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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Saveiros


Saveiros (canção, 1966) - Dori Caymmi e Nelson Mota - Interpretação: Elis Regina

LP Festival Dos Festivais - II Festival Da Música Popular Brasileira / Título da música: Saveiros / Dori Caymmi (Compositor) / Nelson Motta (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1966 / Álbum: P-765.000-P / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Canção.



Nem bem a noite terminou
Vão os saveiros para o mar
Levam no dia que amanhece
As mesmas esperanças
Do dia que passou.

Quantos partiram de manhã
Quem sabe quantos vão voltar
Só quando o sol descansar
E se os ventos deixarem
Os barcos vão chegar
Quantas histórias pra contar

Em cada vela que aparece
Um canto de alegria
De quem venceu o mar

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Ana Zinger


Ana Zinger (Ana Lúcia Fontes Leuzinger), cantora, nasceu em 12/4/1960 no Rio de Janeiro, RJ. Iniciou seus estudos musicais pelo violão, com Paulinho Soledade, ainda adolescente. Mas tarde, estudou com Célia Vaz e Ian Guest (teoria musical e harmonia) e com Giannina Gianetti (técnica vocal). Ingressou na faculdade de Desenho Industrial da PUC-Rio, abandonando o curso para se dedicar totalmente à música.

No final dos anos 1970, se integrou a um trio vocal, juntamente com Paulinho Soledade e Cecília Spyer. Fez parte da banda Garage. Em 1980, participou, como vocalista, ao lado de Paulinho Soledade e Cecília Spyer, da turnê do grupo A Cor do Som pelo Brasil.

Inaugurou a casa noturna Mistura Fina (RJ), apresentando-se, durante cinco meses, com Claudio Infante, Arthur Maia, Heitor Pepê e Lulu Martin, ao lado de Marcio Montarroyos.

Em 1987, viajou para Los Angeles, onde estudou técnica vocal com Robert Edwards e participou de discos de Dori Caymmi. Gravou "Emoção pra valer", jingle da Coca-Cola veiculado na midia durante anos. Fez parte do quarteto vocal Be Happy.

Em 1993, participou do disco de Torcuato Mariano Paradise Station, lançado no mercado norte-americano, cantando uma música de Michael Jackson.

No ano seguinte, gravou o CD Uma nova visão, produzido por Luiz Avellar. No disco, lançado no Brasil pela Albatroz e no Japão pela Zico Label, registrou Você me acende, versão de Erasmo Carlos para You turn me on, e uma leitura rap de Águas de março (Tom Jobim), além de Ouça (Maysa), Alumbramento (Djavan e Chico Buarque) e Lata de lixo (Luiz Avellar e Aldir Blanc), entre outras.

Participou dos songbooks de Edu Lobo e Dorival Caymmi e do CD Noites com sol, de Flávio Venturini.

Em 2000, atuou, ao lado de Délia Fischer (piano), Dôdo Ferreira (baixo) e Cacá Colon (bateria), no show In the Ellington, interpretando obras de Duke Ellington e Billy Strayhorn. O espetáculo foi apresentado em vários espaços cariocas, como Bastidores, Casa de Cultura Estácio de Sá, Vinicius Piano Bar e Merci Piano Bar.

Em 2002, iniciou a gravação de seu segundo disco como artista solista, registrando músicas de Duke Ellington e Billy Strayhorn.

Cantora muito requisitada em estúdio de gravações, ao longo de sua carreira vem atuando, como vocalista, em discos de vários artistas, como Milton Nascimento, Gilberto Gil, Gal Costa, Djavan, Edu Lobo e Júlio Iglesias, entre outros.

