sábado, 3 de junho de 2006

Cristal (O. Montenegro)

Oswaldo Montenegro
A           E
Era de vidro, quase de lâmina
D              A
há de haver no espaço uma igual
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D            A
um choro natural
A          E
Era estrela clara de lua 
D          A
gota de lume branco e de sal
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D            A
um choro natural
F#m      C#m  
Era vitrine como é vitrine
   D              A
o olho, a janela, a ruga e o cristal
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D               A
um choro natural
A           E
Era de água, quase de espelho
D             A 
como o olhar de quem passa mal
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D            A
um choro natural
A         E           D
Era de lua sempre de enluarada impressão 
              A
divina e normal
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D            A
um choro natural
F#m      C#m  
Era vitrine como é vitrine
   D              A
o olho, a janela, a ruga e o cristal
F#m           B
Era uma lagrima, há de ter sido 
D               A
um choro natural

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