domingo, 9 de julho de 2006

Cuerdas de mi guitarra

Cuerdas de Mi Guitarra (pasodoble, 1941) - Agustín Lara - Canções latinas - Interpretação: Genaro Salinas


D          D#    D 
Cuerdas de mi guitarra
        D#    D
que en dulces ayes
Gm F D#  D
sonando van.

Lloren que cuando lloran
tambien mis ojos
llorando estan.(mismas notas que la estrofa anterior)

D      D#               D
Canta guitarrica de mi vida
D#                     D
que al oir tus dulces notas
D#     Cm  D#  D
muero de alegría.(2)

Gm          F
Ah, ah, ah, ah
            D#
Ah, ah, ah, ah
             D
Ah, ah, ah, ah
D7 G
A mor
de mi cielo andaluz
                   F# Am
es la copla que canto yo
                     D7
sol de mi cielo español
                   Am D7 G
sangre brava en mi corazón

*
A#        F        A#
Canta guitarra por mi
        F     A#
por mi raza cañi
F     A#
canta tu.


Cm
Tu
                G
tu si sabes cantar
                D# D   G
tu si sabes llorar por mi.

Cifras e letras de bolero


Relação de letras, cifras e músicas do gênero bolero

Boleros - Letra AB

Boleros - Letra C

Boleros - Letra D

Boleros - Letra E

Boleros - Letra FJ

Boleros - Letra L

Boleros - Letra M

Boleros - Letra N

Boleros - Letra OP

Boleros - Letra QR

Boleros - Letra S

Boleros - Letra T

Boleros - Letra UZ


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Compositores e intérpretes do bolero

As origens do Bolero

Origens do Bolero

O bolero é o ritmo musical adaptado da clássica balada às raízes afro-espanholas, que se desenvolveu em Cuba, Porto Rico, República Dominicana e México. O nascimento do gênero foi na cidade de Santiago de Cuba, em Cuba, provavelmente em 1885 com o aparecimento de Tristezas, de autoria de José Pepe Sánchez:

Tristezas me dan tus quejas, mujer / Profundo dolor que dudes de mí / No hay pena de amor que deje entrever / Cuánto sufro y padezco por ti. / La vida es adversa conmigo / No deja ensanchar mi pasión / Un beso me diste un día / Lo guardo en mi corazón.(...). Por este motivo motivo diz-se que Cuba é a "Mãe" do bolero.

Surgiram dezenas de grandes compositores e intérpretes latino-americanos como, por exemplo, Oswaldo Farrés e Gonzalo Roig (Cuba), Rafael Hernández e Pedro Flores (Porto Rico), Agustín Lara, María Grever e Consuelo Velasquez (México), Lucho Gatica (Chile), Mario Clavell e Gregorio Barrios (Argentina) e tantos outros.

Alguns desses mestres da música romântica já foram inseridos na seção "protagonistas". A seguir um resumo dos compositores, intérpretes e das obras-primas românticas de Cuba, México e Porto Rico.

Bolero em Cuba

O primeiro bolero de fama internacional foi Aquellos ojos verdes (1929), composto pelo cubano Nilo Menéndez, enamorado de Conchita Utrera, uma linda cubana de olhos claros. Conta o compositor que na noite em que a conheceu, compôs a melodia e pediu ao poeta Adolfo Utrera, irmão de Conchita, que colocasse a letra, sugerindo-lhe o tema. Da mesma época é o bolero Quiéreme mucho, de Gonzalo Roig, que reflete nos versos o amor romântico que jura permanecer por toda a eternidade: Quiéreme mucho, dulce amor mío / que amante siempre te adoraré, / yo con tus besos y tus caricias / mis sufrimientos acallaré... / Cuando se quiere de veras / como te quiero yo a ti, / es imposible mi cielo / tan separado vivir...

Na década de 40 o bolero já havia se imposto em Cuba e nesta época destacaram vários compositores como Oswaldo Farrés, Bobby Collazo e Isolina Carrillo. Farrés fez fama com Toda una vida no qual repete-se o tema da promessa do amor eterno (Toda una vida estaría contigo / no me importa en qué forma ni cuándo, ni cómo, pero junto a ti....) além dos boleros Acércate más, Quizás, quizás, quizás e Tres palabras .

Bobby Collazo compõe La última noche cantada por Pedro Vargas em 1946. De Isolina Carrillo é o bolero Dos gardenias em que estréia o cantor porto-riquenho Daniel Santos. Outros compositores cubanos são José Antonio Méndez (La gloria eres tú), César Portillo de la Luz (Contigo en la distancia) e Frank Domínguez cujo bolero Tú me acostumbraste marcou época na carreira de Lucho Gatica.

Bolero no México

No final do século XIX, através da península de Yacatán, chegou ao México um ritmo de dança chamado habanera e com ele a canção La paloma muito popular durante o império de Maximiliano I e Carlota. A partir desta canção desenvolveria-se a dança mexicana de cadência inconfundível e dela foi fácil passar ao ritmo de bolero.

Na década de 20 aparece em cena o compositor mexicano Agustín Lara, cujas composições levará o bolero ao auge. Compõe cerca de 500 canções das quais se estima 162 foram boleros. Com eles estabeleceu a norma clássica do bolero, a qual consiste em 32 compassos divididos em duas partes, os primeiros 16 em tom menor e os outros 16 em tom maior. A mulher foi uma fonte de inspiração importantíssima em sua obra.