Em 2003, formou, juntamente com Célia Vaz, Márcio Lott e Fabíola, o grupo Vocal Nós Quatro, com o qual lançou CD homônimo no ano seguinte, contendo as canções Qui nem jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), Jack Soul Brasileiro (Lenine), "Feira de mangaio (Sivuca e Glorinha Gadelha), Fotografia e Estrada branca, ambas de Tom Jobim, Oba-la-lá (João Gilberto), Revendo amigos (Joyce), Farinha e serrado (Djavan), Saci (Guinga e Paulo César Pinheiro), Você é linda (Caetano Veloso), Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), Maria, Maria e Canções e momentos, ambas de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Em 2004, apresentou-se na série Delira Música, no Centro Cultural da Justiça Federal, ao lado de Bernardo Bosísio (guitarra) e Alberto Continentino (baixo), em tributo às divas do jazz.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

sábado, 8 de setembro de 2007

História antiga


História Antiga (Brasilian Serenata) (1990) - Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro - Intérprete: Dori Caymmi

LP Dory Caymmi - Brasilian Serenata / Título da música: História Antiga (Brasilian Serenata) / Dori Caymmi (Compositor) / Paulo César Pinheiro (Compositor) / Dori Caymmi (Intérprete) / Gravadora: Warner Music / Ano: 1990 / Nº Álbum: 670.9377 / Lado B / Faixa 4.

Na varanda da sacada
Clareando a noite nua
O olhar da minha amada
Refletia a luz da lua
E na noite enluarada
Não se ouvia quase nada
Só meu violão na rua

Pela sombra da ramada
No portão da moradia
O olhar da minha amada
Docemente reluzia
E com voz apaixonada
Eu cantava ao pé da escada
Uma triste melodia

Quando vinha a madrugada
No soprar de um vento frio
O olhar da minha amada
Retornava ao casario
E eu seguia a caminhada
Mas deixava pela estrada
O meu resto de assovio

Hoje a lua na calçada
É só uma velha amiga
O olhar da minha amada
Já virou história antiga
Muita vida foi passada
Mas em noite enluarada
Inda lembro da cantiga

Flor da Bahia


Flor da Bahia (1985) - Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro - Intérprete: Nana Caymmi

LP Tenda Dos Milagres - Trilha Sonora da Minissérie / Título da música: Flor da Bahia / Dori Caymmi (Compositor) / Paulo César Pinheiro (Compositor) / Nana Caymmi (Intérprete) / Gravadora: Som Livre / Ano: 1985 / Nº Álbum: 403.6328 / Lado B / Faixa 1.


Tom: D
A7(9/4)     A7(9)
Dor da Bahia
             Am7(9)                 A7(9)
Chega a machucar meu peito
      A7(9/4)     A7(9)
Na garganta dá nó
        Am7(9)                 A7(9)
Conviver com preconceito
        G9            D/F#
Dá revolta e dá dó
Bm7(#5)         C#m7(#5)
Quem no coração
Bm7(#5)         C#m7(#5)
Não faz distinção
Bm7(#5)                    E(b5)   D/E E(b5) D/E E(b5)
Compreende a minha dor


A7(9/4)     A7(9)
Cor da Bahia
             Am7(9)                 A7(9)
É a paixão da minha vida
             A7(9/4)     A7(9)
Quando olho em redor
        Am7(9)                 A7(9)
A cidade construída
        G9            D/F#
Misturando suor
Bm7(#5)         C#m7(#5)
Quanta história então
Bm7(#5)         C#m7(#5)
De sangue e paixão
Bm7(#5)                    E(b5)   D/E E(b5) D/E E(b5)
Sobre o chão de Salvador

B/C#
E na Bahia
             Ebm                 Bbm
Grão de amor é forte medra

              B/C#
E eu sou flor da Bahia
         Ebm                 Bbm
Semeada em chão de pedra
A7M(9)       Em7
Flor da Bahia
       F#m7               C#m7
Que oferece a primavera
          D7M
Desse grão
          C#m7
Dessa flor
          Bm7
Desse chão
                  E(b5)   D/E E(b5) D/E E(b5)
Desse amor


