quarta-feira, 31 de maio de 2006

Quando acabar, o maluco sou eu

Quando acabar, o maluco sou eu - Raul Seixas, Lena Coutinho e Cláudio Roberto
D
Toda vez que eu olho no espelho a minha cara
A                                         (A)
Eis que sou normal e isso é coisa rara
  A
A minha enfermeira tem mania de artista
Trepa em minha cama, crente que é uma trapezista
D
Eu não vou dizer que eu também  seja perfeito
Mamãe me viciou a só querer mamar no peito
A     F#            E                A
Ehê, Ahá! Quando acabar o maluco sou eu
F#             E                 A
Ahá! Quando acabar, o maluco sou eu
  A
O russo que guardava o botão da bomba "H"
Tomou um pilequinho e quis mandar tudo pro ar
    D
Seu Zé, preocupado anda numa de horror
Pois falta um carimbo no seu  "Tito" de eleitor
A    F#
Ehê, Ahá!
          E                A
Quando acabar o maluco sou eu
F#             E                 A
Ahá! Quando acabar, o maluco sou eu
D
Eu sou louco mais sou feliz
Muito mais louco é quem me diz / Eu sou dono, dono do meu nariz
   B                          E
Em feira de Santana ou mesmo em Paris
    A
Não bulo com governo, com polícia, nem  censura
É tudo gente fina, meu advogado jura
D
Já pensou o dia em que o Papa se tocar / 
            e sair pelado pela Itália a cantar
A    F#             E                A
Ehê, Ahá! Quando acabar o maluco sou eu
F#             E                 A
Ahá! Quando acabar, o maluco sou eu

(solo) A F# E A

D
Eu sou louco mais sou feliz / Muito mais louco é quem me diz
Eu dono, dono do meu nariz
   B                          E
Em feira de Santana ou mesmo em Paris
    A
Não bulo com governo, com polícia,
        nem  censura
É tudo gente fina, meu advogado jura
D
Já pensou o dia em que o Papa se tocar
E sair pelado pela Itália a cantar
A    F#             E                A
Ehê, Ahá! Quando acabar o maluco sou eu
F#             E                 A
Ahá! Quando acabar, o maluco sou eu

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