Com uma sensualidade exacerbada Lara fragmenta o corpo feminino em olhos, boca, pele, voz, modo de andar, em uma tentativa de apropriar-se desse corpo imaginado, objeto do desejo. Este se vê claramente nos boleros Palmeras e Tus pupilas. Seguindo a tradição do amor cortês, Lara representa a paixão amorosa como uma força insuperável e inexplicável, ou como um destino fatal mais forte que a própria morte. E essa idéia do amor continua viva entre os latino-americanos daí a popularidade dos boleros de Agustín Lara. São de sua autoria os boleros famosos como Solamente una vez, Oración Caribe e Pecadora.

Outras figuras que se destacam na produção de boleros mexicanos são: María Grever (Júrame e Cuando vuelva a tu lado), Gonzalo Curiel (Vereda tropical), Gabriel Ruiz (Usted) e Consuelo Velázquez que fez Bésame mucho, conhecidíssimo bolero cantado no mundo inteiro.

O desenvolvimento do bolero no México também foi impulsionado por influências estrangeiras, como o compositor porto-riquenho Rafael Hernández, que permaneceu neste país durante 16 anos em que compôs uma boa parte de sua obra musical, e também da visita do Trío los Panchos, no final dos anos 40, criadores de um estilo brilhante imitado por milhares de trios no mundo inteiro.

Não se pode concluir uma visão panorâmica do bolero no México sem mencionar Armando Manzanero, a quem devemos um rico repertório entre os mais famosos Contigo aprendí, Adoro e Esta tarde vi llover.

Bolero em Porto Rico

Se o bolero está centrado tradicionalmente em um sentimento relacionado com o amor - ódio, incerteza, desespero, felicidade ou êxtase - o bolero porto-riquenho se diferencia por ser fundamentalmente descritivo/narrativo. A maior parte dos boleros que manifestam estas características foram produzidos em Nova York nos anos 30 para um público de imigrantes recém-assentados nesta cidade.

A música era uma história que se recordava, era um ritual de saudade da terra longínqua. Talvez Rafael Hernández e Pedro Flores, grandes compositores de Porto Rico, foram influenciados pelo estilo do aquinaldo, villancico e plena, três gêneros musicais porto-riquenhos que usavam freqüentemente a narração e a descrição.

Finalmente o bolero havia procurado usar uma linguagem culta para merecer a atenção da classe alta. De modo que era freqüente encontrar compositores que se esforçavam por usar uma linguagem depurada, solicitando, às vezes, ajuda de amigos poetas. Não é de estranhar então que o bolero também se aproprie de certos rasgos do estilo modernista. Isso se demonstra com um grupo de talentosos compositores porto-riquenhos que abriram essa tendência, enriquecendo o bolero com a técnica narrativo-descritiva. Entre eles, destacam-se Rafael Hernández, Pedro Flores, Bobby Capo, Johnny Rodríguez, Tito Hernández e Noel Estrada.

Não teria sido fácil desenvolver o bolero como canção e como ritmo sem a intervenção de Rafael Hernández, cuja produção musical e poética pode ter ultrapassado 2.000 canções. Compôs, em 1927, em Nova York, uma das canções mais lindas de seu repertório: Lamento borincano. É uma espécie de canto lírico que descreve a inconformidade que sente o autor diante da pobreza em que vive o camponês de seu país.

Como se vê na letra da música, o autor mistura a narração, a descrição e o monólogo interior (o pensamento do personagem), conseguindo que nos identifiquemos com o alegre jíbaro (índio, camponês): Sale loco de contento / con su cargamento / para la ciudad, sí, para la ciudad (...) / Y alegre, el jibarito, va, / pensando así, diciendo así, / cantando así por el camino: / "Si yo vendo la carga mi Dios querido / un traje a mi viejita / voy a comprar / Y alegre, también su yegua va (....). Uma vez dados os personagens (o camponês, sua velhinha e a sua égua), a situação concreta que se busca apresentar (a venda de sua carga) e um tom de alegria, passa a representar, na segunda parte da canção, um forte sentimento de tristeza, de quase desespero: Pasa la manaña entera / sin que nadie pueda / su carga comprar, su carga comprar / Todo, todo esta desierto / Y el pueblo está muerto / de necesidad, de necesidad (...).

A conseqüência natural desta triste história é o lamento que se segue, com o qual o autor busca comover o público com a injustiça social que sofre o camponês de seu país: Y triste el jibarito va /pensando así, diciendo así, / llorando así por el camino / Que será de Borinquen mi Dios querido!

Outro exemplo da técnica narrativa/descritiva no bolero de Porto Rico é Bajo un palmar de Pedro Flores. Essa técnica é empregada em muitos boleros porto-riquenhos. Experimente dar uma olhada, por exemplo, em En mi viejo San Juan de Noel Estrada e Desvelo de amor de Rafael Hernández.


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Compositores e intérpretes do bolero


Fonte: El Bolero - Denison University - Granville - OHIO - USA

Vereda tropical

Gonzalo Curiel
Vereda Tropical (bolero, 1936) - Gonzalo Curiel (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Leo Marini (Argentina)


A                      Bm
Voy   por la vereda tropical
                    Dm
La noche plena de quietud
                     A
Con su perfume de humedad
                            Bm
En   la brisa que viene del mar
                           Dm
Si oye el rumor de una canción
                        A
Canción de amor y de piedad


           Bm            E7            A
Con ella fue noche por noche hasta el mar
      Bm             D             Gb7
Para besar su boca fresca   de  amor
       B7   
Y me juró   quererme  más  y   más
Sin olvidar jamás aquellas noches
             E7
Junto  al   mar

 A                     Bm 
Hoy   solo me queda recordar
                     Dm
Mis ojos mueren de llorar
                       A     Bm
Y el alma muere de esperar


E7    D   E7    Dbm  Gb7               Bm
Por que   se   fue /      Tú le dejaste ir
E7           Em7      E7                D   Ab7  Dbm
Vereda  tropical   /  Hazle a volver    a    mi
        Gb7      Bm          E7
Quiero besar su boca   otra vez
          A            Bm         E7   A
Junto al mar     /  Vereda       tropical
         E7           A
        Vereda    tropical ....

