sua popularidade começou a declinar pelo surgimento de nova geração de compositores carnavalescos.

No Carnaval de 1933 ainda obteve prêmio da prefeitura carioca com Não faço questão de cor, desaparecendo do cenário carnavalesco e limitando-se a novas apresentações em revistas de teatro.

Principais obras

Dorinha, meu amor, marcha, 1929; Eu vi Lili, marcha, 1926; Miserê, samba, 1924; Vênus, fox-trot, 1923; Zizinha (com Carlos Bittencourt e Cardoso de Meneses), marcha, 1926.

Letras de músicas no site








Algumas obras

01 Canção da mocidade (marcha) - Intérprete: Banda do Corpo de Bombeiros - Gravadora Odeon - Álbum 112619 - Gravação 1915-1921 - Lançamento 1915-1921 - Lado único - Disco 78 rpm; 02 O sabiá (canção sertaneja) - Intérprete: Bahiano - Gravadora Odeon - Álbum 121532 - Gravação 1915-1921 - Lançamento 1915-1921 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 03 Baú enferrujado (samba) - Intérprete: Fernando - Acompanhamento Coro - Gravadora Odeon - Álbum 122852 - Gravação 1921-1926 - Lançamento 1921-1926 - Lado único - Disco 78 rpm; 04 Pra que você tem (samba) - Intérprete: Fernando - Composição com Orlando Vieira - Acompanhamento Coro e Jazz Band Sul Americano Romeu Silva - Gravadora Odeon - Álbum 122850 - Gravação 1921-1926 - Lançamento 1921-1926 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 05 Suspiros que sangram (tango) - Intérprete: Herócles Brandão - Gravadora Odeon - Álbum 122454 - Gravação 1921-1926 - Lançamento 1921-1926 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 06 A bola preta (marcha carnavalesca) - Intérprete: Grupo do Moringa - Gravadora Odeon - Álbum 122003 - Gravação 1921-1926 - Lançamento 1921-1926 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 07 Não chora neném (maxixe) - Intérpretes: American Jazz Band - Sílvio de Souza - Gravadora Odeon - Álbum 123045 - Gravação 1925-1927 - Lançamento 1925-1927 - Lado único - Disco 78 rpm; 08 Salomé, meu bem (maxixe) - Intérprete: American Jazz Band de Sílvio de Souza - Gravadora Odeon - Álbum 123038 - Gravação 12/1925 - Lançamento 07/1927 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 09 És a minha assombração (samba) - Intérprete: Frederico Rocha - Gravadora Odeon - Álbum 123256 - Gravação 1925-1927 - Lançamento: 1925-1927 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 10 Salve a rainha (valsa lenta) - Intérprete:Pedro Celestino - Acompanhamento Orquestra Pan American do Cassino Copacabana - Gravadora Odeon - Álbum 123308 - Gravação 1925-1927 - Lançamento 1925-1927 - Lado indefinido - Disco 76 rpm; 11 Mexe baiana (maxixe) - Intérprete: Orquestra Pan American - Gravadora Odeon - Álbum 10034 - Gravação 00/1927 - Lançamento 00/1927 - Lado B - Disco 78 rpm; 12 Sempre a chorar (modinha) - Intérprete: Augusto Calheiros - Gravadora Odeon - Álbum 10075 - Gravação 00/1927 - Lançamento 00/1927 - Lado B - Disco 78 rpm; 13 Revivendo o passado (valsa) - Intérprete: Pedro Celestino - Gravadora Odeon - Álbum 123309 - Gravação 00/1927 - Lançamento 00/1927 - Lado único - Disco 78 rpm; 14 Lulu... acende a luz (canção) - Intérprete: Francisco Alves - Composição com Luiz Iglesias - Gravadora Odeon - Álbum 10251 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado A - Disco 78 rpm; 15 Que pequena levada (charleston) - Intérprete: Francisco Alves e Rosa Negra - Gravadora Odeon - Álbum 10154 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado B - Disco 78 rpm; 16 Meu suquinho (marcha) - Intérprete: Francisco Alves - Composição com Lamartine Babo - Gravadora Odeon - Álbum 10154 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado A - Disco 78 rpm; 17 Loló (marcha) - Intérprete: Francisco Alves - Gravadora Odeon - Álbum 10179 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado A - Disco 