quarta-feira, 7 de junho de 2006

Balada triste

Ângela Maria
Ângela Maria fazia uma temporada em Buenos Aires quando conheceu a canção “Balada Triste” por intermédio de seu acompanhador, o violonista Manoel da Conceição. Decidida a gravá-la o quanto antes, apressou-se em obter a permissão do autor, Dalton Vogeler, baixista do conjunto de Valdir Calmon, por coincidência, na ocasião, também em temporada na capital argentina. Daí resultou o duplo lançamento da composição — que já havia sido entregue a Agostinho dos Santos —, alcançando ambas as gravações o maior sucesso.

Bem de acordo com o título, “Balada Triste” é uma pungente canção de amor com versos e melodia impregnados de tristeza. Sem ser plágio, reproduz o clima da “Serenata” (Stãndchen) de Schubert, citada, aliás, no prólogo das gravações iniciais. (A Canção no Tempo - Vol.2 - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34).

Balada triste (samba-canção, 1958) - Dalton Vogeler e Esdras Silva - Interpretação: Agostinho dos Santos




Tom: Em 
 
Intro:  (Em  Am  C  B7) 
 
Em                     Am
Balada triste / Que me faz
     F#m     B7              Em
Lembrar alguém  / Alguém que existe
          C
E que outrora
        B7     (C7  C#7  D7)
Foi meu bem 
G           F#          Bm
Balada triste / Melodia do meu drama
      E               Am
Esse alguém já não me ama
     C          B7       B7
Esqueceu você também 
Em                           Am
Não há mais nada /  Foi um sonho
F#m     B7
Que passou
          Em
Triste balada
       C         B7      (C7   C#7  D7)
Só você me acompanhou 
G
Fica comigo !
         F#         Bm
Velha amiga, companheira
         E                 Am
Quero cantar-te a vida inteira
          C         B7         (Em  Am)
Prá lembrar o que passou...
(Em  Am  C  B7)

Um comentário: