quarta-feira, 26 de abril de 2006

Apanhei um resfriado

Leonel Azevedo
Apanhei um resfriado (samba-choro, 1937) - Leonel Azevedo e Sá Róris

Disco 78 rpm / Título da música: Apanhei um resfriado / Autoria: Azevedo, Leonel (Compositor) / Sá Roris (Compositor) / Almirante, 1908-1980 (Intérprete) / Regional RCA Victor (Acompanhante) / Imprenta: [S.l.]: Victor, 29/04/1937 / Nº Álbum 34175 / Lado B / Gênero: Samba choro /
Intro: G Eb° D Bm Em A7 

G       B7             E7
Pelo costume de beber gelado
          A7                      D
apanhei um resfriado que foi um horror
  Bm                   F#m      
Porém com medo de fazer despesa,
        Db7                F#m              A7
isto é franqueza, não fui ao doutor pra me curar
      G       B7         E7
E tudo quanto foram me ensinando,
                      F#
eu fui tomando e cada vez pior
G              C°       D   
E quem quiser que siga o tratamento
Bm               E7        A7      D
pois se não morrer da cura ficará melhor
   F#7                          Bm
Tomei de tudo, escalda-pé, chá de limão,
                F#7
até xarope de alcatrão
          B7
E nada me faltou
                Bm
Tive dieta só de caldo de galinha,
                Db7            F#7
e o galinheiro da vizinha se evaporou
               F#7           Bm
E tive febre, tive tosse, dor no peito,
                 F#7
até fiquei daquele jeito
       B7
Sem poder falar

Em           Eb°           Bm
Mandei chamar, então, um especialista,
  Em                 Bm
que pediu dinheiro à vista
     Db7     F#7 B7    Bb7 A7 D
Prá poder me visitar

(A)

 F#7                            Bm
No bangalô, porém, choveu a noite inteira,
                 F#7
e eu debaixo da goteira
 B7
Sem ninguém saber
Em                           Bm
A ventania arrancou zinco do telhado,
                Db7                   F#7
e me deixou todo molhado, quase pra morrer
     Bm             F#7         Bm
Sá Guilhermina quis me dar um lenitivo,
                    F#7
e então me fez um curativo
B7
E eu fiquei jururu
 Em          Eb°              Bm  
E foi chamado, finalmente, um sacerdote,
        Em           F#7
prá me encomendar um lote
Bm   Db7     F#7    B7     Bb7 A7 D
De dez palmos no Caju

(A)
Instrumental: G  B7  E7  A7  D  Bm  F#m
Db7  F#m A7 D  G  B7  E7  A7  F#  G C°
D  Bm  E7  A7  D F#7  Bm  F#7  B7  Em
Bm  Db7  F#7  Bm  F#7  Bm  F#7  B7
Em  Eb°  Bm  Em  F#7  Db7  F#7  B7
Bb7  A7 D
(A)
Final: G Eb° D Bm Em A7 D

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