A7(9/4)     A7(9)
Flor da Bahia
          Am7(9)                 A7(9)
É flor que ninguém arranca
                A7(9/4)     A7(9)
Quando o amor é maior
          Am7(9)                 A7(9)
Pele escura, pele branca
        G9            D/F#
Flor da pele é uma só
Bm7(#5)         C#m7(#5)
Corpos que se dão
Bm7(#5)         C#m7(#5)
Mais sementes são
Bm7(#5)                    E(b5)   D/E E(b5) D/E E(b5)
Sobre o chão de Salvador

Estrela da terra


Estrela da Terra - Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro - Intérprete: Dori Caymmi

LP Dori Caymmi / Título da música: Estrela da Terra / Dori Caymmi (Compositor) / Paulo César Pinheiro (Compositor) / Dori Caymmi (Intérprete) / Gravadora: EMI-Odeon / Ano: 1980 / Nº Álbum: 064 422874 / Lado A / Faixa 5.



Por mais que haja dor e agonia
Por mais que haja treva sombria
Existe uma luz que é meu guia
Fincada no azul da amplidão
É o claro da estrela do dia
Sobre a terra da promissão.

Por mais que a canção faça alarde
Por mais que o cristão se acovarde
Existe uma chama que arde
E que não se apaga mais não
É o brilho da estrela da tarde
Na boina do meu capitão.

E a gente
Rebenta do peito a corrente
Com a ponta da lâmina ardente
Da estrela na palma da mão.

Por mais que a paixão não se afoite
Por mais que minh'alma se amoite
Existe um clarão que é um açoite
Mais forte e maior que a paixão
É o raio da estrela do noite
Cravada no meu coração.

E a gente
Já prepara o chão pra semente
Pra vinda da estrela cadente
Que vai florescer no sertão.

Igual toda lenda se encerra
Virá um cavaleiro de guerra
Cantndo no alto da serra
Montado no seu alazão
Trazendo a estrela da terra
Sinal de uma nova estação

Desenredo


Desenredo (1976) - Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro - Intérprete: Nana Caymmi

LP Nana Caymmi - Renascer / Título da música: Desenredo / Dori Caymmi (Compositor) / Paulo César Pinheiro (Compositor) / Nana Caymmi (Intérprete) / Gravadora: CID / Ano: 1976 / Nº Álbum: 8016 / Lado B / Faixa 1.


Tom: C

Intro: G Am7 G/B C9 G/B Am7 G

 G9                                          C/D   D7/9
Por toda terra que passo me espanta tudo que ve____jo
  D7/9           Dm7/9  D7/9   C/D  D7/9      G9
A morte tece seu fi_____o   de vida feita ao avesso
G/F                     C#m7/(5b)
O olhar que prende anda solto
    C/D                 G9   C#7/9+
O olhar que solta anda preso
      C7+                   Bm7   Em7
Mas quando eu chego eu me enre____do
      Am7   C/D      G9    Am7 G/B C9 G/B Am7 G (2x)
Nas tranças do teu desejo
G9                                      C/D   D7/9  C/D
O mundo todo marcado à ferro, fogo e despre____zo

  D7/9            Dm7/9  D7/9  C/D  D7/9            G9
A vida é o fio do tem____po,     a morte o fim do novelo
G/F                      C#m7/(5b)
O olhar que assusta anda morto
 C/D                    G9 C#7/9+
O olhar que avisa anda aceso
C7+                       Bm7   Em7
Mas quando eu chego eu me per___co
     Am7   C/D      G9     Am7 G/B C9 G/B Am7 G (2x)
Nas tramas do teu segredo
G9                  C/D  D7/9   C/D  D7/9  C/D  D7/9
Ê Minas, ê Minas, é hora de  partir, eu    vou
         C/D  D7/9     G9    C/D
Vou-me embora pra bem longe
G9                                               C/D   D7/9  C/D
A cera da vela queimando, o homem fazendo seu pre____ço
  D7/9                  Dm7/9  D7/9   C/D  D7/9             G9
A morte que a vida anda arman___do, a vida que a morte anda tendo
G/F                     C#m7/(5b)
O olhar mais fraco anda afoito
    C/D                  G9 C#7/9+
O olhar mais forte, indefeso
     C7+                   Bm7   Em7
Mas quando eu chego eu me enros__co
     Am7   C/D      G9     Am7 G/B C9 G/B Am7 G (2x)
Nas cordas do seu cabelo
G9                  C/D  D7/9   C/D  D7/9  C/D  D7/9
Ê Minas, ê Minas, é hora de  partir, eu    vou
         C/D  D7/9     G9
Vou-me embora pra bem longe
G9                  C/D  D7/9   C/D  D7/9  C/D  D7/9
Ê Minas, ê Minas, é hora de  partir, eu    vou
         C/D  D7/9     G9     C/D
Vou-me embora pra bem longe

