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sexta-feira, 14 de setembro de 2007

De amor ou paz


De Amor Ou Paz (1966) - Luiz Carlos Paraná e Adauto Santos - Intérprete: Adauto Santos

LP A Música De Carlos Paraná / Título da música: De Amor Ou Paz / Adauto Santos (Compositor) / Luiz Carlos Paraná (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: O Jogral / Nº Álbum: MPLP-004 / Ano: 1971 / Lado A / Faixa 5.
Tom: D#
 Cm      G7        Cm
Já que se tem que sofrer
      C7        Fm  Am
Seja dor só de amor
                   D7
Já que se tem de morrer
     Dm5-/7    G7
Seja mais por amor
           Cm            D7
Quem anda atrás de amor e paz
         Fm
Não anda bem
                       Bb7
Porque na vida o que tem paz
          D#
Amor não tem

            Cm              Cm/Bb
Seja o que for, sou mais do amor
           Dm5-/7 Fm
Com paz ou sem
            Dm5-/7          G7
Sei que é demais querer-se paz
          Cm
E amor também

Vou sempre amar
          C7            Fm
Não vou levar a vida em vão
                     Bb7          D#
Não hei de ver envelhecer meu coração
            G#                     Dm5-/7
Vou sempre ter em vez de paz inquietação
          G7
Houvesse paz
                   Cm
Não haveria esta canção

Canoa vazia


Canoa Vazia (1970) - Luiz Carlos Paraná - Intérprete: Adauto Santos

LP A Música De Carlos Paraná / Título da música: Canoa Vazia / Luiz Carlos Paraná (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: O Jogral / Nº Álbum: MPLP-004 / Ano: 1971 / Lado B / Faixa 3.

Rio acima, canoa subiu
Rio abaixo, canoa desceu
Rio acima subiu com seu dono
Desceu no abandono e desapareceu

Zé do Fole tocava sanfona
Seu moço, s'a dona que nem ele só
Té que um dia gamou por Maria
Chorou noite e dia que inté dava dó
Ele que era no fole um colosso
Seu moço, s'a dona, nunca mais tocou
Deu um dia um adeus à Maria
A canoa vazia, rodando voltou

Rio acima, canoa subiu
Rio abaixo, canoa desceu
Rio acima subiu com seu dono
Desceu no abandono e desapareceu

Eu também pelo rio da vida
Fui duro na lida, fui bom pescador
Mais um peixe eu tentei, foi à toa
Botar na canoa, chamava-se amor
Toda vez que eu pensei ter fisgado
Meu peixe danado, o marvado fugiu
Vivo então água abaixo hoje em dia
A canoa vazia, à vontade do rio

Rio acima, canoa subiu
Rio abaixo, canoa desceu
Rio acima subiu com seu dono
Desceu no abandono e desapareceu

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Moda das línguas


Moda das Línguas - Alvarenga e Ranchinho - Interpretação: Adauto Santos

CD Adauto Santos - Tocador De Vida E De Viola / Título da música: Moda Das Línguas / Alvarenga (Compositor) / Ranchinho (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: CPC-UMES / Ano: 1998 / Nº Álbum: CPC 005 / Faixa / Gênero musical: Moda-de-viola / Obs.: Gravado ao vivo no Teatro da UMES, São Paulo, no dia 14 de junho de 1995, no projeto "Serenata na UMES".



É verdade matemática
Que ninguém pode negar
Que essa história de gramática
Só serve é pra atrapaiar
Ainda vem língua estrangeira
Pra ajudar a compricar
É mior nóis cabar com isso
Pra nós todos poder falar

Na Inglaterra eu vi dizer
Que um pé de sapato é chu
Sendo assim logo se vê
Dois pés tem que ser chuchu
Chuchu pra nóis é legume
No duro, não é boato
Os ingreis que lá se arrume
Mas nóis num come sapato

Na América corpo é bode
Veja que bode vai dar
Encontrei uma americana
Louca pro bode entregar
Fiquei meio atrapaiado
E disse pra me safar
Óia dona, eu não sou cabra
Sai com esse bode pra lá

Em Chile, cueca é dança
Pra se cantar e bailar
Lá se toca e baila cueca
Asta la fiesta acabar
Mas se acaso algum chileno
Vier pro Brasil dançar
Que tente mostrar a cueca
Pra ver ondé que vai parar

Na Itália eu vi dizer
E não sei por que razão
Que manteiga lá é burro
Se passa burro no pão
Desse jeito pra mim chega
Viva nóis lá do sertão
Onde manteiga é manteiga
Nós não come burro, não

Uma gravata esquisita
Um certo franceis me deu
Perguntei onde botar
Ele então me arrespondeu
Mas num gostei da resposta
Isso é que não faço eu
Seu franceis mal educado
Ponha a gravata no seu

Na Argentina ouvi dizer
Que saco é paletó
Lá se o gringo toma chuva
Tem que pôr o saco no sor
E se acaso o dito encóie
A muié lhe diz a pior
Tu saco está mui tiquito
Vá arranjar um saco maior

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Na boca da noite

Na Boca da Noite (samba, 1968) - Paulo Vanzolini e Toquinho - Intérprete: Adauto Santos

LP Nau Catarineta / Título da música: Na Boca Da Noite / Toquinho (Compositor) / Paulo Vanzolini (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: Marcus Pereira / Ano: 1974 / Nº Álbum: MPL 9332 / Lado B / Faixa 5 / Gênero musical: Samba.


