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segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Carmelo Larrea

Carmelo Larrea, compositor e instrumentista, nasceu em Bilbao, Espanha, em 1908. Estudou música na Sociedade Filarmônica, com Jesús Guridi. Mais tarde, trabalhou como empregado em uma loja de bicicletas e como desenhista.

Atuou durante cinco anos no circo, integrando um trio de piano, violino e concertina. Estréiam em Donostia-San Sebastián formando parte do circo dos irmãos Carrey, depois atuam em Barcelona e Madri e passam para os circos Corzana e Feijoo. Carmelo tocava o piano e era um fã do «jazz». Também toca saxofone em um estabelecimento do bairro de Santa Cruz de Sevilha.

Começa a escrever música, incentivado por um companheiro da orquestra. Seu primeiro grande sucesso foi ¡Que buena soy!. Em 1941 compõe Noche triste, que é interpretada Antonio Machín em Sevilha. A partir de então, Larrea compõe novas canções, tais como: Las doce en punto, Un año más e o pasodoble No te puedo querer.

Muda-se para Madri e compõe uma canção para um festival, Dos cruces, da qual foram feitas mais de oitenta versões (inglês, francês e japonês), aparecendo em cinco filmes. Seguem os sucessos de Larrea: Camino verde.

Posteriormente, se muda para a América e, depois de visitar vários países durante nove anos, regressa para a Espanha. Vai para Londres e se integra a uma orquestra do barco «Nili», de Israel, que faz cruzeiros turísticos pelos países nórdicos. Em 1965 volta para a Espanha residindo em Madri onde morre em dois de fevereiro de 1980.


Acesse aqui a relação de compositores e intérpretes de bolero

Bolero: Letras, Cifras e Músicas

Saiba sobre as origens do bolero


Fonte: La Coctelera. Tradução: Everaldo J Santos.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Dos cruces

Dos Cruces (bolero, 1954) - Carmelo Larrea (Espanha) - Boleros inesquecíveis - Canta: Jose Feliciano

LP José Feliciano – The Voice And Guitar Of José Feliciano (Vinyl) / Título da música: Dos Cruces / Carmelo Larrea (Compositor) / Jose Feliciano (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Álbum: LPM-3358 / País: EUA / Ano: 1965 / Tracklist: A3 / Gênero musical: Bolero / Música latina.


Em               B7
Sevilla tuvo que ser, 
                      Em  
   con su lunita plateada, 
            E7         Am  F#7
  testigo de nuestro amor,
                B7    Em
bajo la noche callada;
                   B7   
y nos quisimos los dos, 
                  Em   Am
con un amor sin pecado,  pero el destino ha
   Em          F#7 B7     E
querido, que vivamos  separados.

                    F                        E     B7
Están clavadas dos cruces en el monte del olvido,  
por dos amores
         E      B7                   E
que han muerto,  sin haberse comprendido;
                    F                        E    B7
están clavadas dos cruces en el monte del olvido,  
por dos amores
        E      Am           B7        E
que han muerto,  que son el tuyo y el mío.

                    B7    
Ay, Barrio de Santa Cruz, ay, 
               Em        E7
Plaza de Doña Elvira, los vuelvo yo
        Am  F#7               B7  Em
a recordar,   y me parece mentira;
                   B7                      Em    Am
que todo aquello pasó, todo quedó en el olvido,  
 nuestras promesas
   Em            F#7 B7          E
de amores, en el aire  se han perdido.

                    F                        E    B7
Están clavadas dos cruces en el monte del olvido,  
por dos amores
         E      B7                   E
que han muerto,  sin haberse comprendido;
                    F                        E    B7
están clavadas dos cruces en el monte del olvido,  
por dos amores
        E      Am           B7        E
que han muerto,  que son el tuyo y el mío.

terça-feira, 4 de julho de 2006

Camino verde

Carmelo Larrea

Camino verde (bolero) - Carmelo Larrea (Espanha) - Boleros inesquecíveis - Canta: José Feliciano


Em                Am
Hoy he vuelto a pasar
B7               Em
por aquel camino verde
                  D   
que por el valle se pierde
C               B7 
con mi triste soledad.
Em                 Am
Hoy he vuelto a rezar
     B7             Am
a la puerta de la ermita
     E7            Am
le pedí a tu Virgencita
B7                    E
que yo te vuelva a encontrar.
             F#m                  
En el camino verde
       G#m    Gm      B7  
camino verde que va a la ermita,
     
desde que tú te fuiste
                       E
lloran de pena las margaritas.
                   F#m  
La fuente se ha secado
      G#m   Gm     B7    
las azucenas están marchitas

en el camino verde,
                       E
camino verde que va a la ermita.
Em                Am              
Hoy he vuelto a pasar
B7                Em       
por aquel camino verde
                        D
que en el recuerdo se pierde
 C             B7        
toda mi felicidad.
Em                 Am
Hoy he vuelto a grabar
B7                  Em
nuestros nombres en la encina,
      E7       Am
he subido la colina
                       E
y ahí me he puesto a llorar.
F#m                  
En el camino verde
       G#m    Gm      B7  
camino verde que va a la ermita,
     
desde que tú te fuiste
                       E
lloran de pena las margaritas.
                   F#m  
La fuente se ha secado
      G#m   Gm     B7    
las azucenas están marchitas

en el camino verde,
                       E
camino verde que va a la ermita.