sábado, 7 de julho de 2007

Dori Caymmi


Dori Caymmi (Dorival Tostes Caymmi), compositor, arranjador, instrumentista e cantor, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 26/8/1943. Filho do cantor e compositor Dorival Caymmi e da ex-cantora Stella Maris (Adelaide Tostes Caymmi), estudou piano dos oito aos 11 anos, inicialmente com Lúcia Branco e depois com Nise Poggi Obino.


Nesse período, estudou também teoria musical no Conservatório Lorenzo Fernandez e, mais tarde, harmonia com Paulo Silva e Moacir Santos. Seu primeiro trabalho como profissional foi acompanhar ao piano sua irmã Nana Caymmi, em 1959. Um ano depois trabalhou com o Grupo dos Sete, que fazia trilhas sonoras para peças apresentadas pela televisão.

Foi diretor musical da peça Opinião, encenada no teatro do mesmo nome, no Rio de Janeiro, em 1964, e da montagem carioca de Arena conta Zumbi, em 1966. De 1964 a 1966 trabalhou para a gravadora Philips, na produção de discos de artistas como Edu Lobo, Eumir Deodato e Nara Leão.

Como violonista e arranjador apresentou-se, em 1965, com Francis Hime em show da boate carioca Bottle’s. No ano seguinte, participou de espetáculo no Teatro de Bolso, com Francis Hime, Vanda Sá e Vinícius de Moraes.

Em parceria com Nelson Mota, participou de vários festivais de música realizados no Brasil. Ainda em 1966, venceram a parte nacional e ficaram em segundo lugar na parte internacional do 1 FIC, da TV-Rio, do Rio de Janeiro, com a música Saveiros, interpretada por Nana Caymmi. No ano seguinte classificaram-se em nono lugar no II FIC, da TV Globo, com Cantiga, cantada pelo MPB-4, conseguindo também colocação entre os dez primeiros no III FMPB, da TV Record, de São Paulo SP, com a música O cantador, defendida por Elis Regina, um dos maiores sucessos da parceria, gravada no exterior por Sérgio Mendes e Carmen Mc Rae.

Outros êxitos da dupla, nessa época, foram De onde vens, gravada por Elis Regina e Nara Leão, e Festa, gravada por Jair Rodrigues, Elis Regina e Sérgio Mendes.

Como violonista e arranjador, integrou o sexteto do saxofonista Paul Winter, com quem excursionou pelos EUA e Canadá. Foi o responsável, em 1967, pela direção musical do primeiro LP de Caetano Veloso e Gal Costa, Domingo, e do de Gilberto Gil.

Fez trilhas sonoras para filmes, entre eles Casa assassinada, do diretor Paulo César Sarraceni, 1971, contando com a parceria de Tom Jobim; Tati, a garota, de Bruno Barreto, em 1973, trabalhando com Paulo César Pinheiro; e O duelo, de Paulo Tiago, em 1974.

Trabalhou também na TV Globo, fazendo a trilha sonora da novela Gabriela (1975), entre outras. Radicado em Los Angeles, E.U.A., desde 1989, em setembro de 1997 esteve no Rio de Janeiro para compor, orquestrar e gravar a trilha sonora de Bela Donna, filme de Fábio Barreto.