Vaya con Dios (versão)


Vaya Con Dios (bolero, 1953) - Larry Russel, Inez James e Buddy Pepper - Versão: Joubert de Carvalho - Boleros inesquecíveis - Interpretação: Altemar Dutra


         C                             Dm
Nesse instante desce o negro   véu da noite
      G7                             C       C7
A cidade aos poucos vai   ficar sem vida

F         G7     C     A7
Vaya con Dios querida
Dm        G7      C     G7
Vaya con Dios mi amor

    C                        Dm
Em segredo levarás contigo a sorte
 G7                             C             C7
Deste amor que não morreu   que tens sofrido

refrão

         C7                  F
E seja onde for     irei contente
    C                               F
Porque o meu destino    é o teu também
   D7                        G
A tua espera está   o meu desejo
    Dm                  G7
Que vive   enquanto viverá
    C            G7
O amor    que a gente tem

 C                                        Dm
Nesse instante aquela luz     que está brilhando
      G7                            C
Anuncia o meu amor     que vem chegando

refrão

Vaya con Dios


Vaya Con Dios (valsa, 1953) - Larry Russell, Inez James y Buddy Pepper - Boleros inesquecíveis - Intérprete: Nat King Cole


C                      G7
Si llegó el momento ya de separarnos
                                  C     C7
En silencio el corazón dice y suspira

         F        G7             C
        Vaya con Dios     mi    vida
         G7                     C    G7
        Vaya con Dios     mi   amor

       C                            G7
Las campanas de la iglesia suenan tristes
                                   C       C7
Y parece que al sonar  también te dicen

         F        G7              C
        Vaya con Dios       mi   vida
         G7                      C
        Vaya con Dios     mi    amor

 C7                        F
Adonde vayas tú    yo voy contigo
  C7                           F
Y en sueños junto a ti    yo viviré
    D7                         G
Mi voz escucharás      dulce amor mío
  D7                       G7
Diciendo lo que sufre por tu amor   mi corazón

     C                             G7
La alborada al despertar    feliz te espera
                 C
Si en tú corazón yo voy    adonde quieras

         F        G7             C
        Vaya con Dios      mi   vida
         G7                       C
        Vaya con  Dios     mi   amor

Una mujer

Gregorio Barrios
Una Mujer (bolero, 1945) - Paul Misraki, Pondal Ríos y Carlos Olivari - Boleros inesquecíveis - Gregorio Barrios


Em7                 A7/13
La mujer que al amor no se asoma
     D7+
No merece llamarse mujer
         Em7                A7/13
Es cual flor que no esparce su aroma
         D7+          B7/5+
Como un leño que no sabe arder

      Em7                 A7/13
La pasión tiene un mágico idioma
         D7+            B7
Que con besos se debe aprender
            Em7    Gm7       D7+   B7
Puesto que una mujer que no sabe querer
     E7              A7   A7/5+
No merece llamarse  mujer

     D7+        Em7      Gbm7               B7/5+
Una mujer debe ser / Soñadora, coqueta y ardiente
      Em7      Gm7           D7+    B7
Debe darse al amor / Con frenético ardor
 Em7      A7/13   D7+   B7
Para ser  una  mujer

       Em7                A7/13
Ahora que se afierra a la vida
            D7+           B7
Ahora su alma comienza a nacer
           Em7  Gm7          D7+     B7
Puesto que una mujer que no sabe querer
     E7              A7   A7/5+
No merece llamarse  mujer


    D7+      Em7     Gbm7            B7/5+
Una mujer debe ser soñadora, coqueta y ardiente
    Em7     Gm7         D7+      B7
Debe ser cual amor que se deja querer
   Em7       A7/13   D7+    Gm7  D7+
Para   ser    una   mujer

Una aventura más

Oscar Kinleiner
Una Aventura Más (bolero, 1951) - Oscar Kinleiner (Argentina) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Cheo Feliciano


D       Bm   Em
Yo sé que soy
       A7     D       Bm   Em
una aventura más para ti
        A7        D       Bm
que después de esta noche
 Em       A7     D  Bm  Em   A7
te olvidarás de mi

    D      Bm   Em
Yo sé que soy
        A7     D         Bm   Em
una ilusión fugaz, nada más
      A7         D   Bm
un capricho del alma
     Em       A7     D  D7
que hoy te acerca a mi

  G                        B7
aunque me beses con loca pasión
Em
y yo te bese feliz
 A7                 D
con la aurora que llega
              E7      Em   A7
muere un corazón por ti

yo sé que soy....

Tudo de mim

Depois de ter umas dez canções gravadas por vários cantores, a dupla Evaldo Gouveia-Jair Amorim descobriu em Altemar Dutra o seu intérprete ideal. E isso aconteceu logo no elepê de estréia do artista, que incluía as composições “Maldito” e “Tudo de Mim”, de autoria de Gouveia e Amorim.

Seresteiro de voz pungente, Altemar dizia como ninguém versos do tipo “só minha vida não te dou, como dar? Se morto estou”, do bolerão “Tudo de Mim”, sucesso maior do disco. A partir de então e até o final dos anos sessenta Altemar Dutra monopolizaria a produção romântica da dupla (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Tudo de mim (bolero, 1963) - Evaldo Gouveia e Jair Amorim - Intérprete: Altemar Dutra.

LP A Grande Revelação / Título da música: Tudo de mim / Jair Amorim (Compositor) / Evaldo Gouveia (Compositor) / Altemar Dutra (Intérprete) / Gravadora: Odeon / Ano: 1963 / Álbum: MOFB 3321 / Gênero musical: Bolero.


