Mostrando postagens com marcador cantora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cantora. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Esterzinha de Souza

Esterzinha de Souza (Maria de Souza Pereira), cantora, nasceu em 29/1/1930, em São Paulo, SP. No dia 26 de janeiro de 1950 ganhou um concurso no programa de calouros, produzido por Rebello Júnior e apresentado por Aloísio Silva Araújo, na Rádio Bandeirantes. Foi contratada por seis meses na emissora.

No mesmo ano os dois saíram da Bandeirantes e a levaram para a Rádio Cultura, onde fez parte da equipe de programas criados por eles. Permaneceu na emissora até 1952. Nesse meio tempo, no dia 30 de julho de l950, entrou na Boate Excelsior, como crooner da orquestra de Raul de Barros, onde conheceu o então pianista Cyro Pereira, por quem se apaixonou e com quem está casada há 48 anos.

No dia 1º de abril de 1952, foi contratada pela Rádio Record, permanecendo até 1961 e onde participava dos melhores programas, como: “Só para Mulheres”; “O clube abre as Cinco”; “O maestro veste a música”, produzido por Almirante, o maior nome do rádio da época. Participava ainda de “Dorival Caymi Show”; “A história das Malocas”, tendo gravado um LP com o mesmo nome.

Na Record teve um programa exclusivamente seu, e cantou com as grandes orquestras da época , com os maestros: Gabriel Migliori, Hervé Cordovil, Zico Mazagão , Luís César, Cyro Pereira. Foi premiada várias vezes, como “A melhor cantora da semana”. Além dos troféus: "Gente que brilha”, e outros.

Na Companhia Cinematográfica Vera Cruz dublou vários filmes: “O Cangaceiro”; “A Morte Comanda o Cangaço”e todos os filmes de Mazzaroppi. Cantou num filme pela Record, de nome: “Carnaval em Lá Maior”.

Gravou vários 78 rotações, com músicas de carnaval e dois LPs. Viajou por todo o Brasil fazendo shows, e cantou ao lado dos maiores cantores do país. De temperamento meigo e delicado, Esterzinha de Souza sempre foi muito querida por todos os seus colegas.

Fonte: netsaber - Biografia de Esterzinha de Souza; Dicionário Cravo Albin da MPB.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Cláudia


Cláudia (Maria das Graças Rallo), cantora, nasceu no Rio de Janeiro-RJ em 10 de maio de 1948. Foi criada em Juiz de Fora-MG onde começou a cantar aos oito anos de idade, participando de um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora. Aos 13 anos, atuou como crooner do conjunto Meia-Noite, que se apresentava em festas e bailes daquela cidade.

Desenvolveu sua carreira em São Paulo-SP na década de 60, no início participando do programa O Fino da Bossa. Em 1969 venceu o I Festival Fluminense da Canção defendendo a música Razão de paz para não cantar (Eduardo Lage/ Alésio de Barros).

Participou de diversos festivais no exterior, inclusive Japão, Grécia, México e Venezuela, tornando-se mais premiada fora do Brasil. Emplacou alguns sucessos como Jesus Cristo (Roberto Carlos) e Mais de 30 (Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle).

O maior momento de sua carreira se deu em 1983, quando estrelou o musical Evita, uma superprodução mundial encenada em vários países e que ficou mais de dois anos em cartaz no Rio e São Paulo.

Depois de Evita, continuou se apresentando em casas noturnas e participando de shows e gravações. Tem mais de 20 discos gravados. Também conhecida como "Claudya".

Fontes: Clic Music; Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Célia


Célia, cantora, nasceu em 08/09/1947 na cidade de São Paulo-SP. Aos 13 anos começou a se interessar por música. Estudou violão clássico e popular, harmonia, teoria e composição. Incentivada por diversos amigos, decidiu dedicar-se ao canto.

Em 1970, foi lançada no programa Um Instante Maestro, de Flávio Cavalcanti, obtendo grande êxito. Tanto que em 1971 já gravava seu primeiro LP na Continental, Célia, celebrado com vários prêmios. No ano seguinte, gravou novo disco, com canções como Detalhes e A hora é essa (ambas de Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e a partir de então participou de alguns festivais da canção na Venezuela e no Uruguai.

