domingo, 30 de julho de 2006

Espelho cristalino

Alceu Valença
Alceu Valença

Tom: D  

(intro) G D A

     G        D            A
Essa rua sem céu, sem horizontes
        G      D          A
Foi um rio de águas cristalinas
       G        D         A
Serra verde molhada de neblina
       G        D          A
Olho d'água sangrava numa fonte
     G        D            A
Meu anel cravejado de brilhantes
        G        D         A
São os olhos do capitão Corisco
     G            D        A
É a luz que incendeia meu ofício
       G        D         A
Nessa selva de aço e de antenas
       G             D          A
Beija-flor estou chorando suas penas
     G           D            A     B A
Derretidas na insensatez do asfalto

        G         D            A
Mas eu tenho um espelho cristalino
           G          D          A
Que uma baiana me mandou de Maceió
     G       D            A
Ele tem uma luz que me alumia
         G      D             A
Ao meio-dia clareia a luz do sol...

       G      D           A
Que me dá o veneno e a coragem
     G            D          A
Pra girar nesse imenso carrossel
     G        D          A
Flutuar e ser gás paralisante
     G           D            A
E saber que a cidade é de papel
     G          D            A
Ter a luz do passado e do presente
     G        D          A
Viajar pelas veredas do céu
        G          D            A
Pra colher três estrelas cintilantes
     G        D            A
E pregar nas abas do meu chapéu
     G           D            A
Vou clarear o negror do horizonte
           G        D            A  (G D A)
É tão brilhante a pedra do meu anel

        G         D            A
Mas eu tenho um espelho cristalino
           G          D          A
Que uma baiana me mandou de Maceió
     G       D            A
Ele tem uma luz que me alumia
         G      D             A
Ao meio-dia clareia a luz do sol...

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