Em Los Angeles grava com Qwest, que pertence a Quincy Jones, tendo sido indicado para receber o Grammy.

Obras: O cantador (c/Nelson Mota), 1967; Cantiga, 1967; De onde vens (c/Nelson Mota), s.d.; Saveiros (c/Nelson Mota), 1966.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.

Danilo Caymmi


Danilo Caymmi (Danilo Cândido Tostes Caymmi), instrumentista, compositor e cantor nasceu no Rio de Janeiro RJ em 7/3/1948. Filho de Dorival Caymmi e da ex-cantora Stella Maris (Adelaide Tostes Caymmi), começou a estudar flauta com Lenir Siqueira, aos 15 anos, época em que também aprendeu a tocar violão com o irmão Dori.


Depois, cursou música na Pró-Arte, do Rio de Janeiro, com as professsoras Odete Ernest Dias (flauta) e Felicia Wang (teoria musical). Sua primeira composição gravada foi De brincadeira, em 1967, num disco de Mário Castro-Neves.

Como flautista, tocou ao lado do pai no LP Caymmi visita Tom (Elenco). Sua canção Andança (com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) obteve o terceiro lugar no III FIC, da TV Globo, do Rio de Janeiro, em 1968; e em 1969 foi o vencedor do festival de Juiz de Fora MG com Casaco marrom (com Renato Correia e Gutemberg Guarabira). Descontente com problemas de direitos autorais, gravou pouco, preferindo trabalhar em shows com a família e Edu Lobo.

Gravou na Odeon, em 1973, disco em que canta as próprias composições, com participação de Toninho Horta, Novelli e Beto Guedes. No ano seguinte, ao lado do pai e irmãos, apresentou-se em shows durante a Feira da Bahia, no Anhembi, em São Paulo.

Em 1983 passou a integrar a banda de Tom Jobim, participando da maioria dos arranjos. Em 1989, convidado pelo produtor Mariozinho Rocha, começou a compor para séries, minisséries e novelas da TV Globo, como Riacho Doce, Teresa Batista, Corpo e Alma, Mulheres de Areia e outras.

No início da década de 1990, continuou sua carreira de cantor, gravando na RGE em 1993. Um ano depois passou para a EMI, onde gravou três CDs Danilo Caymmi (1994), Sol moreno (1995) e Mistura brasileira (1997).

Obras: Andança (c/Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), 1968; Brasil nativo (c/Paulo César Pinheiro), 1985; Casaco marrom (c/Renato Correia e Gutemberg Guarabira), 1968; Meu menino (c/Ana Terra), 1974; O que é o amor (c/Dudu Falcão), 1993; Vamos falar de Tereza (c/Dorival Caymmi), 1994.

CDs: Sol moreno, 1995, EMI 8357912; Mistura brasileira, 1997, EMI 8574822.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora PubliFolha.

terça-feira, 18 de julho de 2006

O cantador

O Cantador (1967) - Dori Caymmi e Nelson Motta - Intérprete: Elis Regina

LP III Festival Da Música Popular Brasileira - Vol. 2 / Título da música: O Cantador / Nelson Motta (Compositor) / Dori Caymmi (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1967 / Nº Álbum: R 765.015 L / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Canção / Festivais da MPB.


  A          D
Amanhece, preciso ir
 A                   B            G#m  C#m
Meu caminho é sem volta e sem ninguém
     F#m             B
Eu vou pra onde a estrada levar
    E               D
Cantador só sei cantar
                A
Ah, eu canto a dor
                    E             A
Canto a vida e a morte, canto o amor
E  A                         B/A
Cantador não escolhe o seu cantar
                  G#m
Canta o mundo que vê
                C#m             D#o
E pro mundo que vi, meu canto é dor
       G#                   C#m
Mas é forte pra espantar a morte
             F#m
Pra todos ouvirem minha voz
 B      E
Mesmo longe
 A                  D
De que servem meu canto e eu
 A                     B               G#m
Se em meu peito há um amor que não morreu
C#m    F#m             B
Ah, se eu soubesse ao menos chorar
   E               D
Cantador, só sei cantar
                A
Ah, eu canto a dor
                E        A
De uma vida perdida sem amor