Am       Dm   
De que é feito afinal  
              Am
Esse seu coração
                  A7           Dm
E que espécie de amor  / Você deseja dar
                 E7  
Se me humilho demais   
            Am
Me abaixo até o chão
               F                    E7
Ainda fico a dever   /  Sem lhe contentar

                  Am    Dm                 Am
O que mais quer você  /    Se tudo já lhe dei
                  A7                  Dm
Se o que resta de mim / Sorrindo lhe entreguei
                  E7 
Se do pranto do olhar
             Am
Nem mesmo tenho mais
           F       E7           Am
Uma gota sequer    /   Para  chorar

           Dm                     Am
Só a minha vida   /  Eu  não lhe dou
         F       E7            Am
Como lhe dar   /  Se morto estou

Tres palabras

Osvaldo Farrés
Tres Palabras (bolero, 1945) - Osvaldo Farrés (Cuba)- Boleros inesquecíveis - Julio Jaramillo.


A7            Dm   D7
Oye la confesión
          Gm
De mi secreto
                C7
Nace de un corazón
            F
Que está desierto
A7          Dm
Con tres palabras
     Bb            E7
Te diré todas mis cosas,
               Gm
Cosas del corazón
 Bb          A7
Que son preciosas.

A7               Dm
Dame tus manos, ven
          Gm
Toma las mías
                 C7
Que te voy a confiar
            F
Las ansias mías,
A7          Dm
Son tres palabras
       Bb          E7
Solamente mis angustias
                 Gm
Y esas palabras son:
 A7         Dm
Cómo me gustas.

Te quiero dijiste


Te Quiero Dijiste (Muñequita Linda) (bolero, 1930) - María Grever (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Los Panchos


C
Te quiero......, dijiste / Tomando mis manos
            A7         Dm
Entre tus manitas de blanco marfil
      E7        Am        D7       G
Y sentí en mi pecho / Un fuerte latido
     E7        Am                  D7
Después un suspiro  y luego un chasquido
              G7
De un beso febril .....

            C     G7                   C    Am
Muñequita linda    /    De cabellos de oro
               Dm      G7              C    G7
De dientes de perlas   /   Labios de rubí
 C    G7        C    G7              C      Am
Dime sí me quieres   /  Como yo te adoro
                Dm    G7               C    C7
Si de mi te acuerdas   /   Cómo yo de ti

             F      Gbo              Em    A7
Y a veces escucho     /    Un eco divino
                    Dm    D7             G7
Que envuelto en la brisa    /   Parece decir
              C    G7                C       Am
Si te quiero mucho  / Mucho, mucho, mucho
              Dm     G7                C
Tanto como entonces   /   Siempre hasta morir

Yo vivo mi vida

Federico Baena
Yo Vivo Mi Vida (bolero, 1944) - Federico Baena (México) - Boleros inesquecíveis - Leo Marini con Don Americo y Sus Caribes


                A       
Dicen que soy borracho, 
     Bm       C#m   Cm         E7
que no valgo nada, que vivo soñando,
                 Bm   
pero el mundo no sabe, 
            E7                  A     E7
las penas amargas que sufro llorando.

                A           Bm  
La vida no me importa, pues sólo 
       C#m  Cm             E7
me ha dado traiciones y envidias,
                  Bm     
yo sé que todo es falso, 
               E7                  A
que amor y amistad son tan sólo mentiras.

                G#7  
Qué saben de la vida, 
                  C#m
los que no han sufrido,
                     B7    
los que nunca han sentido, 
             E7
una pena de amor.

                A       
Dicen que soy borracho, 
    Bm         C#m   Cm           E7
que voy por el mundo como alma perdida,
                  Bm                   E7     
si bebo es por mi gusto y a nadie le importa, 
           A
yo vivo mi vida.

Ya tú verás

Mario de Jesús
Ya Tú Verás (bolero, 1959) - Mario de Jesús Báez (República Dominicana) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Virginia López)


G   Bdim      Am    D7         G    
Con gran sacrificio te dejé partir, 
   Bdim       Am   D7          G
sangrando mis ojos de tanto llorar,
              F#7             Bm   
dos años de espera me parecen mil, 
            E7                  Am  D7
pero cuando vuelvas no te vas a ir.

        Am                   D7   
Ya tú verás como te voy a querer, 
        G                   E7
ya tú verás como te voy a besar,
         Am               D7        
ya tú verás como con mis mimos, 
              G Em Am D7
te haré tan feliz...

        Am                   D7   
Ya tú verás como te voy a querer, 
            G                E7
con la más loca y sentida pasión,
           Am                
vuelve por Dios que me estoy 
   D7                  G   D7
muriendo tan sólo por tí,
             G   D7           G
tan sólo por tí, tan sólo por tí.

Volveré

María Grever
Volveré (canción-bolero, 1941) - María Grever (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Nicolás Urselay


Dm      Gm                      A7  
     Yo sé que por mi ausencia,    
                      Dm
mucho, mucho  has llorado,
                      Gm   A7
y sé que hasta has pensado,     
                     Dm   D7
que al fin te olvidaré,
                  Gm      
pero es que no comprendes,  
                  Dm
que estamos tan unidos,
                     Gm      A7
que el día que menos pienses,   
               D
a tu lado estaré.

     A7      D        Ddim             A7
Volveré como vuelven esas    inquietas olas,
  Em           A7                    D
coronadas de espuma,  tus playas a bañar,
     A7      D           Ddim        A7
volveré como vuelven las blancas mariposas,
   Em           A7                  D
al cáliz de las rosas su néctar a libar.

