sábado, 18 de setembro de 2010

Desgarrados

Música gaúcha - Mário Barbará

Desgarrados
Tom: G

G                            Bm              Em
Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas
Am D
Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas
D7 B7 Em
Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas
Am D G
E são pingentes nas avenidas da capital

Bm                 Em
Eles se escondem pelos botecos entre os cortiços
Am D
E prá esquecerem contam bravatas, velhas histórias
D7 B7 Em
Então são tragos, muitos estragos, por toda noite
Am D G
Olhos abertos, o longe é perto e o que vale é o sonho

C        D             G          Em
Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade
C D
Viram copos, viram mundos,
G C
Mas o que foi nunca mais será
D G C
Mas o que foi nunca mais será
D G C D7
Mas o que foi nunca mais será ... ah.

G                               Em
Cevavam mate, sorriso franco, palheiro aceso
Am D
Viravam brasas, contavam causos polindo esporas
D7 B7 Em
Geada fria,café bem quente, muito alvoroço
Am D G
Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos

C              D                G
Jogo do osso, cana-de-espera e o pão de forno
Am B7 Dm
O milho assado, a carne gorda e a cancha reta
C D G Em
Faziam planos e nem sabiam que eram felizes
Am D7 G
Olhos abertos, o longe é perto e o que vale é o sonho.

Bm            Em
Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas
Am D
Viravam brasas, contavam causos polindo esporas
D7 B7 Em
Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas
Am D G
Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos

Bm               Em
Cevavam mate, sorriso franco, palheiro aceso
Am D
Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas
D7 B7 Em
Geada fria, café bem quente, muito alvoroço
Am D G
E são pingentes nas avenidas da capital

C              D                G
Jogo do osso, cana-de-espera e o pão de forno
Am B7 Dm
O milho assado, a carne gorda e a cancha reta
C D G Em
Faziam planos e nem sabiam que eram felizes
Am D7 G
Olhos abertos, o longe é perto e o que vale é o sonho.

Bm                 Em
Eles se escondem pelos botecos entre os cortiços
Am D
E prá esquecerem contam bravatas, velhas histórias
D7 B7 Em
Então são tragos, muitos estragos, por toda noite
Am D G
Olhos abertos, o longe é perto e o que vale é o sonho

C        D             G          Em
Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade
C D
Viram copos, viram mundos,
G C
Mas o que foi nunca mais será
D G C
Mas o que foi nunca mais será
D G C D7
Mas o que foi nunca mais será ... ah
G F G C D7
ah ah ah ah ah.
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