sexta-feira, 7 de maio de 2010

Zininho

Cláudio Alvim Barbosa, o poeta e compositor Zininho, nasceu em Biguaçu-SC, em 8 de maio de 1929, e faleceu em Florianópolis-SC, em 5 de setembro de 1998.

Nascido na localidade de Três Riachos, durante a infância viveu no Largo 13 de Maio (atual Praça Tancredo Neves), tendo o antigo casario da rua Menino Deus e o Hospital de Caridade como vizinhos. Sua adolescência foi no continente, no balneário do Estreito.

Desde jovem, foi atraído por atividades radiofônicas e ainda criança, gostava de cantarolar as marchinhas de carnaval que ouvia no rádio e, aos oito anos, fez sua estréia cantando no palco do Teatro da UBRO, incentivado pelo ator Waldir Brazil.

Trabalhou nas rádios Diário da Manhã e Guarujá, onde fez de tudo um pouco: cantor, rádio-ator, sonoplasta, técnico de som e produtor.

Foi nesta época de ouro do rádio, nas décadas de 1940 a 1960, que compôs mais de cem músicas, de marchinha a samba-canção. Destacam-se A Rosa e o Jasmim, Quem é que não chora, Princesinha da Ilha e o Rancho de amor a Ilha, escolhido em 1965, através de um concurso, como hino oficial do município de Florianópolis.

Depois da manifestação de um enfisema, Zininho recolheu-se em seu apartamento, no bairro continental do Abraão. Sucumbiu à moléstia em 5 de setembro de 1998.

Algumas obras
* A Margarida e o Mal-me-quer * A Rosa e o Jasmim * Deixa a porta aberta * Desespero * É tão tarde * Eu sou assim * Falta de você * Homenagem à Princesa* Insônia * Jardim dos meus amores * Largo 13 de Maio * Magia do Morro * Miramar * Num cantinho qualquer * O que seria de mim * Pra que negar * Preconceito Racial * Princesinha da Ilha * Quem é que não chora * Rancho de Amor à Ilha * Saudade, meu bem, saudade * Se o amor é isso * Viva a Natureza * Você há de pagar.

Fonte: Wikipédia; Banco Cultural.
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