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| César de Alencar |
Acho-te uma graça (marcha/carnaval, 1952) - Benedito Lacerda, Haroldo Lobo e Carvalhinho / Interpretação: César de Alencar e Heleninha Costa
Chora palhaço
Chora que passa
Pimenta nos olhos dos outros, é refresco
Acho-te uma graça (bis)
Querias fazer eu sofrer
E até ver a minha desgraça
Mas é que eu não durmo com os olhos dos outros
Acho-te uma graça
Chora que passa
Pimenta nos olhos dos outros, é refresco
Acho-te uma graça (bis)
Querias fazer eu sofrer
E até ver a minha desgraça
Mas é que eu não durmo com os olhos dos outros
Acho-te uma graça

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