               D7                        G
Volveré por la noche, cuando ya estés dormida,
                E7                     A7   Aaug
acallando un suspiro,   tus labios a besar;
              D            F#m    Fdim      Em A7
y para que no sepas,   que estuve ahí    contigo,
                   Em  A7                  D
como otra inquieta ola,   me perderé en el mar.

Verdad amarga

Consuelo Velazquez
Verdad Amarga (bolero, 1948) - Consuelo Velázquez (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Antonio Machín.


  lam                rem
A. Yo tengo que decirte la verdad
   MI7                   lam
 Aunque me duela el alma
                      rem
 No quiero de después me juzgues mal
   MI7                 lam
 Por pretender callarla.


A. Yo sé que es imposible nuestro amor
 Porque el destino manda
 Y tú sabrás un día perdonar
 Esta verdad amarga.

                     rem SOL                 DO
B. Te juro por los dos   que me cuesta la vida
          LA7         rem rem7            MI7
 Que sangrará la herida por una eternidad
                     rem
 Tal vez mañana sepas comprender
   MI7                  lam
 Que siempre fui sincero
                           rem
 Tal vez por alguien llegues a saber
  MI7                 lam
 Que todavía te quiero.

Vagabundo

Federico Baena
Vagabundo (bolero, 1942) - Federico Baena (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Olimpo Cárdenas


                 G      
Soy un pobre vagabundo, 
    Gdim           G
sin hogar y sin fortuna,
                            Bdim   
y no conozco ninguna de las dichas 
           D7
de este mundo,
        E7            Am      E7 
voy sin rumbo por la vida,  
                    Am
el dolor es mi condena,
                   D7   Am
con licor calmo mi pena,  
            D7        G
porque el amor es mentira.

No me importa lo que digan, 
        Gdim      G
de mi corazón bohemio,                         
me emborracho porque llevo,
        E7          Am  
en el alma una tragedia;

                   C    Gdim 
y así voy por el camino,    
                       G F E7
que el destino me condena,
                         Am    
porque al fin seré en la vida, 
      D7              G
vagabundo hasta que muera.

El vagabundo


El Vagabundo (bolero-mambo) - Víctor Simón y Alfredo Gil - Boleros inesquecíveis - Canta: Trío los Panchos


Introducción: Gm, C7, F, Dm, Gm, 
A7, Dm, D7 Gm, A7, Dm, Bb7, Bbd, A7, Dm

  Dm      D7          Gm
Que importa saber quien soy,
Dm                A7          Dm
ni de donde vengo ni por donde voy.
D7                     Gm               C
Lo que yo quiero son tus lindos ojos, morena,
               F
tan llenos de amor.

  Gm                   A7
El Sol brilla en lo infinito,
     Gm                A7
y el mundo es tan pequeñito.

Gm                Dm
Que importa saber quien soy,
     A7                 Dm
ni de donde vengo ni por donde voy,
    Gm               C            F
lo que yo quiero es que me des tu amor,
Bb7      Gm            A7      Dm
que me da la vida que me da calor.

Gm                 A7
Tú me desprecias por ser vagabundo,
Dm            A7        Dm
y mi destino es vivir así.
                      C
Si vagabundo es el propio mundo,
      Bb7                A7
que va girando en un cielo azul.

Gm                     Dm
Que importa saber quien soy,
A7                   Dm          D7
ni de donde vengo ni por donde voy.
       Gm                      Dm
Lo que yo quiero es que me des tu amor,
A7                Dm /        Re7
que me da la vida, que me da calor.

Gm             C         F
Que importa saber quien soy,
Bb7          Gm           A7    Dm
ni de donde vengo ni por donde voy.

Una noche contigo

Alfredo Sadel
Una Noche Contigo (bolero) - Alfredo Sadel (Venezuela) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Alfredo Sadel.



Tú pasaste por mi vida
y rompiste mi tristeza
cuando me enseñaste a amar.
Ahora sólo mi quebranto,
la distancia y el recuerdo
se quedaran a soñar.

Tú no sabes que quedaste
como una marca en mi vida
que ya no podré borrar.
En tu piel y en tu sonrisa
se detuvieron mis ansias,
se hizo mudo mi cantar.

Te pido tan solo una noche,
una noche a tu vida
yo quiero sentirme en tus brazos
dejar de soñar... ¡ay!
dame una noche contigo
una noche más
para cobrarme con besos
tu crueldad.
Dejarte en mi alma
quedarme en tus labios
por una eternidad.

Un secreto

Genaro Salinas
Un Secreto (bolero, 1943) - Abel Domínguez - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Genaro Salinas



Voy arrastrando una pena muy honda
que nunca podré olvidar,
es un secreto sublime y callado
como el silencio de un altar.

Todo el encanto qué tiene la vida
se muere si no hay ilusión y todavía
me pregunto a mí mismo
si aún me queda corazón.

Cuando caiga la tarde
te iré yo a buscar
para decirte a solas
mi amargo penar.

Quisiera que estuvieras
dentro de mi corazón
para que comprendieras
lo que sufro por tu amor.

La ilusión que nos deja
puede regresar
el ejemplo lo pone
la creciente verdad.

Juntemos nuestras vidas,
nuestro despertar
como lo hacen las almas
que se quieren de verdad.

Un gran amor

Gonzalo Curiel
Un Gran Amor (bolero, 1940's) - Gonzalo Curiel (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Genaro Salinas


A         C#dim         A    
Hay en mi vida un gran amor, 
Bm       C#m Cm         Bm  E7
un solo amor,  el de tu alma,
                        Bm  
hay en mi vida intenso afán 
            E7        A  Bm  E7
de ser tan sólo para tí.

            C#dim       A 
Nadie en el mundo llegará 
Bm    C#m Cm           Bm   E7
a separar nuestras dos almas,
                        Bm 
si Dios quería que tú y yo 
            E7        A   F  A
nos comprendiéramos así.

