sexta-feira, 23 de junho de 2006

Vila Esperança


Vila Esperança (marcha / carnaval) (1968) - Marcos César e Adoniran Barbosa - Intérprete: Demônios da Garoa

Compacto simples 7' (vinil) Demônios Da Garoa / Título da música: Vila Esperança / Marcos César (Compositor) / Adoniran Barbosa (Compositor) / Demônios da Garoa (Intérprete) / Gravadora: Chantecler / Ano: 1968 / Nº Álbum: C-33.6345 / Lado B / Gênero musical: Marcha-rancho / Carnaval.


Bm            
Vila Esperança,
Em    Gb7
foi lá que eu passei
Bm
O meu primeiro carnaval
B7                       Em
Vila Esperança, foi lá que eu conheci
Db7                Gb7
Maria Rosa, meu primeiro amor

Bm              Em
Como fui feliz, naquele fevereiro
Gb7                 Em    B7
Pois tudo para mim era primeiro
Em       F°          Bm  
Primeira rosa, primeira esperança
(Bm)        Em             Gb7    Bm
Primeiro carnaval, primeiro amor criança

A7                      D
Numa volta no salão ela me olhou
Gb7                    C7    B7
Eu envolvi seu corpo em serpentina
Em                     Bm
E tive a alegria que tem todo Pierrot
Db7                         G7     Gb7
Ao ver que descobriu sua Colombina

A7             D
O carnaval passou, levou a minha rosa
Gb7                                  B7
Levou minha esperança, levou o amor criança
Em           F°    Bm
Levou minha Maria, levou minha alegria
(Bm)       Em         Gb7         Bm
Levou a fantasia, só deixou uma lembrança.

Rancho de Amor à Ilha

Ponte Hercílio Luz - Florianópolis- SC

O "Rancho de Amor à Ilha" é o hino oficial da cidade de Florianópolis, de autoria de Cláudio Alvim Barbosa (Zininho). Foi escolhido em 1965 através de um concurso promovido pela Prefeitura Municipal e oficializado pelo Projeto de Lei nº 877 de 27 de Agosto de 1968, de autoria do vereador Waldemar Joaquim da Silva Filho (Caruso). (Fonte: Wikipédia)

Julie Philippe
Rancho de Amor à Ilha (marcha-rancho, 1965) - Zininho - Interpretação: Julie Philippe e Wagner Segura

Clipe veiculado pela RBS TV no aniversário de Florianópolis, em 23 de março de 2009. Gravação na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, na Ilha de Santa Catarina. Interpretação de Julie Philippe e Wagner Segura.


Em               Am   B7      Em
Num pedacinho de terra perdido no mar
Am     B7         Em 
Num pedacinho de terra belezas sem par

Am                Em
Jamais a natureza reuniu tanta beleza
Gb                B
Jamais algum poeta teve tanto pra cantar
Em         Am      B7        E
Um pedacinho de terra belezas sem par

B                 A
Ilha da moça faceira da velha rendeira
Ab        A                 E
Tradicional / Ilha da velha figueira
Gb                 B
Onde em tarde fagueira vou ler meu jornal

E             B                 A
Tua lagoa formosa / Ternura de rosa
Ab      A                    E
Poema ao luar / Cristal onde a lua vaidosa
Am   B7         Em
Sestrosa, dengosa vem se espelhar

Rancho da goiabada


Rancho da Goiabada (marcha-rancho, 1976) - Aldir Blanc e João Bosco - Intérprete: João Bosco

LP Galos De Briga / Título da música: Rancho da Goiabada / Aldir Blanc (Compositor) / João Bosco (Compositor) / João Bosco (Intérprete) / Gravadora: RCA Victor / Ano: 1976 / Nº Álbum: 103.0171 / Lado B / Faixa 6 / Gênero musical: Marcha-rancho


Em        
Os bóias-frias  quando tomam 
       Am    
Umas biritas espantando a tristeza 
                    B7 
Sonham com bife a cavalo, batata frita 
          Em      B7 
E a sobremesa 
 
  Em                E7        Am 
É goiabada-cascão, com muito queijo 
  B7     Em               Em/D           Gb7 
Depois café, cigarro e um beijo de uma mulata 
   B7               B7 E  B7    
Chamada Leonor, ou Dagmar 
 
  E 
Amar, o rádio de pilha, o fogão jacaré 
                Db7     Gbm 
A marmita, o domingo, o bar 
                   B7           
Onde tantos iguais se reúnem contando mentira 
                C7  B7 
Pra poder suportar, 
 
            Em                              Em/D 
São pais-de-santos, paus-de-araras / São passistas 
          C            B7            E 
São flagelados, são pingentes, balconistas 
   Db7                   Gbm 
Palhaços, marcianos, canibais, lírios, pirados 
   Am                D 
Dançando dormindo de olhos abertos 
   E           Db7       C      B7        Em 
À sombra da alegoria /  Dos faraós embalsamados 

Chegou a Hora da Fogueira

Ao contrário dos balões - que, mesmo proibidos, continuam subindo -, as marchas juninas desapareceram do repertório musical. Mas, para animar os festejos dos três santos (Pedro, Antônio e João), restaram os clássicos, na maioria lançados na década de 1930, que eram assinados por compositores como João de Barro, Alberto Ribeiro, Benedito Lacerda, Ary Barroso e Lamartine Babo, este último o mais prolífico no gênero.

Dele é "Chegou a Hora da Fogueira" ("Chegou a hora da fogueira / é noite de São João..."), gravado inicialmente pela dupla Carmen Miranda e Mário Reis, sustentada por um arranjo excepcional de Pixinguinha (Fonte: A Canção no Tempo - 85 Anos de Músicas Brasileiras, Vol 1: 1901-1957 / Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello. - São Paulo: Ed. 34, 1997).

Chegou a Hora da Fogueira (marcha, 1933) - Lamartine Babo - Intérpretes: Carmen Miranda e Mário Reis

Disco 78 rpm / Título da música: Chegou a Hora da Fogueira / Lamartine Babo (Compositor) / Carmen Miranda (Intérprete) / Mário Reis (Intérprete) / Gravadora: Victor / Ano: 1933 / Nº Álbum: 33.671-A / Lado A / Gênero musical: Marcha junina.


Tom: D  

D                 C
Chegou a hora da fogueira
G7              C
É noite de São João

O céu fica todo iluminado
D
Fica o céu todo estrelado
                C
Pintadinho de balão..
A7
Pensando na cabocla a noite inteira
D                                A7    D
também fiz uma fogueira dentro do meu coração..


A7                            D
Quando eu era pequenino de pé no chão
C                               D
Eu cortava papel fino pra fazer balão..
A7                                       D
E o balão ia subindo lá no azul da imensidão..

A7                                     D
Hoje em dia o meu destino não vive em paz..
 C                                 
O balão de papel fino
 A7         D
já não sobe mais..
A7            D     
O balão da ilusão
         D7    A7    D
levou pedra e foi ao chão...