segunda-feira, 5 de junho de 2006

O cantador

O Cantador (1967) - Dori Caymmi e Nelson Motta - Interpretação: Elis Regina

LP III Festival Da Música Popular Brasileira - Vol. 2 / Título da música: O Cantador / Dori Caymmi (Compositor) / Nelson Motta (Compositor) / Elis Regina (Intérprete) / Gravadora: Philips / Ano: 1967 / Nº Álbum: R 765.015 L / Lado A / Faixa 1 / Gênero musical: Canção / Festivais.


Tom: F  


Bb7+            Eb/F
   Amanhece, preciso ir
Bb7+                 C/Bb           Am7
   Meu caminho é sem volta e sem ninguém
   Dm7     G7/13    C7+
Eu vou pra onde a estrada levar
     F7             Eb7+
Cantador, só sei cantar
Eb/F F/Eb       Dm7          Gm7      Cm7/9  F7/13    Eb7+
Ah!  Eu canto a dor, canto a vida e a morte, canto o amor
   Eb/F   F/Eb       Dm7          Gm7      Cm7/9  F7/13    Bb7+
Ah!       Eu canto a dor, canto a vida e a morte, canto o amor
                              C/Bb
Cantador não escolhe o seu cantar
                  Am7
Canta o mundo que vê
                Dm7            Em7/5-
E pro mundo que vi meu canto é dor
      A7/5+                Dm7/9
Mas é forte pra espantar a morte
           Gm7                 Cm7/9
Pra todos ouvirem a minha voz
      F7/13
Mesmo longe
Bb7+                  Eb/F
   De que servem meu canto e eu
Bb7+                      C/Bb           Am7
   Se em meu peito há um amor que não morreu
Dm7    G7/13          C7+
Ah! Se eu soubesse ao menos chorar
     F7             Eb7+
Cantador, só sei cantar
Eb/F F/Eb       Dm7        Gm7     Cm7/9 F7/13 Eb7+
Ah!  Eu canto a dor de uma vida perdida  sem  amor
   Eb/F   F/Eb       Dm7        Gm7     Cm7/9 F7/13 Bb7+
Ah!       Eu canto a dor de uma vida perdida  sem  amor

De onde vens


De Onde Vens - Dory Caymmi e Nelson Motta - Interpretação: Nara Leão - Participação: Edu Lobo

LP Nara / Título da música: De Onde Vens / Dory Caymmi (Compositor) / Nelson Motta (Compositor) / Nara Leão (Intérprete) / Edu Lobo (Partic.) / Gravadora: Philips / Ano: 1967 / Nº Álbum: R 765.023 L / Lado A / Faixa 5 / Gênero musical: Samba.


Tom: A  

Intro: F#m5-/7 B7/9-

Em          Em5+              Em6 Em7
Ah, quanta dor vejo em teus olhos
                       Em7+ Em7
Tanto pranto em teu sorriso
                    Am7
Tão vazias as tuas mãos
         Gm7         F#m5-/7
De onde vens assim cansada
                       B6/7
De que dor, de qual distância
                     Em7 A7/9
De que terras,de que mar
D/E                   E7/9-
Só quem partiu pode voltar
                     Am7
E eu voltei prá te contar
                   Cm5-/7
Dos caminhos onde andei
        F#7/9-       Bm5-/7
Fiz do riso amargo pranto
    E5+/7              Am7
No olhar sempre teus olhos
          B7/9-       Em7  Em5+
No peito aberto uma canção
                   Em6   Em7               Em7+ Em7
Se eu pudesse de repente te mostrar meu coração
               Am7          Gm7            F#m5-/7
Saberias num momento quanta dor há dentro dele
             B6/7
Dor de amor quando não passa
                     (Em7 A7/9)s
É porque o amor valeu