                       Em   A7
Ya no recuerdo cuántas veces  
                    D
tus juramentos escuché,
       F#m            B7     
sólo recuerdo que con besos, 
                       E7
con muchos besos te adoré.

             C#dim    A   
La vieja historia repitió 
Bm         C#m    Cm     Bm   E7
de nuestro amor incomparable,
                   Bm 
y para siempre vivirá 
        E7           A    F   A6
en el altar del corazón.

Un poquito de tu amor

Julio Gutiérrez
Un Poquito De Tú Amor (bolero-mambo, 1948) - Julio Gutiérrez (Cuba) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Daniel Santos



Un poquito de tu amor,
un poquito nada más
una mirada de tus ojos
tan sólo quiero de ti.

Un poquito de tu amor,
un poquito para mí
una sonrisa de tus labios
para sentirme feliz.

Me quieres tú, te adoro yo
que dicha estar así los dos
tú para mí, yo para ti
y así por siempre seguir los dos.

Un poquito de tu amor...

Tuya soy

María Alma
Tuya Soy (bolero, 1942) - María Alma Basurto - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Virginia López.



Tuya soy porque tú me
enseñaste a querer,
porque tú me enseñaste a sentir
el cariño que tuve por ti.

Yo seré en tus noches de
amargo penar
la que puede enseñarte a olvidar
lo que nadie pudo comprender.

Yo sólo sé que sin ti
yo no puedo vivir
si me faltas tú yo tendré que morir.

Ven a mí que me siento
muy sola sin ti
que mi alma te espera otra vez,
yo no puedo quedarme sin.

Tus promesas de amor

Ángel Amadeo
Tus Promesas de Amor (bolero, 1954) - Miguel Ángel Amadeo (Puerto Rico) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Virginia López


G  Em Am      D7       G         Em     Am
No,     tú no puedes dejar de adorarme,
       D7        G       Em         Am
porque sabes que Dios ya sabrá castigarte,
   D7           G       Em    Am D7
si rompes tu promesa de amor,
G  Em Am   D7         G   Em Am
no,     no puedes olvidarme,  
        D7           G
porque dentro de tu alma
Em                Am    
tan sólo hay una imagen 
  D7             G
y esa imagen soy yo...

     Cm
Tú juraste ante un altar en confesión
                   G              A7
que jamás me olvidarías, y hoy pretendes
                                  D7
romper tu juramento dejándome sin tí...

G  Em Am      D7       G         Em     Am
No,     tú no puedes dejar de adorarme,
       D7        G       Em         Am
porque sabes que Dios ya sabrá castigarte,
   D7           G       Em    Cm
si rompes tu promesa de amor,
               G
tu promesa de amor.

Tu tormento


Tu Tormento (bolero) - Alfonso Pillot (Puerto Rico) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Johnny Albino y Trío San Juan.



Tus tormentos serán mi alegría
mi alegría será tu sufrir
cuando sepas que ya no te quiero
y que ya no vives en mi corazón.

Mi recuerdo será tu tristeza,
cada instante que pienses en mí
llorarás como nadie ha llorado,
ese es tu castigo por hacerme sufrir.

Jamás te he de mirar,
jamás te he de buscar,
aunque por mi te mueras
no quiero tu amistad,
no quiero ni pensar
que existes en la vida.

Tus tormentos serán mi alegría...

Tú sabes

Estelita
Tú Sabes (bolero-cha cha cha) - Johnny Quirós (Costa Rica - Venezuela) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Estelita Del Lhano



Tú sabes que te amo
y sabes que te quiero
y sabes que te llamo
y en sueños por ti sueño.

Tú sabes que te espero
no tardes en venir
pues sabes que no puedo
que no puedo estar lejos de ti.

Tú sabes lo que siento
si estás junto a mí.
Tú sabes que tus besos
me hacen sentir
un raro cosquilleo
que no sé definir
pero me hace muy feliz.

Yo sé que tú me entiendes
lo que quiero decir
pues sabes que tú sientes
igual que yo siento por ti.

Tu nombre

Gabriel Ruiz
Tu Nombre (bolero, 1943) - Gabriel Ruiz (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Antonio Machín.



Qué lindo nombre es tu nombre
para invocarlo muy quedo
y en la quietud de la noche
confesar que te quiero.

Para adornarte con sedas,
para vestirte de ensueños
y murmurar al oído:
te quiero, te quiero.

Palabras viejas, tan viejas
como la luna y el sol
y que al decirlas parece las
inventara el amor.

Cuando te digo te quiero
lo digo de corazón
y ese te quiero es un beso
hecho palabra en mi voz.

Tres dilemas

Vicente Garrido
Tres Dilemas (bolero, 1952) - Vicente Garrido - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Juan Arvizu



Cuando pensé que tus labios
comenzaban a fingirme
me encontraba en el dilema
de luchar o de rendirme.

Al escuchar las razones
cuando quise despedirme
me pusiste en el dilema
de olvidarte o de morirme.

Pero corres en mi sangre
y a mi alma vas unida
es inútil que pretendas
arrancarte de mi vida.

No me importan las razones
que tú quieras repetirme
hoy me encuentro en el dilema
de quererte o de morirme.

Traicionera

Gonzalo Curiel
Traicionera (bolero, 1949) - Gonzalo Curiel - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Fernando Fernández.


 E  C#m F#m         B7         E    C#m  F#m
¡Ay!        tienes alma de quimera,
        B7          E   C#m
lo que más me desespera
                   F#m      B7
es saber que no me quieras
                   E      C#m  F#m  B7
y me dejas que te quiera.

