terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Vida apertada

Vida apertada (marcha-batuque, 1923) - Sinhô

Sei que estou preso, preso
Não posso fugir
Vida apertada eu passo
E não posso mentir

Oh... Vem, oh vem
Oh... Vem, meu coração
Apagai o fogo desta
Rude voraz paixão

Não sei qual a razão
De eu viver assim
Neste martírio atroz
Que já não tem mais fim
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