78 rpm; 18 O gaúcho (canção) - Intérprete: Francisco Alves - Gravadora Parlophon - Álbum 12816 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado A - Disco 78 rpm; 19 Uma noite de serenata (seresta) - Intérprete: Francisco Alves - Gravadora Parlophon - Álbum 12816 - Gravação 00/1928 - Lançamento 00/1928 - Lado B - Disco 78 rpm; 20 Não dou palpite (marcha) - Intérprete: Francisco Alves - Gravadora Odeon - Álbum 10353 - Gravação 00/1929 - Lançamento 00/1929 - Lado A - Disco 78 rpm; 21 No grajaú, Iaiá (samba de elite) - Intérprete: Mário Reis - Composta com Dan Malio Carneiro - Gravadora Odeon - Álbum 10576 - Gravação 1929-1930 - Lançamento 03/1930 - Lado A - Disco 78 rpm; 22 Capricho de mulher (samba) - Intérprete: Mário Reis - Gravadora Odeon - Álbum 10539 - Gravação 00/1930 - Lançamento 00/1930 - Lado A - Disco 78 rpm; 23 Gueishinha (samba) - Intérprete: Sebastião Rufino - Gravadora Brunswick - Álbum 10130 - Gravação 00/1930 - Lançamento 00/1931 - Lado B - Disco 78 rpm; 24 Eu não posso perder pra você (marcha) - Intérprete: Gastão Formenti - Gravadora Brunswick - Álbum 10136 - Gravação 00/1930 - Lançamento 00/1931 - Lado B - Disco 78 rpm; 25 O retrato da mulher que a gente gosta (samba) - Intérprete: Januário de Oliveira - Gravadora Columbia - Álbum 5185 - Gravação 00/1930 - Lançamento 1930-1931 - Lado B - Disco 78 rpm; 26 Eu sou é ulio (marcha) - Intérprete: Sílvio Salema / Gravadora Victor - Álbum 33257 - Gravação 00/1930 - Lançamento 00/1930 - Lado A - Disco 78 rpm; 27 Beijo azul (tango) - Intérprete: Sônia Barreto - Composta com Osvaldo Santiago - Gravadora Victor - Álbum 33474 - Gravação 00/1931 - Lançamento 00/1931 - Lado A - Disco 78 rpm; 28 Alma perversa (tango) - Intérprete: Francisco Alves - Composto com João Rossi - Acompanhamento Orquestra Copacabana - Gravadora Odeon - Álbum 10815 - Gravação 10/06/1931 - Lançamento 1931/1931 - Lado B - Disco 78 rpm; 29 Sapeca (marcha carnavalesca) Intérprete: Celeste Leal Borges - Acompanhamento Orquestra Copacabana - Gravadora Odeon - Álbum 10741 - Lançamento 01/1931 - Lado A - Disco 78 rpm; 30 Mulata macumbeira (samba) - Intérprete: Celeste Leal Borges - Composta com Domingos Magarinos - Acompanhamento Orquestra Copacabana - Gravadora Odeon - Álbum 10741 - Lançamento 01/1931 - Lado B - Disco 78 rpm; 31 Não faço questão de cor (marcha) - Intérprete: Castro Barbosa - Gravadora Odeon - Álbum 10954 - Gravação 00/1932 - Lançamento 00/1933 - Lado A - Disco 78 rpm; 32 Flor do mato (canção) - Intérprete: Augusto Calheiros - Composição com Zeca Ivo - Gravadora Odeon - Álbum 11021 - Gravação 00/1933 - Lançamento 00/1933 - Lado B - Disco 78 rpm; 33 Mal de amor (marcha) - Intérprete: Leonel Faria - Álbum 11103 - Gravação 00/1934 - Lançamento 00/1934 - Lado B - Disco 78 rpm; 34 Questão de raça (marcha) - Intérprete: Arnaldo Amaral - Composta com Zeca Ivo - Gravadora Columbia - Álbum 22260 - Lançamento 01/1934 - Lado indefinido - Disco 78 rpm; 35 Teu passarinho (marcha) - Intérprete: Almirante - Composta com José B. de Abreu - Gravadora Odeon - Álbum 11304 - Gravação 00/1935 - Lançamento 00/1936 - Lado A - Disco 78 rpm; 36 Boquinha de carmin (marcha) -Intérprete: Carlos Galhardo - Composta com Marco Antonio - Gravadora Odeon - Álbum 11451 - Gravação 00/1936 - Lançamento 00/1937 - Lado B - Disco 78 rpm; 37 Um minuto de felicidade (valsa) - Intérprete: Gastão Formenti - Composta com Valfrido Silva - Gravadora Odeon - Álbum 11590 - Gravação 00/1938 - Lançamento 00/1938 - Lado A - Disco 78 rpm; 38 Confissão (canção) - Intérprete: Pedro Celestino - Composta com Adollar e Pedro Celestino - Gravadora Odeon - Álbum 12791 - Gravação 00/1947 - Lançamento 00/1947 - Lado A - Disco 78 rpm.



Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha - São Paulo, 1998.