 E  C#m F#m      B7            E    C#m F#m
¡Ay!       eres mala y traicionera
        B7         E      C#m
tienes corazón de piedra
                     F#m    B7
porque sabes que me muero
                    E      Eb7
y me dejas que me muera.

   G#m                
Me miras y tu mirada
         C#m                Eb7
se mete dentro, dentro del alma;
   G#m            C#7 
te miro y en mi mirada
             F#7          F#m   B7  Baug
te está implorando mi corazón.

E  C#m F#m      B7            E    C#m F#m 
¡ay!       eres mala y traicionera,       
         B7         E      C#m
tienes corazón de piedra,
                    F#m   B7 
porque sabes que me muero, 
                    E
y me dejas que me muera.

Total

Bienvenido Granda
Total (bolero, 1959) - Ricardo Perdomo (Cuba) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Bienvenido Granda


Dm           D7           Gm
Pretendiendo humillarme pregonaste
      A7                Dm
el haber desdeñado mi pasion
                       D7         Gm
y fingiendo una honda pena imaginaste
        A#Mayor  E7      A7    D,Bm,Em,A7
que moriria de desesperacion

   D   Bm  Em
Total
         A7        D    Bm, Em
si me hubieras querido
         A7         D   Bm, Em,A7
ya me hubiera olvidado
        D    Bm, Em,A7 
de tu querer

    D   Bm,Em
ya ves
         A7     D      Bm,Em
que fue tiempo perdido
       A7         D
el que tu has meditado
      Bm      Em
para ahora decirme
 A7        D
que no puede ser

    A#Mayor 
pensar
                 C 
que llegar a quererte
                  A#Mayor
es creer que la muerte
       Gm     A7
se pudiera evitar

  D   Bm, Em
total
      A7         D     Bm,Em
si no tengo tus besos
        A7       D 
no me muero por eso
Bm            Em
yo ya estoy cansado
A7        D
de tanto besar

Todo me gusta de ti


Todo Me Gusta De Tí (bolero) - Cuto Estévez (República Dominicana) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Alberto Beltrán y Conjunto Casino, 1955.


Introducción:   Bm G F#m B7 Em A7 D B7 Em A7

D                 F#m              Em       A7
Cantando  quiero decirte lo que me gusta de ti
    Em               A7        D          Em A7
las cosas que me enamoran y te hacen dueña de mi

      D           F#m           Em        A7
Tu freeente tus cabellos  y tu rítmico andar
    Em           A7         D        B7 Em A7
el duuulce sortilegio ….. de tu mirar

    D            F#m                Em      A7
me gusta  todo lo tuyo  todo me gusta de ti
  G         F#      Bm        Am
y ya no cabe mas adoración en  mi

    G            Gm
me basta lo que tengo
       D              F#m                  Em
para amaaaarte dulce amoooooooooor ven a mi
      A7     D         B7 Em A7
ven a mi por Dios.

Intermedio: D F#m Em A7    Em A7  Em A7 D B7 Em A7

    D  Em        F#m          Em        A7 Em A7
Tu freeente tus cabellos  y tu rítmico andar...
         A7        D
...ven a mi por Dioooos.

Todo acabó

Trío San Juan
Todo Acabó (samba-canção, bolero, 1948) - J. Piedade e Osvaldo Martins (Brasil) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Trío San Juan (Puerto Rico).



Todo ha acabado entre nos
ya no hay más nada.
Todo ha acabado entre nos
hoy es de madrugada.

Tú lloraste y yo lloré,
tú te fuiste y yo quedé
si tú regresas otra vez
yo no sé.

Nuestro apartamento ahora
vive a media luz.
Nuestro apartamento ahora
ya no estás tú.

Todo fue egoísmo
culpa de los dos,
destruimos ayer
lo que podía ser después,
después.

Tentación

Gabriel Ruiz
Tentación (bolero, 1943) - Gabriel Ruiz (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretação de Leo Marini (Argentina) y Don Americo Y Sus Caribes



Al dolerme tu ausencia
por tu imagen suspiro
y en mis sueños te miro
como frágil visión.

Cuando beso otras bocas
yo pronuncio tu nombre
y en silencio maldigo
esta cruel tentación.

Yo no tengo la culpa
de llevarte tan dentro,
de que mi pensamiento
no se aparte de ti.

Y por eso te pido
con el alma rendida
que me quites la vida
o me digas que sí.

Tenía que ser así

Bobby Collazo
Tenía Que Ser Así (bolero, 1944) - Bobby Collazo (Cuba) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Bobby Valentin.



Tenía que ser así
mi alma lo presintió
que cuando más te adoraba
te vas de mí.

Te vas, yo no sé por qué
la vida lo quiere así .
sabiendo cuánto te adoro
te quieres ir.

Tal vez con la distancia
querrás volver a mí,
quizá con la distancia
te olvidaré yo a ti.

Al fin pude comprender
que yo no era para ti
ni tú para mí
tenía que ser así.

Tengo ganas de un beso

Agustín Lara
Tengo Ganas De Un Beso (bolero, 1959) - Agustín Lara (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: María Victoria



Tengo ganas de un beso
por qué no me lo das.
A nadie una limosna
se le puede negar.

Tengo ganas de un beso
te lo vengo a pedir
aunque después del beso
me tenga que morir.

Ese jugo sabroso
de tus labios ajenos
me darán por lo menas
valor para esperar.

Tengo ganas de un beso...

Tengo celos


Tengo Celos (bolero-mambo) - Don Filinto (Argentina) y Aguariguay - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Juanito Segarra y su Orquesta (España,1954)



Tu no tienes la culpa
ni yo tampoco quizá la tenga
son mis celos que al fin tal vez
irán matando al amor,
a ese amor que juramos ,
no ensombrecerlo con una duda
pero vida, no sé que hacer
con estos celos de amor.