G                    A/G    G           Dm7
Cheguei na boca da noite, parti de madrugada
C          Em  Gm/Bb               F/A
Eu não disse que ficava nem você perguntou nada
Em              F     G4/7  G7         C
Na hora que eu ia indo, dormia tão descansada,
G7           C       C7         F6
Respiração tão macia, morena nem parecia
E7             A
Que a fronha estava molhada 

         A7        D       A7                D
Vi um rosto na janela, parei na beira da estrada
G7        C/A#     F7 A#/G# Em A     D
Cheguei na boca da noite, saí de madrugada 

G                A/G         G            Dm7
Gente da nossa estampa não pede juras nem faz,
C            Em        Gm/Bb       F/A
Ama e passa, e não demonstra sua guerra, sua paz
Em        F       G4/7  G7             C
Quando o galo me chamou, eu parti sem olhar pra trás
G7               C         C7            F6
Porque, morena, eu sabia, se olhasse, não conseguia
E7              A
Sair dali nunca mais 

G                    A/G       G           Dm7 G7
O vento vai pra onde quer, a água corre pro mar
C              Em    Gm/Bb             F/A
Nuvem alta em mão de vento é o jeito da água voltar
Em                 F     G4/7    G7     C
Morena, se acaso um dia tempestade te apanhar
G7         C          C7         F6
Não foge da ventania, da chuva que rodopia,
E7          A
Sou eu mesmo a te abraçar

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Triste berrante


Triste berrante (toada, 1978) - Adauto Santos - Intérprete: Adauto Santos

LP Triste Berrante / Título da música: Triste Berrante / Adauto Santos (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: Arlequim / Ano: 1978 / Álbum: ARLP 4017 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Toada / Regional / Sertanejo


Tom: C 

Intro: Dm7  G7  C7M  C7M  F  Bm7/b5  E7  Am A7

    Dm7                G7        C7M
Já vai bem longe este tempo, bem sei
     F                Bm7/b5 E7   Am A7
Tão longe que até penso que eu sonhei
     Dm7                    G7      C7M
Que lindo quando a gente ouvia distante
               F7M       Bm7/b5
O som daquele triste berrante
           E7       Am7   A7
E um boiadeiro a gritar, êia!
  Dm7               G7         C7M
E eu ficava ali na beira da estrada
           F7M    Bm7/b5     E7            A
Vendo caminhar a boiada até o último boi passar
 Bm7        E7              A
Ali passava boi, passava boiada
              F#m7                 Bm7
Tinha uma palmeira na beira da estrada
             E7             A  Dm G C F E7
Onde foi cravado muito coração  
     Dm7                G7     C7M
Mas sempre foi assim e sempre será
  F7M              Bm7/b5   E7 Am  A7
O novo vem e o velho tem que parar
       Dm7             G7         C7M
O progresso cobriu a poeira da estrada
            F7M         Bm7/b5
E esse tudo que é o meu nada
              E7     Am       A7
Eu hoje tenho que acatar e chorar
    Dm7                G7       C7M
E mesmo tendo gente e carro passando
            F7M       Bm7/b5     E7       A
Meus olhos estão enxergando uma boiada passar
Bm7        E7              A
Ali passava boi, passava boiada
              F#m7                 Bm7
Tinha uma palmeira na beira da estrada
             E7             A 
Onde foi cravado muito coração

Triste berrante


Triste berrante (toada, 1978) - Adauto Santos - Intérprete: Adauto Santos

LP Triste Berrante / Título da música: Triste Berrante / Adauto Santos (Compositor) / Adauto Santos (Intérprete) / Gravadora: Arlequim / Ano: 1978 / Álbum: ARLP 4017 / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Toada / Regional / Sertanejo


Tom: C 

Intro: Dm7  G7  C7M  C7M  F  Bm7/b5  E7  Am A7

    Dm7                G7        C7M
Já vai bem longe este tempo, bem sei
     F                Bm7/b5 E7   Am A7
Tão longe que até penso que eu sonhei
     Dm7                    G7      C7M
Que lindo quando a gente ouvia distante
               F7M       Bm7/b5
O som daquele triste berrante
           E7       Am7   A7
E um boiadeiro a gritar, êia!
  Dm7               G7         C7M
E eu ficava ali na beira da estrada
           F7M    Bm7/b5     E7            A
Vendo caminhar a boiada até o último boi passar
 Bm7        E7              A
Ali passava boi, passava boiada
              F#m7                 Bm7
Tinha uma palmeira na beira da estrada
             E7             A  Dm G C F E7
Onde foi cravado muito coração  
     Dm7                G7     C7M
Mas sempre foi assim e sempre será
  F7M              Bm7/b5   E7 Am  A7
O novo vem e o velho tem que parar
       Dm7             G7         C7M
O progresso cobriu a poeira da estrada
            F7M         Bm7/b5
E esse tudo que é o meu nada
              E7     Am       A7
Eu hoje tenho que acatar e chorar
    Dm7                G7       C7M
E mesmo tendo gente e carro passando
            F7M       Bm7/b5     E7       A
Meus olhos estão enxergando uma boiada passar
Bm7        E7              A
Ali passava boi, passava boiada
              F#m7                 Bm7
Tinha uma palmeira na beira da estrada
             E7             A 
Onde foi cravado muito coração