Em 1975, lançou seu terceiro LP, com Camisa amarela (Ary Barroso), Onde estão os tamborins (Pedro Caetano) e Não há porque (Ivan Lins e Vitor Martins). Em 77 gravou o quarto LP, dedicado a renomados autores de samba, e estreou o show Por um Beijo, no Teatro Pixinguinha (SP), ficando em cartaz por seis meses.

Em 1979, excursionou pelo Brasil com o projeto Pixinguinha, ao lado de Paulo Moura. Nos anos seguintes, continuou fazendo shows em teatros e boates para seu público cativo - especialmente em São Paulo, sua cidade natal -, tais como Toda Delícia (80), Fogo, Por Favor (82), Força (83) - este ao lado de Rosa Maria e Miriam Batucada -, Vento Bravo (84), A Louca do Bordel (91), entre outros.

Nos anos 80 lançou mais dois discos. Depois, só voltaria aos estúdios em 1993, com Louca de Saudade. Em 95, estrelou o show Os Gordos Também Amam em dupla com o empresário e dublê de cantor José Maurício Machline.

No ano seguinte, comemorou 25 anos de carreira com o show Célia e Banda Son Caribe, no Espaço Vinicius de Moraes (SP), com repertório de salsas, mambos e merengues. Em 98, realizou o show Ame em dupla com o cantor Zé Luiz Mazziotti no Tom Brasil, cantando clássicos da MPB.

Ao lado do mesmo Zé Luiz, gravou em 2000 o CD Pra Fugir da Saudade (Jam), dedicado aos sambas de Paulinho da Viola.

Apesar de ter vários discos gravados, nunca obteve grandes sucessos radiofônicos, destacando-se como cantora da noite paulistana.

Fonte: Clic Music.

domingo, 21 de outubro de 2007

Alzira Espíndola

Nascida no Mato Grosso do Sul, em uma família de músicos, iniciou-se profissionalmente no grupo Lírio Selvagem, onde tocava com seus irmãos — inclusive a cantora Tetê Espíndola.

Com o fim do grupo, começa uma carreira solo como cantora, compositora e instrumentista. Tocou com o violeiro Almir Sater antes de lançar seu primeiro disco solo, "Alzira Espíndola", pelo selo 3M.

Em 1990 excursionou por diversos países com Itamar Assumpção e a banda Isca de Polícia, gravando em seguida seu segundo disco, "AMME" pelo selo Baratos Afins. Com esse disco foi indicada ao prêmio Sharp de 1992, categoria Melhor Cantora Pop.

Pela mesma gravadora lança em 1996 "Peçamme", que tem no repertório parcerias com Itamar, Luli e Lucina. Em 1999 grava com a irmã Tetê um CD de clássicos da música regional, "Anahí" (Dabliú).

2000 foi o ano de "Ninguém Pode Calar" (Dabliú), disco baseado no repertório da cantora Maysa.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Fátima Guedes


Fátima Guedes, cantora e compositora, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 6/5/1958. Criada entre a Zona Norte e o subúrbio carioca, iniciou carreira como compositora em 1973.

Em 1976, sua música Passional venceu o Festival de Música da Faculdade Hélio Alonso. Autora de trilhas sonoras para teatro, compôs Onze fitas, para a peça O dia da caça, de José Louzeiro. Sua música Bicho medo foi gravada por Wanderléia e Meninas da cidade interpretada no show Transversal do tempo, por Elis Regina.

Participou, em 1980, do Festival da Nova Música Popular Brasileira, com Mais uma boca. Lançou seu primeiro disco, Fátima Guedes, em 1979, com as composições Onze fitas, Meninas da cidade e Passional. Em 1980 lançou outro disco, também com o nome Fátima Guedes, contendo Cheiro de mato e Mais de uma boca, também suas.

Em 1981 lançou Lápis de cor, com a composição Arco-íris, e chamou a atenção de toda a crítica musical. Em 1983 saiu Muito prazer, em que se destaca Absinto; e, em 1985, Sétima arte, com a composição de mesmo nome. Seu segundo CD, Pra bom entendedor, conta com composições suas (Minha senhora e Mãos de jardineiro) e da dupla Guinga e Aldir Blanc.

Tem músicas gravadas por Elis Regina (Onze fitas), Nana Caymmi (Chora brasileira), Zizi Possi, Joanna e Simone (Condenados).

CDs: Pra bom entendedor, 1993, Velas 11-V017; Grande tempo, 1995, Velas 11-V114.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.