sexta-feira, 23 de junho de 2006

Bandeira branca



A era da canção carnavalesca começa em 1917, com o samba “Pelo Telefone”, e termina em 1970 com a marcha-rancho “Bandeira Branca”. Depois desse ano, somente o samba-enredo faria sucesso, limitando-se o repertório tradicional a algumas marchinhas que são revividas pelas orquestras em meio aos bailes de carnaval.

Assim, “Bandeira Branca”, uma composição romântica, de melodia e versos tristes, tornou-se paradoxalmente o último clássico do repertório carnavalesco: “Bandeira branca, amor / não posso mais / pela saudade que me invade / eu peço paz...” Foi também o último sucesso de Dalva de Oliveira (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).

Bandeira branca (marcha/carnaval, 1970) - Max Nunes e Laércio Alves
Em                             Am
Bandeira branca, amor /  Não posso mais
        Em              B7             Em
Pela saudade que me invade  / Eu peço paz

                Am            B7
Saudade mal de amor, de amor / Saudade
        Em                    Am
Dor que dói demais / Vem meu amor
           B7                 Em
Bandeira branca  /   Eu peço paz
 
 

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