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terça-feira, 20 de junho de 2006

Filosofia pura

Filosofia Pura (samba, 1983) - Roberto Mendes e Jorge Portugal - Interpretação: Maria Bethânia - Participação: Gal Costa

LP Ciclo / Título da música: Filosofia Pura / Roberto Mendes (Compositor) / Jorge Portugal (Compositor) / Maria Bethânia (Intérprete) / Gal Costa (Partic.) / Gravadora: Polygram / Ano: 1983 / Nº Álbum: 814 855-1 / Lado A / Faixa 2 / Gênero musical: Samba.


Tom: A
Intro: A E7 A E7 A E7 A
        E7             A           E7            A    E7
Quanto mais a gente ensina mais aprende o que ensinou
  A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
  A  E7  A
Ê, ah, ê, ô
       E7        A             E7           A
E o desejo da menina quando o seu corpo fulmina
 E7              A   E7
Acende o fogo do amor
 A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
 A  E7  A
Ê, ah, ê, ô
        E7       A         E7          A
E a sensação divina de dominar quem domina
       E7            A   E7
É que cura qualquer dor
 A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
 A  E7  A E7 A E7 A
Ê, ah, ê, ô
             E7
Pois trocar vida com vida é somar na dividida
                A    E7 A
Multiplicando o amor
                       E7
Pra que o sonho dessa gente não seja mais afluente
              A     E7
Do medo que desaguou
 A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
 A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
 A  E7  A  E7
Ê, ah, ê, ô
 A  E7  A
Ê, ah, ê, ô

Sino da minha aldeia


Sino da Minha Aldeia (1997) - Roberto Mendes e Fernando Pessoa - Interpretação: Maria Bethânia

CD Imitação Da Vida / Título das músicas: Sino da Minha Aldeia - Cantigas de Roda - Quadrinhas / Roberto Mendes (Compositor) / Fernando Pessoa (Compositor) / Tradicional / Maria Bethânia (Intérprete) / Gravadora: EMI Music / Ano: 1997 / Nº Álbum: 857307 2 / Disco 1 / Faixa 5.



Música: Roberto Mendes
Letra: Fernando Pessoa
In: "Imitação da Vida", 1997 /
Victor Almeida
(Espectáculos de S. Paulo de Dezembro de 1996 e Janeiro de 1997)

Ó sino da minha aldeia
Dolente na tarde calma
Cada tua badalada
Soa dentro de minh'alma
e é tão lento o teu soar
Tão como triste da vida
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida

Por mais que me tanjas perto
Quando passo sempre errante
És para mim como um sonho
Soas-me na alma distante
A cada pancada tua
Vibrante no céu aberto
Sinto mais longe o passado
Sinto a saudade mais perto