Tengo celos
muchos celos de la luna
que te abraza
con la embriaguez de su luz.
Tengo celos
de la brisa que perfuma
con su beso tu divina boca mujer.

Tengo celos
del mar porque ha tomado
de tus ojos la verde profundidad.
Tengo celos
de tu alma porque temo
que en otro amor
te haga un día soñar.

Te quiero

Agustín Lara
Te Quiero (canción, bolero, 1951) - Agustín Lara y María Teresa Lara - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Sonia López.



Me preguntas si te quiero,
no sabría qué contestar
sólo sé que nada espero,
y que me muero de tanto soñar.

Te quiero, como a nadie quiero,
como nunca pude soñar en querer.
Te adoro, si adorar se llama
el ser todo entera para una mujer.

Tus ojos se duermen en mi alma,
tus labios perfuman mi ser.
Te quiero como a nadie quiero
como nunca pude soñar en querer.

Te odio y te quiero

Enrique Alessio
Te Odio y Te Quiero (bolero) - Enrique Carmelo Alessio (Argentina) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Julio Jaramillo


                 Em    B7         Em
Me muerdo los labios para no llamarte
                 E7              Am
Me queman tus besos me sigue tu voz
                   B7                Em
Pensando que hay otro que pueda besarte
               F#7       C       B7   E-(RASGADO)
Se llena mi pecho de rabia y rencor

                  Em       B7        Em
Prendida en la fiebre brutal de mí sangre
                  E7                Am
Te llevo muy dentro, muy dentro de mí
                   B7               Em
Te niego y te busco te odio y te quiero
                F#7         B7      E
Y tengo en el pecho un infierno por ti

     B7(RASGADO) E         
Te odio y te quiero, porque a ti te debo
                               B7
Mis horas amargas mis horas de miel
     A          B7                    A
Te odio y te quiero, fuiste tú el milagro 
                B7                E
La espina que duele y el beso de amor
     C#7     F#m      B7         E
Por eso te odio, por eso te quiero
      C#7      F#m        B7      Em
Con todas las fuerzas de mi corazón

No quiero nombrarte y busco en las copas
en vino de olvido que nunca se da,
pensando arrancarte busqué
en otras bocas el fuego
que borre tu beso inmortal

            Em          B7       Em
Y todo es inútil, ni copas ni besos
           E7                  Am
Pueden separarme, separarme de ti
                  B7                  Em
Te llevo en mi sangre te odio y te quiero
                  F#7       B7        E
Y siento en el pecho un infierno por ti


Te me olvidas

Vicente Garrido
Te Me Olvidas (bolero, 1950s) - Vicente Garrido (México) - Boleros inesquecíveis - Interpretación: Los Tres Caballeros


C      Gaug           C   Dm Em
 Vas muriendo en mi recuerdo,  
         Dm              C
y en verdad no es culpa mía,
      Fm            C     Dm
se confunde el sentimiento,  
       Em Dbm       Dm  G7
al sentir   la lejanía,

        A7            Dm     G7
pues no basta el sufrimiento,  
                     Dm    G7
ni el dolor de las heridas,
                     Dm      
para hacer que las pasiones, 
        G7    Gaug     C     Dm
se conserven    encendidas;

         Gaug       C  Dm Em
Falta el trato continuado   
        Dm           C
y el sabor de las caricias,
      Fm           C     
todas las pequeñas cosas, 
        Gm   C7        F
que se viven  dia con dia:

                            
Es por eso que al sentirte, 
       Fm          C Gm A7
tan ausente de mi vida,
                     D7     
aunque no quiera olvidarte, 
        Fm           C     C6
poco a poco te me olvidas.

Te lo juro yo

M. López Quiroga
Te Lo Juro Yo (copla, danzón, bolero, 1941) - Rafael De León y Manuel López Quiroga (España) - Boleros inesquecíveis - Interpretaçión: Bobby Capó


Intro: DOm  SOL7 DOm SOL7 DO 
                    FA     SOL       DO
Ay mira que te llevo dentro de mi corazón
       SOL7                 DO   SOL7   DO
por la salucita de la mare mía te lo juro yo.
                          FA   
Ay mira que pa' mi en el mundo
   SOL        DO
no hay nadie más que tú
           SOL7               DO  
y que mis pupilas si digo mentira
     SOL7      DO
se queden sin luz.

DO                  SOL7      DO
Por ti contaría la arena del mar
           SOL7            DO
por ti yo sería capaz de matar
  SIbm                     FAm
y que si te miento me castigue Dios
            DO              SOL7  
eso con la mano sobre el Evangelio
        DO
te lo juro yo.

DOm                        SOL7
Ya no me di cuenta de que te quería
                       DOm
hasta el mismo día en que te perdí.
       DO7             FAm   
Y vi claramente lo que te quería
          SIb7     REb7      SOL7
cuando ya no había remedio pa' mí.

             DOm               SOL7
Llévame por calles llenas de amargura
                         DOm
ponme ligaduras y hasta pégame,
            DO7               FAm    
échame en los ojos un puñado de arena,
           REb7  SOL7   DO
mátame de pena, pero quiéreme.

                    FA     SOL       DO
Ay mira que te llevo dentro de mi corazón
       SOL7                 DO   SOL7   DO
por la salucita de la mare mía te lo juro yo.
                          FA   
Ay mira que pa' mi en el mundo
   SOL        DO
no hay nadie más que tú
           SOL7               DO  
y que mis pupilas si digo mentira
     SOL7      DO
se queden sin luz.


Quien tiene la culpa de que esto pasara
nadie más la tiene, nadie más que yo.
Yo que me reía de que eso acabara
ahora lloro mucho porque se acabó.