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sábado, 1 de novembro de 2008

Alda Perdigão

Alda Perdigão nasceu em 19 de setembro de 1934. Desde garota gostava de cantar. Em 1950, ano em que foi fundada a Televisão TUPI, ganhou o 1º lugar no concurso: “A Mais Bela Voz Juvenil de São Paulo”.

Estava com apenas 16 anos, mas sua voz já tinha uma potência inigualável. Esse prêmio lhe valeu um contrato profissional como cantora.

Mas ficou pouco na TV Tupi, pois em fins de 1951 e começo de 1952, foi com vários colegas , comandados por Demerval Costalima, que era o Diretor Geral das Emissoras Associadas para as Organizações Victor Costa – TV Paulista.

E ali ficou desde o desembargue do material para a montagem da emissora até 1958, quando foi contratada pela TV Record.

Atuou por dois ano, e depois passou a free-lancer. Isso permitiu que ela viajasse por todo o país, e estivesse presente na inauguração de várias emissoras em outros estados. Teve um programa exclusivamente dela, de 30 minutos na TV Cultura de São Paulo.

Cantora de grande potência vocal e forte personalidade em cena, Alda Perdigão fez sempre muito sucesso, onde quer que se apresentasse. Foi casada por duas vezes, sendo que a segunda foi com o Durval Emmerich, quando Alda decidiu exercer apenas a função de esposa e mãe. Durval Emmerich veio a falecer para a grande tristeza de Alda, que por vezes se apresenta nos eventos da PRÓ-TV, de onde é associada.

Fonte: netsaber - Biografia de Alda Perdigão

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mário Albanese

Mário Albanese, músico por definição e berço, advogado, professor, jornalista, comunicador de rádio e televisão, compositor, nasceu na capital paulista aos 31 de outubro de 1931. Em 1965, lançou com Ciro Pereira o Jequibau que, inserido em métodos de ensino e vencedor de concursos internacionais, foi festejado pela crítica nacional e internacional.

Na avaliação do crítico e autor da Enciclopédia de Jazz, Leonard Feather, para a Revista Billboard dos Estados Unidos, "este novo e excitante ritmo do Brasil, jequibau, é um 5/4 que revela, com incrível simplicidade e charme, um novo entendimento métrico desse compasso".

O jequibau, com seus cinco tempos nativos e originais, já percorreu os quatro cantos do mundo na interpretação de renomados artistas internacionais como Andy Williams, Al Caiola, Vic Damone, Norman Luboff, Vicki Karr, Sadao Watanabe (Japão), Percy Faith, Charlie Byrd, Rita Réys e Sarah Cheretien (Holanda), Sy Oliver, Susana Colonna (México), Silvio Santisteban, Românticos del Caribe, entre outros.

Muitos músicos, grupos e cantores do Brasil gravaram suas composições, como Altemar Dutra, Agostinho dos Santos, Agnaldo Rayol, Arrelia, Carmélia Alves, Caçulinha, Cláudia, Cauby Peixoto, Elcio Alvarez, Eliana Pittman, Elza Laranjeira, Hebe Camargo, Hermeto Paschoal, Inezita Barroso, Isaura Garcia, Jair Rodrigues, João Dias, Leny Eversong, Macumbinha, Marina Barbosa, Moacir Franco, Pedrinho Mattar, Pery Ribeiro, Pocho, Poly, Portinho, Osmar Milani, Omar Izar, Três Morais, Sylvio Tancredi, Tito Madi, Titulares do Ritmo, Walter Wanderley, Trio Yrakitan, Zimbo Trio e outros.

Os Lps de Mário Albanese foram editados nos Estados Unidos, França, Inglaterra, Argentina, México e Itália.

Entre as honrarias que lhe são creditadas destaque-se a de Titular Catedrático da AIM - Academia Internacional de Música, Membro da Ordem Internacional dos Jornalistas, da Associação Brasileira de Folclore, da Ordem Nacional dos Escritores e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Fundou e preside o Instituto Brasileiro de Direito Autoral e a Associação de Defesa da Saúde do Fumante. É presidente da CIPA, da CETESB, onde trabalha como jornalista há 29 anos.

Recebeu a Cruz do Mérito Cívico e Cultural da Sociedade Brasileira de Heráldica e Medalhística e, recentemente, da Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, "por sua destacada trajetória profissional, valorizando o nome e as tradições da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco", a Láurea de Associado Benemérito, Arcadas 11 de agosto de 2006.

Do Panathlon Clube de São Paulo – Comenda do Mérito Panatlético "em razão do trabalho desenvolvido pelo esporte". Da Câmara Municipal de São Paulo recebeu a "Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade" pelos relevantes serviços prestados à cidade.

Texto de Silvio Natacci