segunda-feira, 29 de maio de 2006

Boiada

Boiada - Almir Sater e Renato Teixeira
A
Ele foi levando boi, 
um dia ele se foi no rastro da boiada
D
A poeira é como o tempo, 
um véu, uma bandeira, tropa viajada
A
Foram indo lentamente, 
calmos e serenos, lenta caminhada
D
E sumiram lá na curva, 

na curva da vida, na curva da estrada
E7
E depois dali pra frete, 
não se tem notícias, não se sabe nada
A                   G
Nada que dissesse algo
              D                 A/E
De boi, de boiada, de peão de estrada
            C                     G
Disse um viajante, história mal contada
                   Bb                    D/A   C
Ninguém viu, nem rastro, nem homem, nem nada
A
Isso foi há muito tempo, 
tempo em que a tropa ainda viajava
D
Com seus fados e pelegos 
no rangeu do arreio ao romper da aurora
A
Tempos de estrelas cadentes, 
fogueiras ardentes, ao som da viola
D
Dias e meses fluindo, 
destino seguindo, e a gente indo embora
E7
Isso tudo aconteceu no fato que se deu, 
faz parte da história
   A                G               D
E até hoje em dia quando junta a peãozada
            A/E                 C
Coisas assombradas, verdades juradas
             G/B                Bb
Dizem que sumiram, que não existiram
              D/A
Ninguém sabe nada
A
Ele foi levando boi, 
um dia ele se foi no rastro da boiada
D
A poeira é como o tempo, 
um véu, uma bandeira, tropa viajada
E
Foram indo lentamente, 
calmos e serenos, lenta caminhada
D
Dias e meses seguindo, 
destino fluindo, e a gente indo embora
E7
Isso tudo aconteceu no fato que se deu, 
faz parte da história
   A                G               D
E até hoje em dia quando junta a peãozada
            A/E                 C
Coisas assombradas, verdades juradas
             G/B                Bb
Dizem que sumiram, que não existiram
              D/A
Ninguém sabe nada

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