segunda-feira, 8 de maio de 2006

Boiadeiro

Klecius Pennafort Caldas foi um dos militares que aderiram à MPB com grande talento, ao lado de Armando Cavalcanti, seu amigo e parceiro desde 1940. Na época do auge das canções nordestinas, ou seja, a virada dos anos 40 para os 50, emplacaram dois sucessos: "Boiadeiro" - na voz de Luiz Gonzaga, que acabou virando o prefixo do rei do baião - e "Sertão de Jequié", por Dalva de Oliveira.

Boiadeiro (toada, 1951) - Armando Cavalcanti e Klecius Caldas

Disco 78 rpm / Título: Boiadeiro / Autoria: Cavalcanti, Armando, 1914-1964 (Compositor) / Caldas, Klecius, 1919-2002 (Compositor) / Gonzaga, Luiz (Intérprete) / Acompanhamento (Acompanhante) / Imprenta [S.l.]: RCA Victor, 1950 / Nº Álbum 800717 / Lado B / Gênero musical: Toada /
D
De manhãzinha quando eu sigo pela estrada
                                     A7
Minha boiada pra invernada eu vou levar
São dez cabeças, é muito pouco, quase nada
                                     D
Mas não tem outras mais bonitas no lugar

D7      G            A7      D
Vai boiadeiro, que o dia já vem
            A7                         D
Leva o teu gado e vai pensando no teu bem
(bis)

D
De tardezinha, quando eu venho pela estrada
                              A7
A fiarada tá todinha a me esperar
São dez filinho, é muito pouco, quase nada
                                      D
Mas não tem outros mais bonitos no lugar

D7         G        A7      D
Vai boiadeiro que o dia já vem
              A7                       D
Leva o teu gado e vai pensando no teu bem

D
E quando eu chego na cancela da morada
                                  A7
Minha Rosinha vem correndo me abraçar
É pequenina, é muidinha, é quase nada
                                    D
Mas não tem outra mais bonita no lugar

D7      G             A7       D
Vai boiadeiro, que a noite já vem
             A7                           D
Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem

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